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260213 - Reunião GitLab 2

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1:02

Bom dia, senhores.

1:07

>> Bom dia.

1:09

>> Bom dia.

1:16

>> Pedi só mais um minutinho pro restante

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do pessoal entrar, que tá aqui com o

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convidado.

1:24

e

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o nosso arquiteto também que vai fazer a

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apresentação do lado da Gitlab.

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Ainda não, só entrar na sala.

2:15

Oi.

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>> Ela tem, ela tem outro convite. É porque

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ela entrou, ela assumiu depois que a

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gente já tinha marcado coisa e tal. E

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ontem à noite que eu lembrei, mas aí na

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próxima eu aí ela ela eu chamo ela.

2:38

>> Bom dia. Bom dia, pessoal. Bom dia.

2:42

>> Bom dia, pessoal. Tudo bom?

2:45

>> Olá. Fala

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aéreo.

2:51

>> Tudo bem, Léo? Beleza.

2:52

>> Tranquilo. E com vocês?

2:55

>> Bom demais, Léo. Tô com a internet meio

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ruim, cara. Eh, se por acaso eu caí,

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como é mais técnico, né? De qualquer

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jeito, o Guilherme tá aí junto, né, com

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vocês. Tá bom.

3:05

>> Tá bom.

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Vou tentando acompanhar aqui, mas a

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internet tá muito ruim.

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>> Tô esperando o Pedro chegar também da

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Guit para poder demonstrar.

3:19

>> Só mais uns minutinhos. Eu não sei se do

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lado da UFMS tá todo mundo aí.

3:25

>> É isso que eu ia perguntar agora.

3:29

>> Tá bom. A espera mais uns minutinhos.

3:36

É o Penha. Quem que é? Quem que é o

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Jefers?

3:39

>> É o Penha.

3:41

>> Chamar ele lá.

3:48

>> Não é o mesmo, né?

3:54

Foi nem meio.

3:56

Foi nem meio.

4:05

>> Bom dia.

4:07

>> Bom dia.

4:08

>> Bom dia.

4:22

Opá. Bom dia, pessoal.

4:27

>> Bom dia.

4:28

>> Bom dia. Bom dia.

4:31

>> Volta só mais uma pessoa, né? Espera. Tá

4:33

tranquilo.

4:44

>> Entra aí, pãozinho. Só falta você. Eu

4:48

>> pãozinho.

4:48

>> Quem é o pãozinho?

4:49

>> Pãozinho.

4:51

>> Seu pãozinho

4:54

>> é pãozinho do César.

5:21

Fala Pedu. Beleza.

5:25

Não.

5:51

Legal.

5:53

Bom, pessoal, acho que podemos começar,

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né? Podemos.

5:57

>> Eh, bom, Gerson, obrigado. Acho que a

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gente teve um contato, né, alguns dias

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atrás.

6:02

>> Isso.

6:03

>> Eh, e a ideia aqui, pessoal, bom, eu e o

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Pedro somos da própria Gitlab, né, do

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fabricante. O Guilherme tá aqui

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representando a Rive junto com o Hélio e

6:15

a ideia que são parceiros nossos aqui no

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no Brasil, né? E eu sou responsável pelo

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governo na parte comercial. Então, a

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gente teve um primeiro contato com

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Jefferson e com Egon, né, Jeferson?

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Eh, apresentando um pouco do da nossa

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solução. Vocês são são clientes aí da

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versão community, né? E a ideia é

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mostrar para vocês um pouquinho do nosso

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licenciamento. Nós temos aqui a a versão

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Ultimate, que é a mais completa, que ela

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ela vai com toda as fitur de segurança,

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eh, com com IA também, né? Então, a

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ideia é apresentar para vocês o que pode

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ter de melhor, né, no ambiente de vocês

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e para vocês avaliarem se faz sentido,

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né, essa essa evolução, esse

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crescimento. E a ideia que é ser bem um

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bate-papo bem dinâmico também. Então,

7:05

vocês podem interromper, o Pedro vai

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fazer uma uma apresentação mais técnica

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e eu acho que é interessante é ficar bem

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bem dinâmico mesmo. Podem ir tirando

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dúvidas e espero que vocês gostem, né?

7:17

Não é isso, Pedro?

7:19

>> É isso aí.

7:22

Mais algum cumplimento, Léo?

7:24

>> Não, não, pode ficar à vontade. Eu não

7:25

sei se o Jefferson quer falar alguma

7:27

coisa, quer

7:28

>> perfeito.

