O Mestre Japonês que Alcançou o NÍVEL 7… e Foi SILENCIADO
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Escute-me com cada célula do seu corpo,
não apenas com os seus ouvidos. Você me
conhece como Michel Kushi, mas hoje não
sou o homem que fala de dietas. Hoje sou
a voz que lhe recorda a sua origem
cósmica. Olhe para suas mãos. Você
acredita que elas são sólidas, não é?
Acredita que a sua mente é esse fluxo
incessante de preocupações com dinheiro,
trabalho ou o que vai jantar hoje? Mas
eu lhe digo que você está vivendo na
superfície de um oceano insondável. A
sua consciência não é uma só. Ela é uma
estrutura de sete camadas sobrepostas,
um edifício de sete andares e você tem
vivido trancado no porão, temendo
fantasmas que você mesmo desenhou nas
paredes. Essa consciência cotidiana, a
que você usa para comprar pão ou julgar
se algo é bom ou ruim, é apenas a
primeira camada. é uma consciência
mecânica, sensorial, movida pelos fios
da sociedade e da educação. Mas se
descermos apenas um pouco, encontramos a
segunda camada, a que eu chamo de
consciência humana básica. É ela que
desperta quando o médico lhe diz uma
palavra que congela o sangue, câncer.
Nesse momento, o seu desejo de continuar
sendo um ser humano físico torna-se uma
obsessão. Mas aqui está o segredo que
poucos compreendem. O medo da doença é
uma imagem rígida que você criou na sua
própria mente. Você se tornou escravo da
ideia de que é um corpo limitado e essa
rigidez é o que impede que a sua energia
flua. A cura não começa na medicina,
começa ao romper a imagem mental dessa
segunda camada. Mas não vamos parar aí.
A jornada é muito mais profunda. Se
deixarmos para trás o medo do corpo,
entramos na terceira camada, a
consciência da continuidade. Aqui o
tempo deixa de ser uma linha reta e se
transforma em uma espiral. É aqui que
residem os seus ancestrais, as suas
vidas passadas e o germe do seu futuro.
As crianças sabem disso. Elas vêm
através dos véus, mas nós as ensinamos a
esquecer. Ao descer para a quarta
camada, chegamos à origem cósmica. Antes
de ser humano, você foi animal, foi
planta, foi mineral, foi uma vibração de
luz pré-atômica no coração de uma
estrela. Tudo no universo é uma espiral
de expansão e contração. As galáxias se
afastam. Sim, essa é a força física, mas
há uma força espiritual que nos empurra
de volta ao centro, a unidade. Você é o
resultado de uma jornada de bilhões de
anos. E quando compreende isso na sua
quarta camada, a solidão desaparece para
sempre.
À medida que nos aproximamos do núcleo,
na quinta e na sexta camadas, a lógica
humana desmorona e nasce o paradoxo.
Aqui você compreende que o grande e o
pequeno são a mesma coisa, que a
eternidade pode viver no piscar de um
olho. O homem moderno sofre porque tenta
separar a realidade em categorias.
Espírito de um lado, matéria do outro.
Mas eu lhe digo que são a mesma coisa. O
mundo físico é a expansão do espírito e
o espírito é a contração da matéria. Se
você consegue ver o universo inteiro em
um grão de arroz, despertou a sua sexta
camada. E então, somente então, chegamos
à sétima camada, o nada. Mas não é o
vazio do qual fogem os tolos. É o nada
fértil, a tela em branco. A realidade
última é que tudo isso é um sonho. O
universo é um sonho da consciência
absoluta e você é o sonhador. Se você é
infeliz, é porque esqueceu que é você
quem segura o pincel. Você pode mudar o
seu destino, a sua saúde e o seu mundo
inteiro no instante em que decidir
sonhar uma imagem diferente nesse vazio.
Mas como se alcança essa maestria? Como
deixamos de ser escravos para nos
tornarmos arquitetos? O treinamento
começa no seu corpo. Temos sete centros
de luz, sete chakras, que são os portais
entre essas camadas. Os ocidentais
costumam viver presos aos chakras
superiores, a lógica fria. Muitos
orientais se perdem nos inferiores, mas
o verdadeiro ser humano ativa o sete
simultaneamente.
Imagine uma roda de fogo branco na base
da sua coluna e outra no topo da sua
cabeça. Sinta a energia da terra subir e
a do céu descer, fundindo-se no seu
peito. Quando esses sete centros vibram
em harmonia, a sua consciência diária se
conecta à consciência universal. Você já
não pensa, o universo pensa através de
você. A visualização é a ferramenta mais
poderosa que você possui. Não é
simplesmente imaginar, é tornar-se a
própria coisa. Para treinar a
flexibilidade da sua alma, pratique o
método das cinco transformações.
