como CHEGAR NELAS sem parecer um tonho 🙄 (guia sincerão do POV feminino)
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Imagine o seguinte, imagine que eu te
tranquei em uma sala com uma menina que
ela é bonita. Eu escolhi ela a dedo para
te atrair. Ela é bonita, além de tudo,
ela é inteligente, ela é recepível à
coisas que você fala, ela parece que tá
querendo te dar atenção e quem sabe
alguma outra coisa também. Só que vocês
têm duas horas. Vocês têm 2 horas para
desenvolver algum tipo de conversa. A
única missão que eu vou entregar nas
suas mãos é: "Saia daqui com o número de
WhatsApp dela". E com o flirtzinho
rolando, é claro. Seja sincero comigo,
você acha que você conseguiria fazer
isso? Eu acho que não, porque se você
conseguisse esse vídeo, não precisaria
ser feito. Apresento-lhes um dos vídeos
mais pedidos desde que eu comecei esse
canal, quando eu abro live, que acontece
às vezes, se inscreve aí se você quiser
participar delas, as pessoas me enchem o
saco querendo o manual de como chegar em
mulher. E enquanto muito cara coloca a
culpa de não conseguir mulher em vários
fatores, desde quanto ele ganha até a
aparência física, a real é que mesmo com
tudo certinho, até mesmo se eu te coloco
na condição perfeita, você tá ali
trancado em um elevador com a mina dos
seus sonhos. Se você não sabe o que
falar e como chegar nela, esse sempre
será o problema central. É por isso que
hoje eu vou tentar trazer um guia
feminino sincerão para vocês conseguirem
chegar em mulheres. Essa daqui vai ser a
parte um, gente. Senão os vídeos ficam
gigantescos, as pessoas reclamam e além
de tudo eu canso de falar, né? Já a
parte dois será como alimentar uma
conversa e dicas de primeiro encontro.
Só que a parte dois só sai se este vídeo
aqui que você está vendo estiver com
10.000 likes. Se o vídeo não chegar em
10.000 likes, eu não vou postar a parte
dois. Eu vou entender que vocês não têm
interesse. Uma observação bem rápida que
eu vou até acelerar porque odeio dar
esses avisos. Este é um vídeo para
homens que querem enxergar em mulheres.
Se você não tem interesse em enxergar
mulher, se você acha que isso é coisa de
beta, de fracassado, de gado, não
assista esse vídeo. Esse vídeo não é
para você. 90% dos casos de hate e de
comentários estúpidos na internet seriam
resolvidos se as pessoas percebessem que
existem conteúdos que não são para elas.
Mas é claro, se você quiser assistir o
vídeo completo e ainda engajar o meu
canal, sinta-se livre. Sou eu que saio
beneficiado no final. E é o seguinte,
esse vídeo mais uma produção das
organizações gabritárias.
vai ser dividido em três partes. Eu vou
colocar aqui embaixo uns capítulos para
você poder pular, mas se você pular você
vai perder contexto, tá? Porque eu vou
sempre ficar voltando para outras
partes. A primeira parte vai falar sobre
os três princípios do flirt. Então, três
pontos chaves que a gente vai seguir na
hora de chegar em uma menina. Aonde
encontrar, né? Onde eu vou, Gabrita? Eu
mal saio de casa, mas quando eu saí de
casa, onde eu vou para encontrar mulher?
E a última, minha caveira tá meio
desforme, que são os tais venenos que
acabam com a sua comunicação, acabam com
a sua possibilidade de chegar em mina e
dar certo. E eu também vou apresentar o
antídoto deles. O primeiro princípio do
flirt é: você vai quebrar o gelo. Você
tem que quebrar o gelo. Você tem que
passar de ser um desconhecido, uma
pessoa que essa menina nunca viu na vida
ou rapaz. Esses três princípios, eles
funcionam para ambos os lados, mas você
precisa passar de um desconhecido para
alguém que essa pessoa presta atenção.
Você tem que captar a atenção dessa
pessoa, de preferência quebrando o gelo.
Do contrário, sempre vai ter uma coisa
engessada, uma coisa desconfortável ali.