7:29

>> Comentar, já que a gente teve, imagina.

7:30

>> Tá tranquilo. Tem na próxima reunião que

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a gente for fazer, nós vamos acrescentar

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mais uma pessoa que é a professora

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Mariana, que assumiu a diretoria de IA.

7:39

Eh,

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como ela assumiu depois daquela daquela

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nossa conversa, né, a gente acabou

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esquecendo dela e hoje de manhã ainda

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conversei com o Egon, eu convidei ela,

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só que ela já tinha compromisso, ela não

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pode participar, mas aí tá tá o Anderson

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e a equipe dele, né, que é o pessoal do

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dev, o Juliano tem o pé na infra hoje,

8:01

hoje ele é o pai do Não, você ainda é

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não transferiu para mim ainda é seu do

8:06

Cubern. Tem o Jackson também que é que

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tá na na equipe da CI e tá toda da

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equipe assim, pessoal, pessoal de infra,

8:14

o pessoal de segurança,

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né, para que eu gostei muito e aí o bom

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como não pode tá também tinha outro

8:24

compromisso hoje, aí falou não, toca lá,

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né, e vamos depois nós vamos ver como é

8:29

que nós vamos fazer para pagar essa

8:30

conta. Mas vamos vamos primeiro encantar

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todo mundo, né? Vender o peixe e como

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pagar e depois a gente resolve.

8:39

>> Isso é a parte mais fácil, não tem

8:40

problema.

8:42

>> Espero que seja proveitoso e que vocês

8:45

não esqueçam aí, né, eh, depois do

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carnaval, de tudo que a gente comentar,

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mas se for preciso, a gente faz de novo,

8:51

tá?

8:53

Seria legal se vocês pudessem gravar,

8:55

colocar para gravar para depois a gente

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capturar telas, mandar, compartilhar com

9:03

fazer um documento.

9:05

>> Claro. Eh, quem acho que é o

9:07

organizador, não sei se é o Hélio.

9:09

>> É o Hélio.

9:12

>> O Gui, vê se você consegue gravar aí.

9:15

Não, não tô conseguindo. É só você

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mesmo. Acabei de ver aqui.

9:22

Tem que mudar o

9:25

>> É, acho que tem como mudar o o role de

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alguém, né? Para

9:29

>> Não, eu botei você. Eu botei você, cara.

9:32

Eu botei você porque minha internet tá

9:33

ruim.

9:34

>> Aham. Isso

9:36

>> eu não sei se se tiver problema com a

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com a internet ele vai parar de gravar.

9:40

Acho que não, né?

9:41

>> Porque ele fica no servidor.

9:43

>> É, vamos ver. Vamos, vamos tocando aí.

9:45

>> Vamos lá. Beleza, pessoal.

9:48

>> Boa. Antes da gente começar, né, o

9:52

Jeferson comentou, né, hoje a gente tem

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pessoal de Infrac.

9:55

Eh, eu queria saber um pouquinho mais

9:57

quem são essas pessoas, né? Quem tá mais

9:59

responsável por infra, quem está mais

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por sex, comentou o Juliano ali, mais a

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parte de cabets, né? Se puderem só

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explicar um pouquinho mais, se possível.

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Começa você, Anderson. Sua equipe tá

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da área de dev, então eu tô diretor de

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software.

10:24

>> Uhum.

10:24

>> E comigo tá o Juliano. Juliano e o

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Juvenal. Então,

10:30

>> também é um pouco aí debotes.

10:33

Juliano.

10:34

>> Uhum. tem mexido mais com comernetes,

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mas

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na área de débit

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>> Uhum.

10:42

>> E o Juvenal também é é de Devops

10:48

e E acho que é isso.

10:50

>> Legal.

10:54

Aí aqui da nossa equipe, a gente tem o

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pessoal da infra que é o o Silon, né,

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que que cuida dos dos da infra da da

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Nutanic, do Hyperv, da do Proximox,

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>> tem o Jackson, que é da parte de Fel,

11:11

mas também manja também manja do

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Cubernets, também manja do do Gitlab,

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usa muito, ensina muito a gente, dá

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muita aula pra gente. Aqui tem o Pedro

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que trabalha aqui também no na parte de

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de devops doer. A gente tem o vamos

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começar agora a questão do dos

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treinamentos de de cubernetes e

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>> Uhum. ampliar mais o Gregório também que

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veio, ele é antigão na UFMS, mas eh na

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aqui agora, nessa versão nova, ele

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voltou agora para cá e

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>> a gente vai vai alocar ele na nesse time

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de devots também.

