260213 - Reunião GitLab 2
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Bom dia, senhores.
>> Bom dia.
>> Bom dia.
>> Pedi só mais um minutinho pro restante
do pessoal entrar, que tá aqui com o
convidado.
e
o nosso arquiteto também que vai fazer a
apresentação do lado da Gitlab.
Ainda não, só entrar na sala.
Oi.
>> Ela tem, ela tem outro convite. É porque
ela entrou, ela assumiu depois que a
gente já tinha marcado coisa e tal. E
ontem à noite que eu lembrei, mas aí na
próxima eu aí ela ela eu chamo ela.
>> Bom dia. Bom dia, pessoal. Bom dia.
>> Bom dia, pessoal. Tudo bom?
>> Olá. Fala
aéreo.
>> Tudo bem, Léo? Beleza.
>> Tranquilo. E com vocês?
>> Bom demais, Léo. Tô com a internet meio
ruim, cara. Eh, se por acaso eu caí,
como é mais técnico, né? De qualquer
jeito, o Guilherme tá aí junto, né, com
vocês. Tá bom.
>> Tá bom.
Vou tentando acompanhar aqui, mas a
internet tá muito ruim.
>> Tô esperando o Pedro chegar também da
Guit para poder demonstrar.
>> Só mais uns minutinhos. Eu não sei se do
lado da UFMS tá todo mundo aí.
>> É isso que eu ia perguntar agora.
>> Tá bom. A espera mais uns minutinhos.
É o Penha. Quem que é? Quem que é o
Jefers?
>> É o Penha.
>> Chamar ele lá.
>> Não é o mesmo, né?
Foi nem meio.
Foi nem meio.
>> Bom dia.
>> Bom dia.
>> Bom dia.
Opá. Bom dia, pessoal.
>> Bom dia.
>> Bom dia. Bom dia.
>> Volta só mais uma pessoa, né? Espera. Tá
tranquilo.
>> Entra aí, pãozinho. Só falta você. Eu
>> pãozinho.
>> Quem é o pãozinho?
>> Pãozinho.
>> Seu pãozinho
>> é pãozinho do César.
Fala Pedu. Beleza.
Não.
Legal.
Bom, pessoal, acho que podemos começar,
né? Podemos.
>> Eh, bom, Gerson, obrigado. Acho que a
gente teve um contato, né, alguns dias
atrás.
>> Isso.
>> Eh, e a ideia aqui, pessoal, bom, eu e o
Pedro somos da própria Gitlab, né, do
fabricante. O Guilherme tá aqui
representando a Rive junto com o Hélio e
a ideia que são parceiros nossos aqui no
no Brasil, né? E eu sou responsável pelo
governo na parte comercial. Então, a
gente teve um primeiro contato com
Jefferson e com Egon, né, Jeferson?
Eh, apresentando um pouco do da nossa
solução. Vocês são são clientes aí da
versão community, né? E a ideia é
mostrar para vocês um pouquinho do nosso
licenciamento. Nós temos aqui a a versão
Ultimate, que é a mais completa, que ela
ela vai com toda as fitur de segurança,
eh, com com IA também, né? Então, a
ideia é apresentar para vocês o que pode
ter de melhor, né, no ambiente de vocês
e para vocês avaliarem se faz sentido,
né, essa essa evolução, esse
crescimento. E a ideia que é ser bem um
bate-papo bem dinâmico também. Então,
vocês podem interromper, o Pedro vai
fazer uma uma apresentação mais técnica
e eu acho que é interessante é ficar bem
bem dinâmico mesmo. Podem ir tirando
dúvidas e espero que vocês gostem, né?
Não é isso, Pedro?
>> É isso aí.
Mais algum cumplimento, Léo?
>> Não, não, pode ficar à vontade. Eu não
sei se o Jefferson quer falar alguma
coisa, quer
>> perfeito.
>> Comentar, já que a gente teve, imagina.
>> Tá tranquilo. Tem na próxima reunião que
a gente for fazer, nós vamos acrescentar
mais uma pessoa que é a professora
Mariana, que assumiu a diretoria de IA.
Eh,
como ela assumiu depois daquela daquela
nossa conversa, né, a gente acabou
esquecendo dela e hoje de manhã ainda
conversei com o Egon, eu convidei ela,
só que ela já tinha compromisso, ela não
pode participar, mas aí tá tá o Anderson
e a equipe dele, né, que é o pessoal do
dev, o Juliano tem o pé na infra hoje,
hoje ele é o pai do Não, você ainda é
não transferiu para mim ainda é seu do
Cubern. Tem o Jackson também que é que
tá na na equipe da CI e tá toda da
equipe assim, pessoal, pessoal de infra,
o pessoal de segurança,
né, para que eu gostei muito e aí o bom
como não pode tá também tinha outro
compromisso hoje, aí falou não, toca lá,
né, e vamos depois nós vamos ver como é
que nós vamos fazer para pagar essa
conta. Mas vamos vamos primeiro encantar
todo mundo, né? Vender o peixe e como
pagar e depois a gente resolve.
>> Isso é a parte mais fácil, não tem
problema.
>> Espero que seja proveitoso e que vocês
não esqueçam aí, né, eh, depois do
carnaval, de tudo que a gente comentar,
mas se for preciso, a gente faz de novo,
tá?
Seria legal se vocês pudessem gravar,
colocar para gravar para depois a gente
capturar telas, mandar, compartilhar com
fazer um documento.
>> Claro. Eh, quem acho que é o
organizador, não sei se é o Hélio.
>> É o Hélio.
>> O Gui, vê se você consegue gravar aí.
Não, não tô conseguindo. É só você
mesmo. Acabei de ver aqui.
Tem que mudar o
>> É, acho que tem como mudar o o role de
alguém, né? Para
>> Não, eu botei você. Eu botei você, cara.
Eu botei você porque minha internet tá
ruim.
>> Aham. Isso
>> eu não sei se se tiver problema com a
com a internet ele vai parar de gravar.
Acho que não, né?
>> Porque ele fica no servidor.
>> É, vamos ver. Vamos, vamos tocando aí.
>> Vamos lá. Beleza, pessoal.
>> Boa. Antes da gente começar, né, o
Jeferson comentou, né, hoje a gente tem
pessoal de Infrac.
Eh, eu queria saber um pouquinho mais
quem são essas pessoas, né? Quem tá mais
responsável por infra, quem está mais
por sex, comentou o Juliano ali, mais a
parte de cabets, né? Se puderem só
explicar um pouquinho mais, se possível.
Começa você, Anderson. Sua equipe tá
da área de dev, então eu tô diretor de
software.
>> Uhum.
>> E comigo tá o Juliano. Juliano e o
Juvenal. Então,
>> também é um pouco aí debotes.
Juliano.
>> Uhum. tem mexido mais com comernetes,
mas
na área de débit
>> Uhum.
>> E o Juvenal também é é de Devops
e E acho que é isso.
>> Legal.
Aí aqui da nossa equipe, a gente tem o
pessoal da infra que é o o Silon, né,
que que cuida dos dos da infra da da
Nutanic, do Hyperv, da do Proximox,
>> tem o Jackson, que é da parte de Fel,
mas também manja também manja do
Cubernets, também manja do do Gitlab,
usa muito, ensina muito a gente, dá
muita aula pra gente. Aqui tem o Pedro
que trabalha aqui também no na parte de
de devops doer. A gente tem o vamos
começar agora a questão do dos
treinamentos de de cubernetes e
>> Uhum. ampliar mais o Gregório também que
veio, ele é antigão na UFMS, mas eh na
aqui agora, nessa versão nova, ele
voltou agora para cá e
>> a gente vai vai alocar ele na nesse time
de devots também.
>> Aí tem o pessoal da segurança que é o
Eduardo,
o Kelv e o Rafael Penha, né? São os do
time de segurança,
>> né? que que já trabalha um pouco com
isso daí.
>> Perfeito.
>> Ah, e o Rodrigo, que é o antigo chefe do
setor, né, que agora ele volta, volta
pro time, mas ele foi para pras
fileiras, né?
>> Uhum.
>> Ele não tava lá o convite para ele, mas
ele já entrou e tá e ele, o Juliano, os
J, os três J, né? O Juliano, Juvenal e o
Jackson.