E isso é o básico de toda a interação
humana, né, gente? Assim que a gente
conhece alguém, a gente tem que quebrar
o gelo com essa pessoa ou essa pessoa
tem que quebrar o gelo com a gente. É
por isso que ir em festa, ir em rolê em
que você não conhece as pessoas ali é
geralmente meio traumático, porque quem
vai quebrar o [ __ ] do gelo? No caso
de chegarem meninas, é obviamente a
pessoa que chega que tem quebrar o gelo,
né? Não adianta você achar que a menina
que foi abordada, ela tem a obrigação de
te deixar confortável na conversa. Não,
gente, infelizmente é quem chega que
quebra o gelo. O segundo princípio é
você tem que manter um clima de
diversão. Vai ser cringe. Ela vai estar
sentindo que é cringe. Você vai estar
sentindo que é cringe. Eu sou cringe
falando cringe. Mas precisa se manter
divertido. Eu gosto de pensar que é
igual aquele filme que você sabe que ele
é meio ruim, você sabe que o roteiro
dele não é bom, mas ele é muito
divertido e aí você releva. Então,
mantenha o clima leve, mesmo que no
fundo ambos estejam envergonhados. A
menina quando ela é abordada, gente, a
não ser que ela seja muito desinibida,
ela seja, nossa, sabe, ela seja da pá
virada, ela também vai ficar meio
envergonhada, porque é um sinal claro de
que alguém tá interessado nela e alguém
tá tentando conquistar a atenção dela.
Então, nós ficamos envergonhados. Você
vai est envergonhada, ela vai est
envergonhada. Tudo bem, desde que tenha
diversão, mantenha a diversão do
negócio. Eu já vou mostrar isso de
formas mais específicas. Calma. O
terceiro princípio do flirt pra gente já
passar pro vídeo de fato, é você tem que
fazer essa pessoa sentir
que ela já te conhece. Flirtar é muitas
das vezes abordar essa pessoa com a
confiança de quem já conhece ela. Olha
só que loucura, né? como se você já
tivesse passado ali. É como se você já
tivesse tido aquela conversa, é como se
você já tivesse reparado tanto nessa
pessoa que você já quase conhece ela.
Vocês já passaram pela experiência de
estalquear tanto uma pessoa? E aqui eu
tô falando como alguém que foi criada na
internet, tá? Você estalqueia tanto essa
pessoa que quando ela vem pessoalmente e
de repente ela fala uma coisa, por
exemplo, ela fala assim: "Ah, é que eu
sou palmeirense, né? Então eu tô
sofrendo com o jogo de ontem à noite".
você sente aquela vontade de falar
assim: "Ah, eu sei".
Aí você percebe que ela vai reparar e aí
você fica assim: "Então, mas isso é
importante. É importante que você dê
alguns chutes, você deixe ali algumas
brincadeiras
agindo como se vocês já fossem quase
íntimos. Quanto mais você tratar a
pessoa que você tá querendo flirtar como
desconhecida,
mais formal vai ficar, mais tenso vai
ficar e mais a parede invisível que
existe entre vocês, que é o nosso
primeiro princípio, que é quebrar essa
parede de gelo, né? Quebrar o gelo. Mas
essa parede ela vai engrossando, vai
entrar o grosso. Aqui vocês vão entender
os princípios na prática. Mas antes
vamos falar de onde, onde você vai para
achar mulher. A resposta talvez vá te
frustrar, porque eu vou te dizer o
seguinte, você vai onde der, onde der.
Amigos, pessoas se conhecem até em
Velórios. Pessoas se conhecem no
corredor
indo assinar o divórcio. Entretanto,
cada local tem a sua especificidade. Eu
não vou trazer você nesse vídeo para dar
uma respostinha morna de ai vai onde
der. Então, vamos tentar pensar no
seguinte. A internet vai ser o principal
local e não sou eu que tô falando, tá? É
esse gráfico aqui. Vou colocar na tela.
Esse é o gráfico que mostra desde a
década de 50 até os anos 2020,
onde casais se encontravam, onde eles se
conheceram. E aqui é um dado
estadunidense, né? Eu sinto muito, o
Brasil não tem esses dados maravilhosos.
online é o campeão. Como vocês podem ver
pelo gráfico, galera, desde que essa
forma surgiu e se popularizou, é onde a
gente vai para encontrar os nossos
romances. Em segundo lugar, temos amigos
em comum, mas para isso você precisa ter
amigos em comum, coisas que são difíceis
na geração Z. Depois nós temos trabalho,
nós temos aqui bar, é bem específico,
mas eu imagino que sejam encontros assim
casuais, né? Às vezes marcados ou só
você vai num ambiente em que tem
solteiro, que é bar e balada. E por
último, talvez os lugares que menos
rendam, faculdade, escola e vizinhança.