11:52

>> Aí tem o pessoal da segurança que é o

11:55

Eduardo,

11:56

o Kelv e o Rafael Penha, né? São os do

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time de segurança,

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>> né? que que já trabalha um pouco com

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isso daí.

12:08

>> Perfeito.

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>> Ah, e o Rodrigo, que é o antigo chefe do

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setor, né, que agora ele volta, volta

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pro time, mas ele foi para pras

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fileiras, né?

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>> Uhum.

12:20

>> Ele não tava lá o convite para ele, mas

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ele já entrou e tá e ele, o Juliano, os

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J, os três J, né? O Juliano, Juvenal e o

12:30

Jackson.

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>> O Rodrigo sabem tudo lá do do bit lado.

12:34

>> Legal. Ah, o Rodrigo então ele não é de

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se é isso. Ele é

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>> ele é de tudo.

12:39

>> Ah, de tudo. Legal. Top.

12:45

Perfeito. Perfeito. Ótimo.

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>> Ah, vocês estão pondo fé demais em mim,

12:50

viu?

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Isso não é bom não.

12:58

>> Fechado. Não, legal. Essa pergunta

13:00

>> como que é a zoeira de ontem. Eu faço

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uma coisa por vez só.

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>> A gente já sabe para quem direciona as

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perguntas então aqui, né?

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>> Não, não, não.

13:11

>> Foi só uma zoeira ontem só e e chega já.

13:16

>> Ah, legal. Só para poder conhecer um

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pouquinho melhor.

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E hoje do ambiente que vocês usam, né, o

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Léo comentou, vocês utilizam a versão

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community, né, do Gitlab. Algumas

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pessoas aí já t, pelo que você comentou,

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já tem experiência aí e bastante

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experiência em GitLab, em algumas áreas,

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né? E parte de pipeline, de esteira,

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vocês usam alguma ferramenta, usam o

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próprio Gitlab para se também? Como que

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hoje vocês fazem isso?

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a gente usa

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>> Uhum.

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Tá, deixa eu só aqui,

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beleza? E no restante do ciclo

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desenvolvimento, quando a gente fala de

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planejamento de projeto, parte de

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segurança, hoje com planejamento de

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projeto, que eu digo assim, criação de

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eixos, né, tarefas pros debs, na gitlab

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como edition você tem, né, uma feature

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um pouco mais básica, mas tem de

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gerenciamento. Vocês utilizam essa

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própria feature da Gitlab mesmo,

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utilizam uma ferramenta apartada, um

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gira click.

14:20

Você

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vai fazer uma criança feliz.

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A gente tá usando o Redm e também o

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pessoal que usa o project. A gente até

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deu uma analisada, mas o que tem na

14:36

versão ali, talvez até atenderia a

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gente, mas como tem toda a gestão de

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portfólio, de projeto, as coisas mais

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específicas, a gente

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>> acaba usando o Mine

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>> legal. Qual que é o outro que você

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falou? Desculpa, é Open Open Project.

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>> Open Project também.

14:55

Tá perfeito.

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>> Acho pessoal da infra tá usando openo.

15:00

>> Ah, legal.

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Parte de sec, né? Hoje vocês utilizam

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algo relacionado a segurança, parte de

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SAS, né? Análise de código fonte com

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sonar cube ou alguma coisa do tipo

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ou hoje não tem essa parte de SEC?

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Sonar.

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Tem alguma coisa de segurança que o K

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iniciou lá? Acho que o Juliano também.

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tava tava vendo algumas coisas paraa

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análise de das

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vulnerabilidade

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das dependências.

15:34

>> Uhum.

15:34

>> A gente

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e a gente tinha iniciado usar a

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ferramenta o para mandar esses dados lá.

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Beleza. Kévio também quiser falar alguma

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coisa que aí

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chegar essa parte de ele tava do nosso

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lado aqui.

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>> Fica tranquilo.

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>> A gente tá começando a usar o

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SART agora nas pipelines.

16:04

>> Uhum.

16:04

>> E a gente para componente de terceiros a

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gente usa o dependency track,

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>> tá?

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E a gente vai come tá começando a usar

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também na pipeline e secret scan.

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>> Ah, perfeito. Eh, desculpa, qual que é o

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nome da da ferramenta? Ah, dependence

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tracker, né? Você falou

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>> dependence track.