>> O Rodrigo sabem tudo lá do do bit lado.
>> Legal. Ah, o Rodrigo então ele não é de
se é isso. Ele é
>> ele é de tudo.
>> Ah, de tudo. Legal. Top.
Perfeito. Perfeito. Ótimo.
>> Ah, vocês estão pondo fé demais em mim,
viu?
Isso não é bom não.
>> Fechado. Não, legal. Essa pergunta
>> como que é a zoeira de ontem. Eu faço
uma coisa por vez só.
>> A gente já sabe para quem direciona as
perguntas então aqui, né?
>> Não, não, não.
>> Foi só uma zoeira ontem só e e chega já.
>> Ah, legal. Só para poder conhecer um
pouquinho melhor.
E hoje do ambiente que vocês usam, né, o
Léo comentou, vocês utilizam a versão
community, né, do Gitlab. Algumas
pessoas aí já t, pelo que você comentou,
já tem experiência aí e bastante
experiência em GitLab, em algumas áreas,
né? E parte de pipeline, de esteira,
vocês usam alguma ferramenta, usam o
próprio Gitlab para se também? Como que
hoje vocês fazem isso?
a gente usa
>> Uhum.
Tá, deixa eu só aqui,
beleza? E no restante do ciclo
desenvolvimento, quando a gente fala de
planejamento de projeto, parte de
segurança, hoje com planejamento de
projeto, que eu digo assim, criação de
eixos, né, tarefas pros debs, na gitlab
como edition você tem, né, uma feature
um pouco mais básica, mas tem de
gerenciamento. Vocês utilizam essa
própria feature da Gitlab mesmo,
utilizam uma ferramenta apartada, um
gira click.
Você
vai fazer uma criança feliz.
A gente tá usando o Redm e também o
pessoal que usa o project. A gente até
deu uma analisada, mas o que tem na
versão ali, talvez até atenderia a
gente, mas como tem toda a gestão de
portfólio, de projeto, as coisas mais
específicas, a gente
>> acaba usando o Mine
>> legal. Qual que é o outro que você
falou? Desculpa, é Open Open Project.
>> Open Project também.
Tá perfeito.
>> Acho pessoal da infra tá usando openo.
>> Ah, legal.
Parte de sec, né? Hoje vocês utilizam
algo relacionado a segurança, parte de
SAS, né? Análise de código fonte com
sonar cube ou alguma coisa do tipo
ou hoje não tem essa parte de SEC?
Sonar.
Tem alguma coisa de segurança que o K
iniciou lá? Acho que o Juliano também.
tava tava vendo algumas coisas paraa
análise de das
vulnerabilidade
das dependências.
>> Uhum.
>> A gente
e a gente tinha iniciado usar a
ferramenta o para mandar esses dados lá.
Beleza. Kévio também quiser falar alguma
coisa que aí
chegar essa parte de ele tava do nosso
lado aqui.
>> Fica tranquilo.
>> A gente tá começando a usar o
SART agora nas pipelines.
>> Uhum.
>> E a gente para componente de terceiros a
gente usa o dependency track,
>> tá?
E a gente vai come tá começando a usar
também na pipeline e secret scan.
>> Ah, perfeito. Eh, desculpa, qual que é o
nome da da ferramenta? Ah, dependence
tracker, né? Você falou
>> dependence track.
>> Tá legal. Vocês vão ver que muito que eu
tô perguntando aqui é porque a gente
como como gitlab comum um todo, a gente
entrega todas as partes, né? A KitLab é
uma plataforma de device ops. Então
quando a gente sai do community, começa
aí por Prim Ultimate,
muito dessas questões hoje que vocês
utilizam com outras ferramentas, caso
faça sentido, a GitLab consolida, tá?
Então eu vou mostrar para vocês o que
que a gente tem e o que que pode ser
consolidado aí e trago como algo nativo.
Ã, e o que você tá usando também o ciclo
de detection, né? O ciclo de scan, você
comentou, né? pipes.
>> A gente tá começando a usar o
gitliaks.
>> Ah, perfeito.
Ótimo. Beleza. Tem mais alguma
informação que vocês acham importante,
compartilhar do ambiente de vocês?
Podemos começar aqui a apresentação do
lado do Gitlab.
Alguma dor específica?
São outras dores aí.
>> Então, fechou. Qualquer coisa é igual
falou, é um bate-papo, tá? Podem me
interromper a hora que for necessário.
Então, eu vou passar um único slide aqui
rápido, só para dar um overview do
GitLab como um todo e depois eu vou
abrir a própria ferramenta pra gente
poder dar uma navegada, tá bom?
Então acho que vocês estão vendo minha
tela. Deixa eu só mudar aqui para eu
poder ver a câmera de vocês no outro
monitor.
Deixa eu abrir aqui.
Vocês estão vendo, né?
>> Beleza.
>> Perfeito. Nesse slide aqui, né? O único
slide que eu pretendo mostrar pra gente
poder não ficar em PPT.
Ele traz o fluxo inteiro da GitLab eh de
ponta a ponta, tá? Então aqui a gente
tem a plataforma de SECOPS que eu
comentei com vocês. A GitLab ela não se
porta como uma ferramenta, assim como
uma plataforma que é uma caixa de
ferramentas, né? Um conjunto de
ferramentas, tá? E aqui a gente vem
desde o plan create do projeto até a
parte de deploy. Então todo o ciclo do
desenvolvimento de software onde vai,
por isso que eu perguntei para vocês a
parte de gerenciamento de projeto, né? a
parte de repositórios ali vocês já
utilizavam no já utiliza no community, a
parte pipelines também questionei,
porque tudo isso que faz parte do ciclo
desenvolvimento software, geralmente
a gente possui no mercado em eh
ferramentas específicas para cada ponto,
né, para cada módulo. Às vezes uma
ferramenta para gerenciamento, outra
para repositório, outra para pipeline,
outra para segurança, outra para
procedir em si, né? uma só para e outra
só para procedir, só para entrega do
software. E a Gitlab ela traz isso tudo
numa caixa só, tá? Então aqui na
esquerda a gente já inicia com a parte
de planejamento.
Dentro da GitLB, a gente tem a parte
épicos, milestones, issues. Eh, o
Anderson comentou que hoje vocês
utilizam headmine, né? E eu acho que tem
alguns projetos, portfólios ali criados
bem específicos do Redmine, que vocês
daram uma analisada na Gitlab ali,
talvez não enxergaram um fit tão grande
ali para poder fazer aquele move, né?
Hoje depois o Léo pode até me
complementar, né? A gente tá em contato
com com o cliente com o mesmo cenário,
tá? Eles têm o Redmind e eles já estão
fazendo a migração eh dos mesmos
conceitos. Obviamente não é um 100%, né?
Mas utilizando o que a gente tem de
épicos, milestones e coisas do tipo para
transferir do Redmine para cá. Então é
possível, tá? é só a questão de da gente
entender realmente o que tá feito e como
a gente passa para cá, mas também nada
obrigatório, só para vocês saberem que a
gente possui a parte de gerenciamento de
projeto dentro da própria GitLab. E essa
integração nativa, depois no final eu
vou mostrar para vocês que faz uma
diferença absurda no uso da AI, tá?
Porque aí ela vai ter mais contexto de
tudo que você tá fazendo. Hoje quando
você utiliza um Rine, por exemplo, a não
ser que o Redmine disponibilize o MCP
Server, eu acredito que eles não possuem
hoje, a IA não consegue acessar as
informações do do Redmine, a não ser que
você tire um print, um copy paste ou
algo do tipo, tá? Mas então, esse aqui
seria o primeiro módulo, gerenciamento
de projeto dentro da Gate Lab. Depois
que a gente já seguindo aqui a parte de
issos, a gente vem pro que a gente chama
de marge request. Isso aqui, acredito
que vocês já estão acostumados com esse
termo, mas só explicando também, para
quem talvez não esteja, o March Request
é o mesmo P request das outras
ferramentas, né, do Bitbook, Tit Hub. A
diferença é que o P request geralmente é
feito no final. Você pega sua branch,
master, clona, cria seu novo código, seu
bug fix, seja o que for, e por último
você vai lá e faz o p request, certo?