Analisando isso, saiba o seguinte, tá
vendo? Porque eu falei que você vai
chegar nelas onde der, onde você puder
ir. Se você já se formou, você não tá
indo pra faculdade, você só tem o seu
emprego, então é no emprego. Se você tem
hobbies, você vai jogar tênis toda
quinta-feira. Talvez seja lá. Vocês têm
que ser um pouco mais flexíveis nessa
questão, gente, porque tirando online, o
resto é meio que sobra. E como eu disse,
cada lugar tem a sua especificidade.
Então, na internet você vai ter que
trabalhar um bom perfil. Afinal, é isso
que a pessoa vai consultar e uma boa
abordagem virtual, que é relativamente
mais fácil, só que diferente da pessoal.
Ai, mas e se for no aplicativo de
relacionamento, esse negócio do online,
eu acho que ele tem a ver com
aplicativos também. Aí, embora seja
virtual, tem um contexto mais
específico, tem um contexto mais
explícito de aproximação. Você chegar
dando em cima da mina no Instagram é
diferente de você chegar dando em cima
da mina no Tinder, porque ela já vai
estar esperando em uma dessas redes,
entendeu? Aí no trabalho, poxa, aí você
começa a me complicar, meu amigo, porque
no trabalho é um contexto bem difícil.
Eu não diria para você chegar na menina
durante o turno de trabalho. Entretanto,
eu te diria para deixar pistas, plantar
sinais. É um olhar, é um sorriso, é
ajudar ela em alguma coisa. Academia. Eu
vou, eu vou tentar na academia. Ô
Gabrita. Todo aquele script, né? Você
pode pedir para revesar, você pode
ajudar a carregar peso, você pode fazer
exercícios próximos, trocar olhares pelo
espelho. Você não precisa ficar olhando
pra mina assim, você pode só cruzar o
olhar dela no espelho, ficar sem fone ao
lado dela no cárdio. Espero que você
faça cárdio. Cárdio é importante.
Faculdade, escolas e cursos para mim é
um dos contextos mais fáceis de longe,
porque é um ambiente mais livre, é um
ambiente que você pode se mostrar mais,
então você pode aproveitar um trabalho
em grupo para ela te notar, você pode
usar intervalos para aproximar dela ou
de amigos em comum. Você pode usar
grupos do Zap para já ter o número dela
e chamar. O que eu quero trazer aqui, na
real, é que essa parte não vai ser muito
específica, gente, porque cada ambiente
tem a sua aproximação. Isso daria um
vídeo só sobre os ambientes e as
abordagens. Se vocês quiserem, já sabem
o que fazer, se já estão treinado aqui,
uma dica geral sobre onde chegar nelas,
você vai ter que criar as suas
oportunidades. Eu não tô sendo a
meritocrática dos relacionamentos, não.
Eu tô sendo bem sincera. Se você for uma
pessoa como eu, que é extremamente
reclusa, só que eu não tô solteira e
procurando, né? Essa é a diferença que
talvez exista entre nós. Eu posso ser
muito reclusa, mas você não pode. E se
você for com meu, eu sei que você não
sai de casa. Eu sei que você só vai pro
seu trabalho, pra sua faculdade e volta.
Eu sei que você anda de fone. Eu sei que
você olha para baixo. Eu sei que você
não gosta de fazer contato visual. Nós
vamos ter que quebrar isso. Então, a
parte de fazer as suas oportunidades
envolve. Vai fazer um esporte novo, às
vezes um esporte que ele é coletivo,
porque aí você vai interagir com
pessoas. Ah, vai fazer uma oficina de
culinária, gente. Pega uma coisa que
vocês sabem que tem mulher a rodo e vai
lá. Ai, mas elas vão pensar que eu sou
IAG. Ou você não vai ter competição.
Pense bem. Coisas que são mais bobas.
Por exemplo, show. Eh, eu fui em poucos
shows na minha vida, mas sempre que eu
fui, eu chego bem na hora da atração que
eu quero ver. Eu não vejo abertura, eu
não vou assim que os portões abrem. Mas
tem uma galera que chega assim que o
portão abre e eles ficam zanzando,
bebendo, conversando no F1. Se você está
planejando ir a um show esse ano, cogite
chegar mais cedo e ficar com seus amigos
ali, ficar bebendo, ficar interagindo ou
até mais simples, vai naquele barzinho
perto de universidade, perto de
faculdade, numa sexta-feira à noite.
Experimenta. Então, fora do online, você
vai ter que criar suas oportunidades,
tá? Eu sei, é meio chato, mas também
pode ser divertido. Você vai sair, você
vai beber, você vai conhecer pessoas.