Sente-se diante de uma árvore, mas não a
observe como um estranho. Visualize seus
pés se alongando e penetrando na terra
úmida, transformando-se em raízes. Sinta
a seiva subindo pelas suas veias. Sinta
sua pele se tornando casca e seus braços
se estendendo em direção ao sol para
capturar a luz nas suas folhas. Se você
conseguir ser a árvore por 10 minutos,
terá rompido a prisão do seu ego.
Depois, torne-se fogo. Sinta o calor
rugindo no seu ventre. Transforme-se em
uma chama sem forma fixa, que dança e
consome tudo o que é velho. Torne-se
água, flua, adapte-se ao recipiente.
Seja o rio que nada pode deter. Se você
fizer sua consciência tão fluida quanto
a água, nenhuma doença jamais poderá se
estagnar em você. Para entender como
hackear o seu destino, primeiro você
precisa compreender a arquitetura da
prisão na qual tem vivido sem perceber.
Essa consciência humana básica, essa
segunda camada que todos compartilhamos,
nada mais é do que um fundo universal
alimentado por eons de costumes,
educação e experiências acumuladas que
lhe dizem o que é possível e o que não
é. É o programa que afirma que você deve
envelhecer, que deve caminhar pesado
sobre a Terra e que o seu corpo é uma
fronteira inamovível. Mas quando você
aprende a soltar esse vínculo, quando
deixa de se identificar exclusivamente
com a carne, o corpo começa a se mover
de outra forma. Você já não caminha
contra a Terra, mas desliza em harmonia
com o ar. A doença, esse medo
paralisante do câncer ou da extinção
física, nasce unicamente da rigidez
dessa camada. Você se torna vulnerável
apenas quando acredita que é só um saco
de pele e ossos, esquecendo que esse
corpo é apenas uma estação de passagem
em uma jornada infinitamente mais longa.
Se descermos um pouco mais em direção à
terceira camada, as paredes do tempo
linear começam a desmoronar. Aqui reside
a continuidade do seu ser. Uma memória
que a educação moderna se esforçou para
apagar, mas que pulsa com a força de
vidas passadas e futuras entrelaçadas em
uma espiral sem fim. é o reconhecimento
do invisível, desse mundo espiritual que
sustenta o mundo físico, assim como a
raiz sustenta a árvore. Ao limpar o seu
corpo e o seu sangue, essa memória
retorna como um sussurro antigo. Você
começa a compreender que os lugares que
visita e as pessoas que ama já estavam
inscritos na geometria do seu destino. A
morte deixa de ser um muro e se revela
como aquilo que realmente é uma mudança
de frequência na manifestação da sua
luz. E nessa profundidade alcançamos a
quarta camada, onde ciência e
espiritualidade finalmente se dão à mãos
sobre a lei da espiral universal.
Esqueça o mito do Big Bang como uma
explosão destrutiva. O universo é um
organismo vivo que se expande de forma
rítmica. Enquanto o mundo físico que
você vê com os olhos se afasta em uma
expansão infinita, existe uma força
espiritual invisível que se contrai com
a mesma intensidade em direção ao
centro, a unidade.
Essas duas forças, expansão e contração,
são a sístole e a diástole do coração do
universo. E você está exatamente no meio
dessa dança. Você é uma antena, captando
ambas as frequências, uma ponte entre o
visível e o invisível. E compreender
essa dualidade é o primeiro código
necessário para hackear a simulação em
que você habita. Ao alcançar a quinta e
a sexta camadas, a mente lógica precisa
morrer para que o espírito possa enfim
nascer. Aqui entramos no reino dos
paradoxos, onde a eternidade vive dentro
de um segundo e o vasto cosmos cabe
dentro de um átomo. O homem moderno
sofre porque vive julgando, separando o
bom do mal, a luz da sombra. Mas nas
profundezas da consciência, essas
distinções são apenas interpretações de
uma única unidade perfeita. Quando você
deixa de julgar, deixa de sofrer. E
então você se depara com o segredo que
me obrigaram a silenciar. A sétima
camada, o nada absoluto. Tudo o que você
toca, tudo o que vê, é comparável a um
sonho projetado sobre uma tela vazia. A
realidade é subjetiva e você é o
sonhador. Se a sua vida parece um
pesadelo, é porque você ficou preso a
uma imagem fixa de medo, escassez ou
doença. A liberdade radical não é mudar
o mundo, é mudar o sonho a partir da
vacuidade do seu próprio ser. Mas esse
poder não se alcança pelo intelecto, e
sim pela vibração e pelo treinamento. O
seu corpo possui sete antenas, sete
centros de frequência, que chamamos de
chakras. E a maestria consiste em
ativá-los todos simultaneamente.