Mas o merge de request da gitlab
geralmente é o primeiro. Como assim o
primeiro? Você clona a brand,
criou a sua brand nova, você já cria o
March request antes do seu primeiro
código. Por que que você faria isso? No
community pode ser que ele não tenha
tanta diferença por ter menos
ferramentas, tá? Mas quando a gente vai
pro premium e Ultimate, ele já faz uma
diferença absurda você criar ele desde o
início, porque desde o seu primeiro
commit a gente sobe essa essa linha, né,
para dentro do merge request. E aqui a
gente começa a vir para as ferramentas,
como por exemplo de ciclo de detection e
realtime sust, tá? Então
eh é o Kelvin, né, tinha comentado que
vocês estão iniciando o uso lá do do
gitaks na parte secret detection nas
pipelines. Por exemplo, a gente tem a
parte do secret detection diretamente na
IDE, então ele impede um push ali de um
tokenou, algo do tipo para branch
remoto, tá? Na própria ideia também o
real time sastand
código fonte de vulnerabilidades, né?
Igual o sonar cubo que vocês utilizam
hoje também diretamente na IDE. Então
você já tem esse filtro ali na IDE. E
quando você sobe isso lá para brin
remoto, você começa a rodar os ces
automatizados e a parte CD. Então CD
hoje vocês já utilizam na Gitlab, pelo
que vocês me comentaram, né? No premium
Ultimate você vai ter mais
funcionalidades para poder utilizar,
ambientes protegidos, mais
possibilidades ali de paralelização
também.
E no mesmo pipeline CD vocês possuem a a
opção na versão Ultimate de ter acesso a
scans de seguranças nativa da Gitlab.
Então a gente já teve o CR detection SAS
lá na IDE, né? Mas tava lá na IDE, tava
localmente na máquina da pessoa. Agora
que a gente subiu por brint remota e tá
rodando o nosso pipeline, que é muito
parecido com o que vocês já estão
fazendo, integrando ferramentas
externas, né, no pipeline. Nesse caso, a
Gitlab traria nativo para vocês. Isso já
vocês colocariam a parte do SAS, o CC
detection, o SCA, que é o dependência
scan, né? Mais o SBom, que traz uma
lista de dependência, scan container,
componente de licença e outros, tá? que
não tem todos os escâ.
Mas isso, por que que isso é importante?
Toda troca de contexto a Gitlab entende
como uma perca de produtividade, tá?
Então, a partir do momento que você tá
rodando um scan de segurança, por
exemplo, seu arquivo integrado com a
parte de CD do pipeline da Gitlab, pode
funcionar, mas quando você quer saber o
resultado desse desse scan arquivo, você
tem que necessariamente,
entre aspas, fechar a parte da GitLab,
abrir o seu arquivo ver o resultado e
depois voltar pra Gitlab para poder
resolver isso. E essa troca de contexto
é algo que a Gitlab quebra em todas
essas ferramentas, porque é o feedback
em tempo real, tá? assim que achou as
vulnerabilidades, ele já apita, ele já
bloqueia o merge request, não deixa o D
avançar, se caso for algo crítico, por
exemplo, solicita aprovação de alguém.
Tudo isso eu vou mostrar na ferramenta,
tá? Até aqui tranquilo? Alguma dúvida?
Muito rápido. Tô tentando ser um pouco
mais superficial pra gente poder ir logo
paraa ferramentas aí do dos slides, tá?
Tranquilo.
Tudo certo,
>> fechado.
A gente tem a parte do colaboration
review, então a parte revisão de código,
né? Hoje vocês têm a prática de fazer
revisão de código no sentido de um deve
criar o código e aí um outro deve ali
vir revisar, fazer essa essa essa
curadoria.
Vocês fazem algo do tipo?
>> Depende do time.
>> Depende do time.
>> Não, legal, porque isso hoje para vocês
lá vocês possuem a opção no community já
do review manual, né? review humano, que
é uma pessoa entrar e proativamente
revisar e dar um approve ou não. Mas aí
quando a gente vai para as versões mais
avançadas, a gente tem um review com IA
também, tá? Então, esses times, por
exemplo, que não tm a cultura de fazer o
code review, eh, meio que não, não
precisam realmente criar essa cultura,
porque a IA entra automaticamente, faz a
revisão e aí o dev já tem em tempo real
ali o que que ele pode melhorar ou se já
tá tudo OK para ele poder progredir, tá?
Então você define as suas regras de de
revisão, de requerimento, de qualidade
de código e tudo isso.
Fizemos aqui a parte da do CD. Então
aqui a gente tem outros scanners como
DASH, PS Kirt. Entendo que hoje das
vocês não possuem, né? O DAS é o scan
que ele roda não código, mas na
aplicação já exposta, né? Eles simulam
um hackerzinho lá para tentar derrubar a
aplicação.
Hoje vocês possuem algo de de Dash,
Anderson, Juliano, Kelvin,
>> eu já testei o OASP Zap.
Ah,
>> mas ele não tá na pipeline.
>> Entendi.
Não, perfeito. Aqui ele já estaria
integrado nativamente na pipeline, tá? E
a parte de IPI security também para IPI
em específicos. Mas beleza, aí aprovamos
tudo, fizemos o merge, release criada e
deploy feito. Então, todo o fluxo aqui
da GitLab é criação do projeto ou
gerenciamento de um projeto já existente
até o deploy desse projeto, tá? Tá? seja
em produção, homologção, deve aí aí aí
tem um mundo de informações, né? E aqui
no meio disso tem muito mais outros
detalhes, né? Então a parte de registre,
só que não dá pra gente comentar
sobretudo numa única call, então eu vou
focando no que fizer mais sentido para
vocês, tá? Deixa eu abrir aqui para
vocês a o meu grupo. Pera aí que eu tô
no
Vocês estão vendo o meu navegador, né?
Beleza, eu tô aqui no meu grupo
Ultimate, tá? Que é a versão mais alta
da Gitlab, tá? Tem alguns repositórios e
projetos aqui no aqui dentro. E uma das
primeiras coisas que eu gosto de mostrar
muito é a parte de segurança, tá? Eu
vejo que aqui o o Kelvin respondeu
bastante das suas de segurança aqui, né?
E vejo que vocês estão bem proativos na
procura de de scanners, né? O DAS, mesmo
que não tá no pipeline, o Kvic, comutor
que já testou SAS C detection. Então,
acho legal focar na parte de segurança
hoje também, um dos tópicos, tá? Mas se
caso, Pedro, eu quero ver um pouquinho
sobre tal assunto, me interrompa que a
gente vai para pro outro assunto, tá?
O que eu go gostaria de mostrar aqui
primeiro é o compliance center, tá? O
compliance center, só para explicar para
vocês, é um pouco diferente. É um pouco
diferente, não, né? É, é diferente, tá?
Mas é complementar aos scanos de
segurança de código. Então os escan de
segurança de código, SASH, DASH,
dependência scanning, como o próprio
nome dele diz, ele vai no código para
poder fazer aquela análise. Já isso
daqui que eu tô mostrando, compin
center, ele é uma análise de segurança
do repositório como um todo, que é onde
o código está armazenado, tá? Por que
que isso é importante? Hoje acredito que
vocês tenham aí só internas, por
exemplo, que precisam ser seguidas ou
algo do tipo, né? Então a parte de inist
frameworks de compliance, né? Alguém
aqui na qual não sei se seria contigo
que é óbvio também, mas saberia dizer se
hoje vocês seguem isso de alguma forma,
tem algum controle dessas normativas
hoje internamente aí nos projetos?
>> Hoje a gente é obrigado a seguir os seis
contros.
>> Ah, legal. Uhum.
E hoje como vocês fazem esse controle?
Você sabem me dizer?
Geralmente é manual, tem uma ferramenta
>> bem manual.
>> Ah, entendi. Uhum. Qual que é o objetivo
do Comp, tá? É transformar esse bem
manual, que realmente é bem comum, tá?