Mas vamos agora pra parte principal do
vídeo, a parte que eu tava esperando, a
parte que me deu mais trabalho de
escrever. Eu vou falar aqui para você
coisas que envenenam a sua abordagem e
como consertá-las, seguindo os nossos
três princípios, porque a mãe é
embasada, né? Primeiro veneno,
desregulação.
Não vou conseguir escrever tudo. Deu pr
perceber? Sua desregulação emocional,
ela vai te sabotar em tudo e
principalmente em abordar meninas. O que
que é isso, Gabrita? Eu não sei o que
que é, cara. É toda vez que o seu
emocional, o seu humor, o seu
nervosismo, a sua ansiedade, o seu
pânico, os seus pensamentos intrusivos,
eles se desregulam de uma forma que você
começa a exagerar o contexto, você
começa a ter uma reação que é maior do
que aquela experiência requer. Você tá
basicamente tendo a reação de um cara
que tá desarmando uma bomba, só que na
verdade você tá tentando apresentar o
trabalho. Você tá tendo a reação de um
cara que está sendo perseguido por um
serial killer e na verdade você só tá
tentando falar pra mina do ônibus que
ela é bonita. É a mão suando, é você
gaguejando, é vontade de ir ao banheiro,
é sei lá, o seu sovaco começa a grudar e
o seu olho começa a piscar cada um em um
ritmo. É tudo que te tira do prumo, que
te deixa muito fora do normal, quando na
verdade é uma situação pequena. Isso vai
sabotar tudo. Se a gente não começar
controlando isso, você será sabotado e
todo o resto do vídeo não vai valer. Na
verdade, tudo que eu falei até agora não
vai valer. Então, eu quero que você
aprenda a regular o seu emocional. todos
os outros. Esse veneno, ele simplesmente
acaba com os três princípios de uma vez,
porque você deixa tudo mais tenso, você
não consegue passar diversão pra pessoa
e você ainda deixa na cara que você tá
extremamente inseguro, que você não
conhece ela.
É péssimo. Qual é o antídoto, Gabrita?
Me ajuda, mulher. É claro, eu tô aqui
para isso. Esse é meu trabalho. Cara, se
você tá tentando chegar numa mina, você
precisa entender que primeiro você está
tentando chegar numa mina. Você não é o
responsável por decidir se nós
entraremos na terceira guerra mundial.
Você não tá com a decisão de bombardear
a Rússia ou a China. Se recomponha, se
coloque na sua própria insignificância.
Você tá tentando dar um beijo na boca.
Calma. Ela é uma E essa mina que você tá
tentando chegar, ela é uma pessoa
normal, assim como você. Ela tem chulé,
ela faz cocô, tá? Se ela não for
entuppida, ela faz. Ela também vai ficar
nervosa. Ela também vai ficar assim.
Tente, então, tente dar o devido peso à
experiência. Não coloque peso a mais
nisso. Já tem o seu peso. Sim, eu sei
que é constrangedor. Sim, eu sei que
pode dar errado. E o que vai acontecer?
Nada. Você não vai sair fisicamente
machucado. Ela não vai te humilhar
brutalmente, não. Se ela for bem
regulada das ideias. Isso é coisa de
filme e de papinho aí pessimista.
Mulheres normais não fazem isso. Ela não
vai lembrar de você como um perdedor que
deu em cima dela. A gente não faz isso.
A gente não guarda essas coisas, gente.