Não se trata apenas de elevar a energia,
mas de tornar-se um canal no qual a
força da terra e a luz do céu se fundem
em o único batimento. Você deve treinar
a sua alma para ser flexível, para que
nada possa quebrá-la. Imagine-se sentado
diante de uma árvore e deixe de ser um
observador para se tornar a própria
madeira. Sinta seus pés transformando-se
em raízes que bebem da escuridão da
terra e seus braços tornando-se galhos
que capturam a luz. Torne-se fogo. Sinta
o calor rugindo no ventre, sem forma
fixa, consumindo tudo o que é antigo.
Torne-se água fluindo sobre as pedras,
adaptando-se a cada vazio. Pois a água é
invencível justamente porque nunca luta.
Se você permitir que a sua consciência
habite o vento, as estrelas e a rocha,
terá rompido para sempre a corrente que
o prende a ser um pequeno humano
assustado. Essa jornada culmina na
ascensão pelos oito céus da meditação.
Você deve aprender a subir à escada da
sua própria existência, desde o mundo
mecânico dos ossos, passando pelo prazer
dos sentidos, o turbilhão das emoções, a
lógica do intelecto e as leis da
sociedade, até alcançar o oitavo céu,
onde você apaga o seu nome, apaga a sua
história e se funde com o vazio puro.
Esse exercício lhe concede soberania
absoluta, permite que você entre em uma
emoção para vivê-la plenamente e saia
dela em direção ao nada, sem ser
destruído pelo apego. Você se torna um
viajante dos céus, um arquiteto
consciente de que pode habitar qualquer
construção mental sem ficar aprisionado
em nenhuma. Ainda assim, lembre-se de
que esse espírito precisa de um hardware
biológico impecável. Não é possível
alcançar o oitavo céu com um sangue
ácido e uma mente turvada por toxinas. O
grão integral, os vegetais da terra e a
água pura são o combustível do seu
despertar. A mastigação rítmica, esse
ato de triturar cada alimento 100 vezes,
não é apenas nutrição, é uma técnica
sagrada para sincronizar o sistema
nervoso com a frequência do infinito. A
mastigação é o metrônomo da sua
consciência. Uma alimentação limpa gera
um sangue limpo. E um sangue limpo é o
espelho no qual o universo pode se
contemplar sem distorções. Não existe
bem ou mal nesse processo. Existe apenas
rigidez ou flexibilidade. A rigidez é a
morte. A flexibilidade é a vida eterna.
Você é o dono do seu sonho, o portador
do código e o vazio onde tudo nasce. É
hora de deixar de ser escravo dos seus
pensamentos e começar finalmente a
desenhar o seu próprio destino na
espiral infinita da criação. Esse
treinamento culmina na jornada pelos
oito céus. Imagine que você sobe uma
escada mental. Em cada degrau habita um
mundo diferente, o mecânico, o
sensorial, o emocional, o intelectual.
Você sobe e sobe até chegar ao oitavo
céu, o céu do nada absoluto. Ali você
apaga seu nome, apaga seu corpo, apaga
minhas palavras. Você se torna o vazio
puro. Permaneça ali nesse silêncio onde
não existe tempo e então retorne. Desça
a escada lentamente. Ao voltar para sua
vida diária, você perceberá que nada
mais o domina. Você pode sentir
tristeza, mas já não é a tristeza,
porque sabe que ela é apenas um céu pelo
qual você está passando. Você pode
sentir dor, mas sabe que ela é apenas
uma imagem dentro do sonho. Mas
lembre-se, nada disso é possível se o
seu hardware, o seu corpo biológico,
estiver danificado. O seu sangue é o
combustível da sua consciência. Por isso
eu falo do arroz integral, dos vegetais,
do missô. Cada mordida que você mastiga
50 ou 100 vezes não é apenas comida. É
uma meditação que acalma o sistema
nervoso e permite que as camadas
profundas da mente emergem. A mastigação
rítmica é o batimento do universo na sua
boca. Uma alimentação limpa cria um
sangue limpo, e um sangue limpo permite
que o seu espírito brilhe sem
distorções. Coma pouco, mastigue muito e
respire a partir do Rara, esse centro de
poder abaixo do seu umbigo, onde a
espiral da vida se concentra. A
liberdade não é o caos. A liberdade é a
capacidade de criar uma imagem, vivê-la
com intensidade e depois ter a sabedoria
de soltá-la para criar algo novo. Não se
acorrente a nenhuma ideia, nem mesmo as
minhas. O universo é movimento, é uma
espiral que nunca para. Aquele que se
apega a uma única imagem mental murcha.
Aquele que flui pelas sete camadas da
consciência torna-se eterno. Você é o
sonhador, você é o sonho e você é o
vazio que torna tudo possível. Abra os
olhos, respire o universo e comece hoje
mesmo a sonhar a sua verdadeira
grandeza. O infinito não está lá fora.
Ele está esperando que você desperte
dentro de si. Yeah.
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