Isso não é uma especificidade de vocês
em si. A gente tem empresas gigantes aí
que fazem manualmente ou então confiam
que estão que está OK, né? Quando tem
muitos repositórios. Eh, como que
funciona isso daqui? Você cria aqui um
novo framework. Você pode criar em
branco ou importar um já existente, tá?
Então a gente tem uma lista aqui de
alguns templates já pronto que você pode
reutilizar. Você comentou que é é o sis,
né, Kelvin? Eu não sei se é esse
específico aqui, mas se não for se não
for essa versão, você pode também
customizar, tá?
Beleza? Se você dá um create blank
framework aqui, você pode colocar um
nome para ele, uma descrição, uma cor e
os requerimentos. Aqui nos
requerimentos, vamos supor que você não
tem um template lá parecido com o que
vocês seguem, né? E você quer fazer do
zero, não tem problema nenhum. Você pode
colocar aqui o requerimento 1.1, por
exemplo, uma descrição e quais controles
que ele vai ver no seu repositório. De
novo, ele não é uma análise de código,
ele é uma análise de repositório, tá? De
projeto como um todo. Então aqui ele vai
falar pro requerimento um estar em
conformidade, quais controles precisam
estar OK? Aí eu coloco, ó, pelo menos
duas aprovações precisam estar setadas
como defundo esse repositório. Então eu
só aceito se os merg quest tiverem duas
aprovações ali no mínimo antes de de ser
mergeadas.
Outro controle que eu quero, a branch
delion tem que tá desabilitado. Não
quero que ninguém delete branks aqui no
nesse projeto. Quando eu crio esse
requerimento, eu tô dizendo que o
requerimento 1.1 aqui eu coloquei uma
descrição aleatória, só vai estar OK se
esses dois controles estiverem OK, tá?
Aqui eu tô criando do zero na mão para
casos bem específicos e customizados,
mas como eu mostrei, a gente tem
templates para para vários já criado.
Então ISO 27001, NIST, SOC 2, PCI, que é
a parte mais de cartão de crédito. E aí,
por exemplo, se eu venho aqui em status,
eu consigo ver aqui é do PCI mesmo, que
ele já tá aqui o meu Java demo um
controle de um falho do requerimento 1.
8.6.
Ele fala aqui, esse description é a
parte de de senhas e tal, precisa ser,
não pode ter scripts hardcoded e para
isso eu preciso ter o meu circu
detection rodando, tá? Então aqui hoje
você que o K comentou que vocês estão
utilizando ali testando com gitaks, a
Gitlab teria o ciclo detection próprio
aqui que você colocaria para rodar de
forma nativa, sem precisar integrar com
nada externo na pipeline, tá?
E aí ele te traz a documentação de como
você habilita isso. Então o objetivo
desse cara aqui não é bloquear, ele não
vai travar os repositórios porque isso
daqui não tá com conformidade. Ele é
informativo. Ele vai trazer a informação
de que não tá em conformidade. Você
consegue exportar esses relatórios para
facilitar, né, no final do dia e fica
muito mais fácil de você saber
exatamente quais projetos não estão,
quais controles estão pendentes e como
ativar esses controles que estão
pendentes. você deixa de fazer o bem
manual, né, igual vocês comentaram, para
algo bem automatizado, que é basicamente
você falar, pô, esse PCI aqui que hoje
tá seguindo Java Demo, vai mais 10
projetos seguir o mesmo PCI. Você
adiciona ele nos projetos,
tá? E aí 10 minutos depois ali, 5
minutos depois que você adicionou, ele
já termina o scan em todos os projetos e
você já consegue ver o status um por um
do que que falta para você tá em
conformidade. Aí você tem os filtros
para agrupar por projeto, framework,
requerimento e assim por diante. Faz
sentido isso que eu tô mostrando para
vocês aqui? É algo fora?
>> Faz, faz sentido.
>> Legal. Eh, eu tô, eu tô gostando
bastante, mas eh por enquanto você tá só
na parte do dev, então só o
>> É, sim, sim. Uhum.
>> eu, por exemplo, eu tô eu tô aguardando
aquelas aquelas funidades mais de infra
que é o da minha equipe, né? Mas eu
entendo
>> equipe tem que ser o grupo todo, não é
só só um. Sim, sim, sim. No no quando
você fala de infra, Jefferson, o que que
você que você quer quer dizer assim no
sentido da parte de de DevOps, da parte
CSDI?
>> Exatamente. A parte de monitoramento às
vezes acontece um incidente
>> e fica analisando os logs, né? Então
aquela parte de relatório de logs lá que
o
>> que o Leonardo tinha mostrado para nós.
>> Uhum.
Legal. Perfeito. Aqui eu tô dentro do
meu projeto, tá? o o Java demo aqui.
Aqui quando eu clico no meu IML, esse
GitLab C, eu tenho aqui a parte do CD.
Então hoje vocês comentaram que vocês já
utilizam o CSD da GitLab, né? Eh, não
sei se em todos os projetos, mas isso
aqui é um exemplo simples de um de um de
um pipeline onde já tem uns stage build,
test, deploy. Deixa eu só mudar a branch
aqui
para poder pegar uma branch um pouco
mais completinha.
Aqui
já nessa nessas linhas dos includes.
Isso daqui eu tenho cinco scanners de
segurança já integrados aqui nativamente
com o meu pipeline, tá? com a parte CS
de devols. Isso daqui facilmente poderia
ser a duas, a três integrações de
ferramentas externas diferentes e a
gente transforma em zero integrações
para cinco importes de templates de
segurança e todos eles os scanners
separados onde você consegue definir
profundidade e touda via variável, né?
Customizar esses templates, tá?
Aqui eh já eu começo a criar uma parte
um pouco mais exposta aqui de demo, né?
um um uma exposição de um de um load
balancer ali no gor
a minha aplicação. E eu uso um carinha
quando eu faço build, né? Euo meu
contêiner aqui, faço o scanner desse
contêiner de segurança para ver se tá
OK, se tem alguma vulnerabilidade nele
ou não, porque tem o container scan aqui
na própria gitlab e cria o que a gente
chama de review app. O review app é algo
bem legal, que ele é um deploy efêmero.
Então ele pega a aplicação, ele joga na
infra de forma temporária, então no seu
cluster cbnets, por exemplo, tá? Cria um
name space lá,
você testa, vai ter um botãozinho de
play que você vai abrir lá a URL
exposta, por isso que eu tava criando o
load balancer aqui, né? Para poder criar
um external IP.
E no final do teste, testei tudo OK,
você dá um stop review, ele chama o job
de baixo. E o job de baixo, o que que
ele vai fazer? dele só vai deletar o
name space como um todo do do Kubernet e
vai apagar a minha aplicação toda ali
que eu criei temporária. Então, review
appes mais rápido durante a parte do
pipeline, já direto na infra, a infra
mais próxima possível de produção, no
caso aqui que a gente fala que seria
audio homolog, né? Então você já joga na
na intermediária ali de homologação,
review app, testa e e apaga.
E no final do dia você tem esse
monitoramento aqui diretamente no
pipeline, tá?
Tá aqui alguma dúvida?
Só
>> fiquei curioso para saber qual que era o
registry aí o próprio Gitlab, no caso.
>> Ah, sim, o próprio Gitlab ele tem
registro, tá? Ele tem um container
regist, então ele tem container regist,
ele tem package register, ele tem o
terraform modules registry. Então não
sei se vocês utilizam muito terraform
hoje, Jefferson e Jackson na parte de
infra, mas a gente tem a parte de
módulos de terraform também para
gerenciamento disso, states de
terraform, tá? Então é bem completo,
aquilo que eu falei, naquele slide a
gente mostra um superficial, né, que
tem, mas tem muito mais coisa, tá?
>> E a partir de MCP, Pedro
>> Uhumis que a gente não tem nada a
>> Uhum.
Isso
>> sim, a GitLab, ela tem um MCP Server que
ela expõe para poder outros agentes e
outras consumirem,
>> mas o próprio Gitlab DU, ele consome o
MCP interno da GitLab, onde você
consegue fazer qualquer coisa dentro da
GitLab com a própria EI da GitLab, tá?