Eu juro para vocês, a cabeça da mulher
passa muita, muita coisa. A gente não
guarda isso. E você também vai instalar
aí no seu software, que já não roda
muito bem, né? Vamos ser sincero, você
vai instalar o seguinte pensamento: "Ela
é legal, ela é especial e eu quero que
dê certo", mas
isso daqui talvez seja igual uma
entrevista de emprego. Quando você vai
numa entrevista de emprego, você sabe
que talvez você vai ter que fazer isso
de novo umas três, quatro vezes. Você
sabe que aquele não é o único emprego
que existe. Você sabe que aquele
dificilmente será o emprego que você
passará o resto da sua vida. Em algum
momento você vai mudar. Possivelmente
você terá que fazer isso várias e várias
vezes. Ela não vai ser a única, a única
chance, a única mulher. Você pode ser
muito sortudo e ela talvez será a única,
mas é como eu disse, é igual a
entrevista de emprego. Você espera que
dê certo, mas você já se prepara para
fazer isso três, quatro vezes. O próximo
veneno da sua abordagem, a próxima coisa
que destrói o seu flirt. Nossa, eu tava
para falar isso. Faz tempo que eu quero
falar isso para vocês, hein? Eu acho que
faz anos. É o seguinte, você é
excessivamente educado, você pede muita
permissão e você parece que exhala
insegurança. Quando você chama alguém já
se inferiorizando, já pedindo desculpa,
já se justificando, você está pedindo
para ser ignorado. Eu não sei te
explicar porquê, mas eu acho que tem a
ver com ser uma interação estranha. É
estranho ser abordado assim e ser muito
engessado. E quando é muito engessado,
não é divertido. Pronto, princípio,
ferido. E agora? Se não é divertido, por
que que eu vou conversar com você? Pensa
no seguinte: quanto mais tenso você
tiver, quanto mais formal você for,
quanto mais inseguro você estiver, mais
você vai causar as mesmas reações na
menina. mais ela vai ficar insegura
sobre as suas intenções, mais ela vai
ficar tensa. Preste atenção nas
perguntas, porque isso daqui tem muito a
ver com pergunta, nas perguntas que
mostram esse excesso de permissão e de
educação. Oi, posso falar com você? Oi,
desculpa tá incomodando. Eu sei que você
deve estar fazendo alguma coisa melhor,
você deve est ocupada. Com licença, a
gente pode trocar uma conversa. Oi, boa
noite. Aí não manda mais nada. É, boa
noite, três pontinhos. Não manda mais
nada. Oi, eu gostei muito de você. A
gente pode ser amigo? Oi, eu quero te
conhecer. Antes que você olhe pra minha
cara e fala que eu tô inventando isso,
gente, eu tenho um Instagram. E nesse
Instagram, muitos homens me mandam DMs.
Eu não vejo, infelizmente eu não consigo
responder. Às vezes eu sorteio algumas,
mas eu consigo ver o início da mensagem
que os caras mandam. E todas essas
abordagens foram endereçadas a mim. Elas
são reais. Principalmente essa última
que eu adoro, que é assim: "Oi, eu quero
te conhecer". Eu imagino um cara me
olhando assim quando ele fala isso. Oi,
eu quero te conhecer,
Gabriita, eu não entendi o que que tem
de errado. Eu já usei essas perguntas.
Meu Deus, eu achei que eu tava sendo, eu
tava sendo, sabe, educado. Amigo, elas
são muito formais, elas dão um tom muito
desconfortável pra conversa e além de
tudo elas te inferiorizam, porque você
tem que pedir permissão para falar com
uma pessoa, você é menor do que ela.
Então, essas são frases que eu vejo a
gente usar em emprego, em empresa com
hierarquia. Você bate toque toque toque
na porta do seu chefe. Oi Messias,
desculpa, tá incomodando, mas a gente
pode trocar uma conversa aqui. Você vai
lá e tenta falar com aquela colega que
você não tem tanta intimidade. Você vira
e fala assim: "Oi, boa noite, tudo bem?"
Aí você deixa ela responder. Isso são
abordagens que elas me lembram emprego.
Gente, não flirte, pelo amor de Deus,
conversar comigo. Você é o que? Você é o
meu chefe. Você é meu pai me chamando
para me dar um sermão? Oi, a gente
precisa conversar. Se você não acredita
em mim, olha pros seus ciclos de
conhecidos, olha pros seus amigos ou
pros seus parentes que você tem mais
intimidade. E preste atenção em quantos
deles te pedem permissão para algo. O
seu amigo te chama no zap, fala assim:
"Oi, desculpa incomodar. Eu quero que
você observe como os laços sociais se
formam e eles se formam de formas
espontâneas. Então você não pede para
ser amigo de alguém, gente, desculpa,
isso é muito quinta série, isso é muito
criança. Quando você quer formar um laço
de amizade com uma pessoa, você
geralmente se aproxima dela e você
compartilha problemas com ela. Isso é o
clássico de amizade no mundo adulto.
Você vai lá e você compartilha problemas
e soluções. É aquele famoso ter história
para contar, entendeu? Mas em momento
nenhum você virou e falou assim: "A
gente pode ser amigo, você quer ser meu
amigo? Desculpa incomodar. Você quer ser
meu amigo?" Inclusive, a terceiro
princípio, tá? Você precisa abordar essa
pessoa como se você já conhecesse ela.
Se você aborda ela na maior formalidade,
ela vai te devolver formalidade. Então,
tá bom? Vamos ser mais específico. Vamos
lá. Eu vou te dar o antídoto.