Aí quando eu chegar na parte da EI aqui,
você vai ver que eu posso perguntar
sobre o planejamento, ela vai saber me
responder. Posso perguntar sobre
pipeline, ela vai saber me ajudar a
criar meu pipeline e resolver e fazer
trouble shoot do meu CSG.
Não, não viu, mano. Tô tentando.
Cadê o povo do nobreake? Agora tem que
arrumar o nobreak que aguenta a pancada.
Oi
>> não, até o o meu meu 4G, meu 5G aqui
oscilou agora.
>> 5G não tá
>> não entrou. Demorou para caramba.
me livrar
vendo mais
pegou uma fonte velha
reiniciar lá, hein?
Prova o meu, hein?
>> É só
que dorm o qu, rapaz?
Dorm
o Lab é full offs, cara. Lev só dormir.
Acho que todos de volta aí.
Beleza.
>> Não sei se tá dando microfonin para todo
mundo.
Acho que acho que o Giliano tá dando
retorno.
>> Ah, fica tranquilo.
>> Microfone.
>> Acho que agora já tá todo mundo aqui.
>> É, acho que agora voltou e já todo
mundo.
>> Não, legal. Só recapitulando para quem
caiu, né, eu tava falando com o Juliano
aqui da parte de registro, tá? Então ele
tinha perguntado aqui a questão do que
que a Gitlab tem como registry. Então a
gente tem a parte de container registry,
package registry, a parte de model para
machine learning também e modelos de de
machine learning, terraform modules
paraa parte de infra, tá? Como código,
terraform states. E aí o Juliana
comentou da parte do Nexus, né, que hoje
eles usam lá a parte do pack de
registry, por exemplo, para poder salvar
pacotes Maven,
eh, npm e outras linguagens. A gente
também tem isso, tá? Aí o que eu tava
mostrando aqui, a gente tem um package
registry e o nosso package registry
também é universal, tá? Então a gente
tem pro Maven, node Python também tem um
genérico. Então assim, ah, uma linguagem
muito fora do comum, a gente tem o
genérico também que aceita qualquer tipo
de de pacote eh ali dentro, tá? E tudo
isso é nativo. Então o legal é que do
lado de infra falando um pouquinho aqui,
óbvio que assim tudo que a gente fala
aqui vai envolver, né, dev, infra, sec,
tudo na mesma caixa, porque é o papel do
gitlab, mas o lado infra dizendo, quando
eu jogo isso daqui, tá vendo que eu tô
criando aqui, deixa eu pegar o meu
build, quando eu tô criando o meu
contêiner,
para eu poder fazer o o deploy dele, o
upload dele dentro do meu registro, é
muito mais fácil do que fosse num
registro externo, porque eu consigo
fazer, cadê o meu minha minha brint
aqui, cara? Perdi minha brintã
aqui, porque você consegue utilizar o
que a gente chama do C job token, né?
Então, um token que é criado pelo
própria pela própria instância ali do
pipeline, pel aquele running que ele tá
fazendo, você cria um token. Então aqui,
por exemplo, eu tô criando e já passando
a o C registre image, o commit sh daqui
e tudo isso já tá sendo autenticado pelo
próprio pipeline, tá? E aí, por isso que
eu já tô jogando dentro do meu registro
aqui. Então eu não preciso expor
credencial, não preciso usar Vult, não
preciso usar variável eh CSG, nada do
tipo, porque isso já fica nativo aqui e
o pipeline tem acesso ao próprio
registro do projeto, tá? Então isso fica
bem mais instantâneo, digamos assim.
Juliana, eu respondi sua dúvida sobre o
registro?
>> Eu sim, obrigado. Tá
>> nada.
Beleza? E de novo, pessoal, vai me
interrompendo e perguntando sobre o
assunto que faz mais sentido para vocês,
porque aquilo que o que o J comentou,
tem um pouquinho de cada área aqui,
então a gente vai falando um pouquinho
de cada. Então eu falei um pouco de SEC
ali da parte compliance center, né, que
hoje é um algo bem manual ali para
controle da do SIS, né, que vocês
comentaram. E a gente pode fazer isso de
forma bem automatizada ali com o
compliance center. Os scan de segurança
hoje vocês estão testando ali utilizando
de ferramentas externas, gitonar cube,
eh, o dependência tracker e tudo isso a
gente tem nativamente como templates
aqui para serem importados no próprio
pipeline CSD e serem utilizados de forma
nativa, tá? Como funcionam os resultados
disso? Quando a gente abre o Marg
request aqui, que é o nosso, né, o
centralizador das informações que eu
cometei com vocês, você tem aqui eh já
um resumo de segurança. Então, por
exemplo, uma política travando e
falando, ó, o seu o seu código só vai
adiante se uma pessoa específica quer
aprovar, no caso, sou eu mesmo, eu
coloquei como aprovador, mas seria um
time de SEC, por exemplo, quantas
vulnerabilidades novas foram
encontradas. Isso daqui é um dos grandes
diferenciais do ser nativo, tá? do ser
junto com a Gitlab, porque isso daqui é
algo de sec, é algo de SEC, mas é algo
que o pessoal de dev tem uma visão
instantânea comparado quando você fala
com ferramentas externas e a troca de
contas que eu comentei anteriormente,
tá? Então o dev, ele subiu, ele já
consegue ver o que que tem de
vulnerabilidade no código dele e o que
que ele tem que corrigir. Pode falar,
Jackson.
>> Ah, eh, essa parte de scan de
vulnerabilidade são feitas nas imagens
também.
Isso na
>> dos contêiners, né, no caso,
>> isso no job separado, né? Então eles são
jobs separados, contêiners separados. E
aí, por exemplo, se você tá usando a
gitlab, falando um pouquinho mais de
infra agora, tá? Também a gitlab a gente
tem a parte de runners, né? Então você
pode executar o seu job, o seu contêiner
e dentro de um de um runner kit lab, que
é um runner e compartilhado, digamos
assim, ou no seu próprio, né? seja numa
nuvem, na WS, no GCP, ou seja um
premsey. Então você consegue instalar
esse runner onde você quiser e escolher
onde você vai rodar esse job. Então no
mesmo pipeline você pode ter o job de
segurança rodando na máquina X YZ e os
jobs de build de contêiner rodando na
numa máquina um premis, por exemplo. Aí
é o que o que fizer mais sentido
estrategicamente falando no lado de
infra performance, isolamento e coisa do
tipo, tá?
>> Respondi a sua dúvida, Jackson.
É, não é porque eu gosto de usar, por
exemplo, ferramenta triv para verificar
CVS de contêiner, sabe?
>> Perfeito.
Isso é ele ele roda diretamente aqui o
pro container scan em específico. Você
coloca aqui, ó, o caminho, deixa eu
abrir aqui para você, do registre, tá?
Por exemplo, vamos supor que vocês não
estejam utilizando o registro da Gitlab,
sem problema. Você pode só apontar para
onde está o contêiner que você quer
fazer a parte do contêiner scanning, que
é o que o Triv faria, tá? Então ele já
roda para cá. Tá vendo que eu tô
passando a variável CS image, que é o o
registry image, o caminho mais o commit
ah, que é o a tag que eu coloquei para
ele. Eu tô falando que ele precisa do
build job, ou seja, ele só vai rodar o
container scan depois que o build job
acontecer, que é o build que vai gerar o
contêiner para mim, tá?
E aqui como resultado disso de
segurança, onde que eu roda esse contain
scanning? Quando você abre o merge
request aqui, você tem centralizado,
como eu tava comentando, o pipeline. Ele
tá com warning aqui, com aviso, mas não
é erro, né? Ele passou o teste com
alguns warns. Ele tá com a política de
aprovação de segurança travada porque
encontrou vulnerabilidades, 13 novas
aqui.
E se eu clico aqui no pipeline, eu vejo
detalhamento sobre os jobs. Então aqui
nesses pipeline específico, ele só rodou
eh scanner de segurança, tá? Aí não
rodou build nem nada do tipo. Nesse
pipeline específico. O contêiner scan em
específico. Eu tinha dado um pause nele,
eu cancelei ele que eu queria que o
resultado viesse ser rápido. Então ele
tá pausado aqui, mas eu posso abrir
outro outro outro merge. Mas aqui eu tô
rodando o quê? O SAT para infra como
código que é o scanner de código fonte
mas para terraformable e helm sharts.
Não sei se vocês utilizam hoje realm
shart em cabinets, tá? Eh, mas tem, eu
acho que o Juliano comentou que vocês
utilizam o Argid para
pro de
>> A gente tá usando com customiz. A gente
não tá usando real.
>> Ah, com custou mais. Entendi.
>> É,
>> mas hoje vocês possuem IMOs em
repositório, é isso, né? Que é onde o
órg vai buscar.
>> É, é um repositório à parte. A gente
decidiu manter assim, sabe? A gente tem
um grupo separado, não fica dentro do
projeto lá. E a gente não tá usando
secret no Zemo, isso a gente não tá
versionando ainda. Entendi.
>> Já tentamos com SOPs, mas ia ficar muito
trabalhoso. De repente, se tiver
>> alguma coisa que você possa mostrar aí
que facilite essa esse trabalho de
manter secret do Cubernets em
repositório também.
>> É interessante.
>> Legal.
>> Legal. É, essa questão, mesmo que não
seja realm shart, só por ser emos, a
gente consegue utilizar, por exemplo, e
colocar para rodar, pode ser esquedo
lado, como é um repostitório que eu
entendi que é apartado, ele é um pouco
menos eh
auditado, eu acho, né? Um repostório um
pouco mais isolado ali, mas você
consegue rodar de esquerda do lado,
tipo, ah, todo dia, tal hora você roda
um SAT e Iac para ele poder procurar
vulnerabilidades naqueles imos. Então,
às vezes ele vai trazer que você tem um
lá do Camer que você tá permitindo
escalonamento de permissão, né? Ou seja,
você tá dando permissão zero lá, que é a
permissão máxima, por exemplo, pro
contêiner fazer o que ele quiser lá na
pro seu cluster. Então você consegue
coletar esses essas informações que são
detalhes do dia a dia que a gente deixa
passar, né? Ou então às vezes padrões
que a gente vai replicando sem perceber
e consegue ter essa noção do do scanner.
Quando você abre o security aqui, ele
vai trazer exatamente isso, ó. Por
exemplo, de SA ele encontrou 11
vulnerabilidades. De dependência ele
encontrou 43. E aí eu consigo filtrar
aqui, porque aqui eu tô vendo que o meu
código tá no meu merge, aquela brand
separada. Não tô vendo o código de
produção ainda. Esse é o meu código, o
novo que eu tô desenvolvendo. Isso que é
legal. Você consegue separar tanto os
scanners pelo código novo quanto pelo
código de produção. O código de
produção, ele vai ficar aqui no vability
report do projeto. Isso daqui é o que tá
no código novo. E aqui você já consegue
ver o CVE, os resultados dos scâers.
Acho que isso aqui faz bastante sentido
pro Kelvin, né, que ele comentou que
tava vendo a parte de pipelines com
segurança. Quando você clica aqui, por
exemplo, esse aqui é o Docker file, ele
encontrou um um uma vulnerabilidade no
meu Docker file.
Eu posso dar um create issue direto
daqui. Ele já vai criar uma issue na
parte de planejamento, que seria um um
substituto do head para vocês aqui nesse
caso, tá? Essa iso já tá criada como
confidencial. Já posso assignar eu
mesmo, por exemplo, para resolver isso.
Aí já vem a parte de AI. Eu já consigo
gerar o mer request com o do. que é
quando eu clico aqui, ele já vai gerar a
branch, o código, a solução e o
marketing request para mim
automaticamente dessa vulnerabilidade,
tá? Então isso é isso é bem legal.
Ã, a gente tem mais 10 minutinhos. Eu
queria saber aqui que de com vocês, não
sei se o Jefferson ele conseguiu se
conectar, Jefferson, a parte de infra
que você comentou que você tava sentindo
falta, eh, não sei se você pegou a os
últimos as últimas conversas, tá fazendo
sentido?
>> Uhum. É, é que é que, como eu disse, por
enquanto você mostrou bastante a parte
ali da do pessoal do
>> Sim.
>> Uhum.
>> O Juliano, como ele já trabalhou aqui,
agora foi para lá, agora só que a gente
inverteu, aí o Kelvin era de lá do dev
veio agora para para cá e tá segurança.
Então a gente tem
>> tem pessoas que que que caminham dos
dois lados.
>> Legal. Eh,
o que eu o que eu gostaria de ver é essa
parte de integração. A gente sabe que é
um desafio fazer
>> todas as equipes conversarem entre si,
>> né, e e trabalhar em em conjunto.
>> Mas v que nós podemos ter de ferramenta
de produtividade, diminuir o nosso
trabalho pra gente poder se dedicar mais
em outras outras coisas. Então, ah, eh,
por exemplo, ah, ficar verificando os
logs do dos servidores,
>> eh, que, que a gente fez o post, por
exemplo, a gente tem ambiente de
homologação antes de colocar em
produção.
>> Perfeito.
>> Verificar tudo o que tá acontecendo ali.
Eu lembro de uma um negócio que o que o
Leonardo mostrou para nós, que ele uma
IA que varria,
>> verificava os logs ali e ó, isso aqui
pode dar problema. Eu eu não lembro
exatamente o que que era que ele mostrou
na apresentação,
>> mas eu não sentindo uma coisa bem
>> Foi foi o o o Léo Léo Rocha, né?
>> Isso, Léo Rocha.
Léo, é só me confirma que você mostrou
foi essa questão do da Itanalist. é as
polis que você consegue fazer a uma
varredura, consegue colocar aquelas
métricas, né, para que ela faça
varredura eh durante o processo e e
consiga interromper. Foi nesse sentido
que eu que eu apresentei. Você mostrou
um pouquinho ali já.
>> É, eu mostrei. É, isso era uma parte
mais voltada à SEC, né?
>> Mas eu acho que eu eu entendi o que o o
Jefferson comentou aqui. Acho que você
tá vendo aqui, né, Jefferson? A parte de
um pouco mais de monitoramento, isso
aqui não é de infra no geral. ainda vai
paraa parte de DevOps, só para comentar
que a gente tem a parte de Doraamrix,
então para saber como está fazendo a a
produtividade de da esteira, mas a
produtividade da esteira também tá
vinculada à infra, porque é a infra que
vai suportar essa essa essa performance
e produtividade, tá? E quando a gente
fala aqui de monitoramento, por exemplo,
a gente tem integração direta com os
nossos cluster cabets. Então, por
exemplo, eu posso abrir o cluster, o
cabnet clusters aqui. Nesse caso, ele
não tá conectado aqui, mas deixa eu ver
se eu consigo abrir pelo menos um
histórico. Eu tenho um environment, eh,
que é o environment é um ambiente, né,
que eu crio dentro da git. Eu chamei ele
de production. Esse environment de
production, sempre quando eu jogo para
production, vinculo a ele, porque é ele
que vai me trazer as métricas de DevOps
que que eu mostrei anteriormente. E ele
tá vinculado ao meu cluster cameras, tá?
Então aqui eu consigo ter um overview,
ele não vai carregar porque tá
desconectado, mas dá para você só ter
uma ideia aqui que ele vai trazer os
pods meus que estão de pé e os services
desse cabet, tá? E um deployment
history. Então aqui no caso pensa o
seguinte, a gitlab ela não vai te trazer
uma visão completa da sua infra.
substituindo um datadog, um Prometeus,
um ferramentas de observabilidade, tá?
Mas o que ela traz são resumos que fazem
mais sentido possível no Debs, como por
exemplo aqui, pô, esse meu cluster de
produção, como que ele tá performando? E
um e um resumo sobre ele, mas mais
profundidade, quem iria trazer logs a
própria ferramenta de profissabilidade
aqui. Ele não tá mostrando para mim, mas
se ele mostrasse um pod, eu consigo
abrir o pod e ver os logs dele em tempo
real, tá? Isso eu consigo ver. Isso é
legal. é que aqui realmente ele não tá
conectado, então eu vou ficar devendo
essa essa demonstração. Mas você abre o
pod, você vê os os logs, você abre o
serv, você vê os logs também. Só que
quero ver mais do que isso, né? Quero
ver os deployments em específico, os
meus réplica sets, aí a gente tem que
abrir a própria infra ou utilizar uma
outra ferramenta específica para isso. A
gente tem um negócio bem legal aqui,
acho que ele não tá habilitado nesse meu
projeto,
mas de observability no geral, tá?
observability no sentido que a gitab ela
se integra. Deixa eu ver porque que ele
não tá aparecendo. Deixa eu ver no a
nível de grupos aqui. Observability
setup.