Você vai eliminar do seu vocabulário
toda toda interação que ela é formal e
vazia ao mesmo tempo. Você vai encaixar
a sua educação porque ela é bem-vinda,
em contextos. Então você pede licença
para uma pessoa que você quer flirtar se
ela está em grupo, se ela tá no meio de
uma conversa, se ela tá fazendo algo
concentrado e você já pede licença
falando que você vai fazer. Então, por
exemplo, meninas, licença. Desculpa
interromper a conversa aqui, mas eu
preciso emprestar ela um pouquinho. Opa,
desculpa te atrapalhar. Eu tô vendo que
você tá super concentrada, mas eu tinha
que chegar em você. Gente, eu sou
hétero, eu não sei como chegar em
menina, mas eu tô te dando exemplos,
entendeu? Você pode adaptar isso para
ficar menos vergonhoso. Quer ser educado
e quer começar com bom dia, boa tarde,
boa noite, ok, mas já manda o que você
quer dizer. Você vai colocar o quê? Você
vai colocar uma piadinha? Você vai
colocar ali um elogio, porque senão fica
aquele negócio estranho, oi, bom dia. Aí
se passam várias horas. Não vai ter
interações que pedem permissões ou que
querem anunciar
intenções. Então, por exemplo, eu quero
ser o seu amigo. Eu quero te conhecer.
Eu quero conversar com você. Quando você
diz que você quer conversar com uma
pessoa, já é paradoxal, porque você já
tá conversando.
É que nem eu, posso fazer uma pergunta,
você já fez. Você quer me conhecer?
Então você cria uma conversa
interessante, você me aborda e em breve
nós estaremos nos conhecendo. Ah, que
você quer ser o meu amigo? Legal, mas a
gente não tá no intervalo da escola, a
gente não tem 10 anos. Então você se
torna meu amigo se aproximando de mim.
Você me conhece, você vê o que eu vivo.
Talvez a gente viva algumas experiências
juntos. Não fiquem pedindo permissão,
não fiquem se inferiorizando e não
fiquem ditando intenções. Eu quero te
conhecer, eu quero falar com você. você
já tá falando, você já tá conhecendo.
Depois que você superar essas, depois
que você curar esses dois
envenenamentos, você vai talvez empacar.
E aqui é muito mais comum, tá? Aqui eu
não julgo vocês porque é difícil mesmo,
mas vocês vão empacar na conversa. Vocês
vão entrar na conversa que eu chamo de
conversa de entrevista de emprego. O que
que é a entrevista de emprego, gente? É
um questionário, é quase um
interrogatório muito formal e direto.
Então o seu chefe, ele vai perguntar:
"Onde você mora? Quantos anos você tem?
Você tá conçando algum curso? Se você
não for firmado, ah, você émado, você é
formmado no quê? Ele quer saber o máximo
de informações sobre você da forma mais
direta. E isso, infelizmente, se parece
com a forma que homens flertam. Homens,
eles são muito diretos. Eles querem
saber uma coisa, eles só perguntam.
Só que isso fere o princípio da
diversão. O nosso segundo princípio.
Onde você mora?Onde você trabalha? Você
trabalha com quê? Qual é a sua idade?
Você gosta de ouvir o quê?
>> Em teoria, não tem nada de errado com
essas perguntas. Elas são perguntas bem
óbvias até, só que elas estão sendo
ditas de uma forma que lembra essa
pessoa de que ela não te conhece, que
você é um completo estranho. E eu vou
ser bem sincera, quando o cara ele tá
sendo muito direto assim, eu, isso pode
ser só eu. E aí eu tô colocando aqui o
meu papel de eu, eu me sinto um pouco
paranóica, porque ele pode estar
flirtando comigo ou ele pode estar
querendo saber informações que eu não
quero passar. Por que que você quer
saber onde eu trabalho? Por que você
quer saber minha idade? Estranho. Não
tem curiosidade, não tem brincadeira,
não é dinâmico. Isso também gera um
incômodo na pessoa, porque gente, nós
não gostamos de nos expor. É por isso
que entrevista de emprego deixa a gente
nervoso. Agora imagine que a sua forma
de flirtar é tão parecida com uma
entrevista de emprego que ela,
obviamente, ela vai fazer o quê? Ela vai
evitar, porque ela precisa do emprego,
mas de você não. É mais ou menos assim a
lógica, né? Mas o antídoto para isso é
fácil. É relativamente fácil. Você vai
fazer o seguinte, você mantém essas
perguntas de base e você vai colocar um
filtro descontraído
e com um leve toque de suposição, não
supositório, suposição. Lembra que você
vai agir como se você já conhecesse? Ela
é o terceiro princípio. Então, que que
você vai fazer? Vamos lá. Eu eu tô
entusiasmada para essa parte porque essa
parte eu acho legal. Você quer saber
onde ela mora? Então, a pergunta direta
entrevista de emprego seria: "Onde você
mora? Ô Gabrito da Silva, não é mais
fácil você virar e falar assim: "Se eu
moro perto daqui, eu te vejo direto por
aqui". Olha só, deixei o clima leve. Eu
deixei o clima leve, eu tirei a
especificidade. Eu não tô falando assim:
"Você mora é no bairro Lagoinha do Sul?"