Ó, eu posso dar um enable observability
aqui, mas ele vai pedir uma solicitação
no e-mail porque ainda tá em beta, tá?
Mas isso que te leva o servility, ele
vai, ele pode fazer o papel para você de
um APM performance, a parte de
distribute tracing, ele vai centralizar
logs, ele começa a fazer um pouco mais
desse papel das ferramentas externas
como data do Dog que eu comentei,
Prometeus, coisa do tipo, através do
Open Telemetry, tá? Então ele é 100%
integrado com Open Telemetry, então você
consegue jogar as informações para cá,
você faz a instrumentação com Open
Telemetry para dentro da GitLab. Então,
de novo, o objetivo da GitLab não é
substituir necessariamente essas
ferramentas mais robustas de
obserabilidade, mas complementar elas
trazendo o máximo de informação possível
aqui para dentro para que quando você
tenha que sair para lá para fora seja
seja somente em casos mais críticos.
Realmente faz sentido? Fez mais sentido
isso que eu mostrei agora?
Sim, essa parte aí é muito boa.
Um monte de sistemas que fica junto
pedaço para poder entregar um relatório
para diretoria, a gente já tem alguma
coisa e rápido, né? É isso aí. É isso
aí. E aqui eu tô a nível de grupo, tá?
Então, a nível de grupo aqui eu consigo
ter uma uma centralização dos projetos
abaixo ali e da infra que esses projetos
estão rodando, tá? E aí, o que você
comentou sobre Iferson? É muito aqui. Aí
eu vou aproveitar para mostrar aqui eh
para todas as áreas, tá? Seja
planejamento, seja para segurança,
porque a IAI ela vai englobar todo esse
contexto que a gente tá falando. Você
percebeu que tudo que eu naveguei aqui,
eu não saí da GitLab, eu só mudei a aba,
né? Seja a parte de issos que eu quero
ver aqui, a parte de planejamento de
projeto, eu tô na mesma ferramenta
ainda. Seja a parte de SEC, eu só vou
mudando as abas. Seja a parte de CSG,
seja a parte de código, eu só mudo pro
repositório.
Então, o que que isso faz? Ele traz
contexto para mim. Quando eu abro o chat
do Gitlab do DU, aqui embaixo, ele tá
usando o que a gente chama do o de o do
LLM da Cloud Ops, tá? Da Antropic. Então
o modelo de linguagem
>> de novo.
>> Caíram. Eu caí. Tão me ouvindo?
>> Eu tô ouvindo.
>> Eu tô aqui.
Acho que foi o Pedro. Acho que o Pedro
que caiu,
>> mas aproveitando, né, até ele retornar,
esse essa questão que ele ia comentar
aqui da da IA é bem interessante que eu
acho que aí, Jefferson, vai também no
que eu comentei, né? Quando você tem
toda uma integração de de projetos, de
desenvolvimento, segurança, essa essa
base ela ela é alimentada na IA e a
gente consegue entregar isso mais
assertivo. Então você consegue fazer
buscas, né, de validação de
vulnerabilidade dentro de um código, eh,
de projeto. Olha, entrou um
desenvolvedor novo, ele quer saber como
é que tá o projeto, como é que tá o
desenvolvimento. com perguntas em texto,
claro, assim, em texto simples, né? Você
consegue fazer essas perguntas e a Iá te
traz, né, essa esse contexto te traz
toda a as respostas. Isso é bem legal,
tá
bom? Ainda bem que o Pedro caiu no
finalzinho, né? Certo. Mas aí aí na
próxima a gente esmiuça mais e aí a
o pessoal do do IA também vai est
participando, eles vão perguntar
bastante para vocês.
>> Legal. E a gente acabou de lançar um
produto, né, de a que é a parte
agêntica, né? Então você pode tanto ter
um agente de A para fazer integrações,
como você pode ter também agentes ali
para essas questões, né, essas perguntas
e tal e até mesmo, né, dizer o que você
gostaria. Oi, Pedro.
>> Minha a minha internet agora que caiu
aqui, desligou tudo aqui o Mô, desculpa,
pessoal. Não,
>> mas eu eu deu uma
>> Uhum. um briefing rápido aqui.
>> Eh, mas pode pode continuar de onde você
parou aí só para para até qual o que foi
a última coisa que vocês escutaram que
eu tava falando? Só para eu
>> Não, é justamente quando você tava
abrindo aí a para iniciar um chat.
>> Ah, tá. E eu tava falando sobre a
diferença, né, do Copality curso e das
LM. Não sei se vocês pegaram essa parte.
>> Não, você tinha você tinha acabado de
abrir ali. Tô vendo lá.
>> Ah, tá. Isso. Então, eu tava falando
aqui, aqui a gente tá usando a parte da
Ll de mercado, né? Não são LLMs próprios
Gitlab aqui. E qual que é a diferença de
um curso com filet, outras ferramentas
que utilizam às vezes o mesmo LLM? É o
contexto, tá? Então a Gitlab, tudo isso
que eu mostrei para vocês aqui, tá tudo
na mesma caixa, igual eu reforcei um
pouquinho antes de abrir o chat aqui.
Então eu posso perguntar o que eu quiser
para ele. Então eu posso vir aqui para
ele e abrir o Security Analyst, que é o
meu agente de segurança, tá? Não sei se
ó, se eu não sei se eu caí aí, mas asas
câmeras fecharam. Acho que eu não caí
não, né? Vocês estão me ouvindo, né?
>> Não, estão ouvindo? Não, tá.
>> Ah, fechou
>> aí. Beleza. Ouvindo.
>> E aqui no chat eu posso perguntar, por
exemplo, qual top três vulnerabilidades
do projeto Java Demo. Tá, tô fazendo de
segurança aqui, mas pensa que é a mesma
coisa, chefe, se eu perguntar para ele
dos logs debilidade, quais foram os
últimos logs nos últimos 30 dias, por
exemplo, no da ferramenta XPTO, tá?
Então aqui ele vai rodar o MCP interno
que eu comentei com vocês e ele vai
trazer aqui ele tá, eu tô, eu nem tô
dentro do projeto, ele entrou no projeto
Java Demon para mim, fez análise e me
trouxe, tá? E eu posso abrir aqui. E
tudo que eu tô mostrando aqui, eu também
tenho acesso no VS Code. Aqui no VS Code
eu tenho o mesmo chat para conversar com
ele. Então o dev ou outras outras IDs
também, tá? O dev, ele pode durante o
dia a dia do desenvolvimento dele
perguntar sobre sec, perguntar sobre
infra, perguntar sobre o parte de
pipelines, perguntar sobre o próprio
código, né, para poder gerar código,
explicar o código, coisas do tipo. E as
pessoas que não estão no dev em si, tem
aqui como criar os próprios agentes,
assim como os devs também conseguem, por
exemplo, um agente de planejamento. Eu
quero planejar meu dia, né? Eu quero
saber quais tarefas mais importantes ali
para eu poder entregar eh no dia de hoje
ser mais produtivo. A gente tem um
agente de planner, o agente de
segurança, o agente de data analist, tá
vendo? Então aqui, ó, que que ele faz?
Ele analisa dados do GitLab e cria aqui
relatórios a partir do GitLab Carry
aqui, Carry Language. Então ele cria por
exemplo, o seu projeto baseado em
informações de quanto tempo a ISO demora
para abrir, eh que iso aberto demora
para fechar, né? Tem outros analítics
aqui dentro, não tanto de de infra, mas
de de ciclos no momento como um todo, de
produtividade do dev também, tá? Então a
gente tem a observar infra, tem a
observabilidade do dev, tem
observabilidade de segurança.
A gente chegou no limite do tempo, não
quero atrapalhar vocês, não sei se vocês
vão ter outra agenda, mas o objetivo
aqui era mostrar um pouquinho de cada
área, né? E aí, pô, gostei muito do SEC,
Pedro. Vamos marcar uma só para falar de
SEC, gostei muito da parte de infra, vou
marcar uma parte só de infra, né? Eu
acho que o objetivo aqui era dar um
overview.
e a parte de também, né?
>> Boa. É isso mesmo, Pedro. Eh, e a ideia
é essa, né? São muitas áreas, eh, muito,
muito, muitos assuntos aqui que tem que
passar rapidamente,
>> mas, a intenção foi essa e eu acho que a
participação de todo mundo aí foi bem
legal de diversas áreas também,
justamente para vocês terem um pouco de
de ideia do que que a gente tem, né, na
na nas versões na versão Ultimate. E se
fizer sentido para vocês, a gente tem
diversos próximos passos, né? a gente
pode eh fazer outras demonstrações mais
direcionadas para cada área. A gente tem
a possibilidade de fazer uma POV que a
gente chama, né, que é a prova de valor,
porque o conceito vocês já têm, né,
vocês já usam o Gitlab Community, mas a
gente pode ativar uma licença para
vocês, para vocês usarem tudo isso que
foi apresentado aqui no ambiente de
vocês, né, ou num ambiente apartado em
SAS, não tem problema. Eh, mas
justamente para vocês terem essa essa
experiência e e o conhecimento ali no
junto, principalmente com a IA, com
projetos, né? Se fizer sentido para
vocês, a gente pode pensar nos próximos
passos aí.
>> Sim. Ainda tem algumas coisas para
aprofundar em EA, tá? Só para dar um
contexto para vocês.
Eu escutei, não sei se alguém ia falar
alguma coisa. Eu eu mas essa essa
licença já ativa direto na community
nossa, sem precisar
mexer em nada ou
>> ou tem que
>> ou tem que,
sei lá, rebuildar o o que a gente tem
>> hoje. O community que vocês possuem é é
self manager, é isso? É um é um premis
ou é SAS?
>> É um premise.
>> Tá. E e é community edition mesmo ou é
aquele enterprise edition mais só que
free?
>> Community edition e tá em container.
>> Uhum.
>> Ah, tá. O que teria que fazer é o
community edition ele tem que se
transformar em Enterprise Edition, tá?
Mas vocês não precisam refazer tudo. Tem
um um uma dooc que ele faz a a migração
disso, tá? Depois é só para ele virar
Enterprise. Aí depois que ele virou
Enterprise Edition, aí só ativar o
código de licença que o Léo liberar para
vocês e aí vocês têm acesso a todas as
funcionalidades,
>> tá? E depois que vencer a licença
>> volta dos,
>> ele só volta, ele só apaga entre aspas,
né? Ele só deixa de você ter acesso às
às funcionalidades anteriores, mas o seu
projeto, as coisas continuam a mesma
coisa. Ele só volta pro free,
>> tá? Ah, ele volta pro pras
funcionalidades free, né?
>> Isso aí, isso aí.
>> Entendi.
>> Isso aí. A vantagem de vocês usarem no
ambiente é que vocês conseguem
aproveitar a base ali e no dia a dia,
né? Porque quando a gente sobe um
ambiente apartado,
eh, muitas vezes no dia a dia vocês têm
outras atividades e não vão acabar
usando, né, simulando ali como seria,
mas eh das duas formas, claro que no SAS
seria até mais fácil, né, para não ser
tão intrusivo, mas eh foi o que o Pedro
falou, a gente pode ativar essa licença
e ela ela fica ali por 60 dias, de 30 a
60 dias, liberada para vocês e depois
vocês voltam.
Ah, pra versão que vocês já utilizam.
>> Isso aí.
Aqui eu tô abrindo esse projeto,
Juliano, só para mostrar que você tinha
comentado. Eu lembrei que eu tô tava
montando a parte do dependência proxy
com Maven, com package de registro.
Então aqui eu tenho, tá vendo que ele
trouxe dependência para caramba, que é
do Maven Central para fazer o cash aqui
para mim no pack de register. E aí eu eu
reutilizo daqui através do depend, tá?
Então é bem bem legal isso. Os builds
ficam bem mais rápido. Eu posso usar o
cash no próprio pipeline ainda para
aumentar ainda mais essa essa
velocidade. Tudo isso impacta, né? Já no
final do dia em infra, porque você tem
um consumo menor da infra, né? Então se
você tem um pipeline mais rápido e você
consome menos tempos de de infra, você
tem um um menor custo ali no final do
dia também, tá?
>> Mas é isso, tem muita coisa a partir de
a gente consegue criar catálogo, né? Eu
comentei com vocês, agentes próprios.
Então aqui são agentes criados já pela
própria Gitlab, mas vocês podem criar,
por exemplo, Pedro, eu hoje eu faço um
trabalho muito repetitivo de, sei lá, de
escrever documentação, tá falando
falando algo básico aqui, mas assim,
você pode criar um agente para escrever
documentação com base nos critérios que
você segue para poder criar as
documentações. E aí você utiliza esse
agente a hora que você quiser para ele
poder te auxiliar nesse nessas nesses
trabalhos repetitivos, revisão de código
e tudo o resto. Eu
acho que agora a gente vai a gente vou
vou conversando e o e vamos conversando
com
>> Uhum.
>> Estamos Estão me ouvindo bem?
>> Sim.
>> Eh,
>> estamos sim.
>> E a gente segmentar mais, né? ver mais
equipe e fazer reuniões mais segmentadas
com com os times e fazer o planejamento
aí combinar com IB com Anderson pra
gente ver uma data, ver como que nós
vamos fazer, fazer esse planejamento pra
gente começar essa brincadeira, testar.
E eu acredito, eu gostei muito do que eu
pesquisei, eu gostei muito, muito mesmo.
Eu já tinha uma um uma vontade de
implantar o IAOPS aqui, né?
E e surgiu como veio, caiu no colo assim
como uma bênção, veio para mim e falei:
"Não, isso aqui vocês vão me ajudar, né,
plantar a cultura aqui dentro e e a
gente vai tocando." A universidade vai
vai
>> vai desenvolver bastante em relação a
isso.
>> E o legal, a Gitlab, ela tem releases
novas já a cada um mês, dois meses, às
vezes a cada duas semanas. Então assim,
tem novidade sempre a parte de
observability que eu mostrei para você,
por exemplo, é algo bem recente e que tá
evoluindo bem rápido. A parte Ga também
ficou em GA, né, lançamento oficial dia
15 de janeiro, se eu não me engano.
Então, completando um mês agora e e o
pessoal já tá muito maduro já em todas
essas features, cara.
>> É, teve uma um lançamento que o Leonardo
tinha mandado, mas foi dia 10, que eu
não consegui. Dia 10 foi um um calço,
não consegui ver nada. Hum. Tranquilo.
>> Até depois, depois eu vou pedir para
você
>> ficou gravado alguma coisa para ficou
assim. Calma.
>> Ficou ficou. E também a gente quando for
falar de a sessão de a gente a gente vai
comentar justamente desse desse produto.
Acho que vai ficar mais até mais claro,
tá bom? Mas legal, pessoal. Então eu
depois eu eu mando o e-mail, tá,
Jefferson, vendo os próximos passos e me
colocando à disposição aí pra gente dar
continuidade, tá?
>> Combinado. Então, alguém tem alguma
coisa para falar, para perguntar?
>> Quero só agradecer, pessoal. Eu peço
desculpas aí que eu tô tô eu tô em
trânsito aí, tá meio ruim aqui a
chamada, tá? Mas a gente conseguiu
gravar direitinho e se alguém precisar
aí da gravação, eu já repasso a gravação
para joia. É, compartilha de qualquer
forma com todo mundo aí.
>> Beleza.
>> Combinado. Então,
>> obrigado. Um bom dia.
>> Obrigado, pessoal.
>> Obrigado, pessoal. Obrigado.
>> Boas festas.
>> Bom dia aí. Boas festas para todos.
Tchau.
>> Tchau.
>> Valeu, pessoal. Bom carnaval aí. Falou.
>> Até mais. Tchau. Tchau.
Sal. M.
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