Não, eu tô perguntando se ela mora
perto. Aí ela pode falar assim: "Ah,
moro lá na zona leste, não moro perto".
Ou ela pode virar e falar: "Ah, eu moro
no Lagoinha do Norte". Mas ela escolhe o
tanto de informação que ela vai te dar,
entendeu? E além de tudo, você já fez
aquele charminho de falar o seguinte:
"Eu reparo em você, bonita. Eu vejo que
você tá por aqui. Eu tô reparando em
você faz tempo."
Outra pergunta, onde você trabalha?
Pergunta de entrevista de emprego.
Troque isso por você tá trabalhando, tá
estudando, tá descansando da vida CLT,
sofrida? Algo nesse tom, tá? Foi meio
específico essa, mas é algo nesse tom.
Por quê? Você abriu as possibilidades,
então você não deixa a pessoa
desconfortável se ela não tiver
trabalhando. Imagina você pergunta pra
pessoa assim: "Onde você trabalha?" Ela
vira e fala assim: "Eu tô desempregada".
Olha como pesou o clima. Tá vendo? Então
você já dá várias opções. Você tá
trabalhando, você tá estudando ou você
tá só descansando da vida CLT, né? Tá se
preparando para voltar. Outra pergunta
de entrevista: qual é a sua idade? Ao
invés disso, por que você não faz uma
suposição? Por que você não vira e fala
assim: "Impossível você ser formada já.
Você tem cara de ter 19 anos?
Impossível. Pós-graduada? Não, mas é
impossível. Você tem cara de ter 20
anos. Como que você tem pós-graduação?
É avançado. Mas olha só, você não vira
para ela e fala assim: "Você tem 27
anos?"
Não, você já vai direto no que mulher
gosta. Que é o seguinte, você parece
mais nova do que você é. Ela parece? Não
sei. Aí é com você. Eu sei que a gente
gosta de ouvir isso. Mulher não fica
incomodada, a mulher gosta. Ou a
clássica pergunta, a última. Eu sei que
eu me entusiasmei, mas eu já vou passar
pro próximo veneno. Mas olha só, ai
gosta de ouvir o quê? Meu quando as
pessoas me perguntam isso, e isso é um
tipo de pergunta que se faz com amizades
também, né? Quando as pessoas estão te
conhecendo, elas querem descobrir o seu
gosto musical. Sei lá Deus, por quê?
Cara, eu odeio quando as pessoas me
perguntam isso, porque eu fico assim, ó.
Ah, eu sou eclética. É um tipo de
pergunta que ela é morna e ela traz uma
resposta morna também. Ai, eu escuto de
tudo. Aí as pessoas começam assim, ó.
Ah, você gosta de pagode, então? Aí eu
falo: "Não". dela. Ah, então você não
escuta de tudo, aí fica desconfortável.
Ao invés disso, porque você já não faz
uma suposição, você não vira e fala
assim: "Você tem cara de que escuta rock
pesado, mesmo sendo todo delicadinho
assim? Tenho certeza que no fone é só
aquele metalzão estourando." Ainda botei
uma característica delicada. Ela vai
ficar, ela vai ficar pensando assim, ele
repara em mim, ele acha que eu sou
roqueira e ele me acha delicada tudo ao
mesmo tempo, sabe? Entenderam? Não
desperdistem a conversa. Quando a mina
ela já dá a trela, que é uma parte
difícil de chegar, mas quando ela dá a
trela, gente, transforma essa conversa
numa coisa dinâmica. Exercitem, se
divirtam também faz joguinho. O que eu
falei das emoções é para lembrar vocês
de que pode dar errado e tanto faz. Pode
dar errado e tanto faz. Aí você vai
tentar outra vez ou você vai seguir a
sua vida. Ou vamos pro último veneno
aqui, porque eu tô cansada de falar.
Você já deve est cansada de ouvir. Você
chega na menina sem nenhum material de
conversa. Você chega numa pessoa sem
saber absolutamente nada dela. Por quê?
Vamos pensar que você chegou numa pessoa
que você se sentiu atraído, que te
chamou atenção. Se você ao mesmo tempo
não sabe nada sobre ela, você não
reparou em nada, você não tem material
de conversa, então o que te chamou
atenção? O que que foi? Por isso que
tanta aproximação é vazia, porque a
pessoa não captou nada sobre a outra,
nada. E gente, de verdade, vou deixar
aqui uma reflexão. Se você chega em
pessoas que você não sabe nada sobre
elas, você tá chegando nelas por quê?
Você tá carente, você tá meio
desesperada, você colocou um prazo que
você quer bater. Não façam isso. Não
façam. É a receita para dar bosta.
Então, vamos erguer um princípio aqui
que é quando eu chego em alguém é porque
eu já reparei nessa pessoa. Nós
reparamos em coisas que nos chamam
atenção e que nos atraem de certa forma.
E são essas coisas que vão formar o
nosso inventário. Então você vai formar
um pequeno inventário dessa pessoa antes
de chegar nela. Quanto mais material
você tiver, mais fácil será a
aproximação e manter o papo. O fardo de
ter material de conversa, eu já disse
para vocês, fiquem quem chega, porque
você reparou, você tá tomando partido.
Fazer inventário das pessoas ao seu
redor é fácil, pelo menos para mim é.
Espero facilitar o processo para você.
Você vai tentar captar o máximo de
detalhes sem ter uma conversa direta com
aquela pessoa. Não subestime o poder de
captar detalhes mesmo sem ter conversas.
Então, vamos supor a mina gatinha do
ônibus. É que eu tô dando exemplo. Você
adapta aí pro seu. Se você olhar bem pra
mina gatinha do ônibus, você não vai ver
que ela é só a mina gatinha do ônibus.
Ela também está sempre lendo. Ela gosta
de ler. Ela tá com um Kindle. Ela tá com
um livro na mão. Então você já aprendeu
uma coisa que ela gosta. você já sabe de
uma preferência dela. Ela é uma menina
de leitura ou o contrário, ela tá sempre
de fone. Ela tá sempre de fone e você
percebeu que ela sempre tá batucando
alguma coisa. Então talvez ela esteja
ouvindo ali um ritmo mais específico. É
observar, gente. Vocês vão ligar o olhar
observador para montar esse inventário.
Você também percebeu que ela usou uma
camiseta de anime um dia e é justamente
aquele anim. Talvez seja isso que esteja
te atraindo nela. E olha só que legal, é
um ponto incomum. Além disso, você já
viu que ela pega o ônibus sempre no
mesmo horário e que é um ponto próximo
ao shopping. Então, talvez ela trabalhe
lá. Pronto, você montou o inventário.
Você já sabe um pouquinho dessa pessoa
para formular as perguntas que eu acabei
de te ensinar a formular. Tá vendo? Esse
é o molho do flirt. Repara, faz
inventário, formula uma pergunta
divertida. E aí você vai reparar nos
gostos, nas características. você já vai
chutar alguns aspectos da personalidade.
Aí eu brita, mas é chute e se eu errar?
Me dá aí. Me dá aí. Você tiver então
como conversar, vamos supor que é uma
aproximação no serviço, né, no trabalho.
E aí você tem o intervalo, o almoço ali
do lado da pessoa. Você pode se
aproximar dos amigos em comum, você pode
ouvir as opiniões dela sobre as coisas
ou até o mais útil de todos, que é o
stalkear. Isso as redes sociais ajudam
demais. Se você conseguir o arroba da
pessoa e poder stalquear ela,
aí é papo. Tome pra tropa dos vídeos
longos e pra tropa que fica até o final.
Videozão aí. Passeio o tutorial, passeio
o guia sincerão. Levem essas palavras
pro coração de vocês. Assistam de novo
esse vídeo se vocês precisarem, tá
gente? Eu fico feliz. Assistam todos os
anúncios inclusive. Mas é sério, são
muitas informações, mas eu coloquei aqui
do fundo do coração, eu demorei um tempo
para falar sobre isso, porque eu
coloquei aqui tudo que eu acho que eu
podia ajudar você e os homens a entender
sobre a nossa cabeça quando nós estamos
sendo abordados. Lembrem-se que eu ainda
tenho uma parte dois para você. Não
acabou, tem mais. Será que você aguenta?
Mas que eu só vou postar se vocês derem
10.000 likes nesse vídeo. Eu tô exigente
hoje.
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