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>> Tá legal. Vocês vão ver que muito que eu

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tô perguntando aqui é porque a gente

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como como gitlab comum um todo, a gente

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entrega todas as partes, né? A KitLab é

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uma plataforma de device ops. Então

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quando a gente sai do community, começa

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aí por Prim Ultimate,

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muito dessas questões hoje que vocês

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utilizam com outras ferramentas, caso

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faça sentido, a GitLab consolida, tá?

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Então eu vou mostrar para vocês o que

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que a gente tem e o que que pode ser

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consolidado aí e trago como algo nativo.

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Ã, e o que você tá usando também o ciclo

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de detection, né? O ciclo de scan, você

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comentou, né? pipes.

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>> A gente tá começando a usar o

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gitliaks.

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>> Ah, perfeito.

17:10

Ótimo. Beleza. Tem mais alguma

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informação que vocês acham importante,

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compartilhar do ambiente de vocês?

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Podemos começar aqui a apresentação do

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lado do Gitlab.

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Alguma dor específica?

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São outras dores aí.

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>> Então, fechou. Qualquer coisa é igual

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falou, é um bate-papo, tá? Podem me

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interromper a hora que for necessário.

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Então, eu vou passar um único slide aqui

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rápido, só para dar um overview do

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GitLab como um todo e depois eu vou

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abrir a própria ferramenta pra gente

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poder dar uma navegada, tá bom?

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Então acho que vocês estão vendo minha

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tela. Deixa eu só mudar aqui para eu

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poder ver a câmera de vocês no outro

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monitor.

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Deixa eu abrir aqui.

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Vocês estão vendo, né?

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>> Beleza.

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>> Perfeito. Nesse slide aqui, né? O único

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slide que eu pretendo mostrar pra gente

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poder não ficar em PPT.

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Ele traz o fluxo inteiro da GitLab eh de

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ponta a ponta, tá? Então aqui a gente

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tem a plataforma de SECOPS que eu

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comentei com vocês. A GitLab ela não se

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porta como uma ferramenta, assim como

18:37

uma plataforma que é uma caixa de

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ferramentas, né? Um conjunto de

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ferramentas, tá? E aqui a gente vem

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desde o plan create do projeto até a

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parte de deploy. Então todo o ciclo do

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desenvolvimento de software onde vai,

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por isso que eu perguntei para vocês a

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parte de gerenciamento de projeto, né? a

18:51

parte de repositórios ali vocês já

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utilizavam no já utiliza no community, a

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parte pipelines também questionei,

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porque tudo isso que faz parte do ciclo

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desenvolvimento software, geralmente

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a gente possui no mercado em eh

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ferramentas específicas para cada ponto,

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né, para cada módulo. Às vezes uma

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ferramenta para gerenciamento, outra

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para repositório, outra para pipeline,

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outra para segurança, outra para

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procedir em si, né? uma só para e outra

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só para procedir, só para entrega do

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software. E a Gitlab ela traz isso tudo

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numa caixa só, tá? Então aqui na

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esquerda a gente já inicia com a parte

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de planejamento.

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Dentro da GitLB, a gente tem a parte

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épicos, milestones, issues. Eh, o

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Anderson comentou que hoje vocês

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utilizam headmine, né? E eu acho que tem

19:34

alguns projetos, portfólios ali criados

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bem específicos do Redmine, que vocês

19:39

daram uma analisada na Gitlab ali,

19:41

talvez não enxergaram um fit tão grande

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ali para poder fazer aquele move, né?

19:45

Hoje depois o Léo pode até me

19:46

complementar, né? A gente tá em contato

19:49

com com o cliente com o mesmo cenário,

19:51

tá? Eles têm o Redmind e eles já estão

19:53

fazendo a migração eh dos mesmos

19:56

conceitos. Obviamente não é um 100%, né?

19:59

Mas utilizando o que a gente tem de

20:01

épicos, milestones e coisas do tipo para

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transferir do Redmine para cá. Então é

20:05

possível, tá? é só a questão de da gente

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entender realmente o que tá feito e como

20:10

a gente passa para cá, mas também nada

20:13

obrigatório, só para vocês saberem que a

20:15

gente possui a parte de gerenciamento de

20:16

projeto dentro da própria GitLab. E essa

20:18

integração nativa, depois no final eu

20:21

vou mostrar para vocês que faz uma

20:22

diferença absurda no uso da AI, tá?

20:25

Porque aí ela vai ter mais contexto de

20:27

tudo que você tá fazendo. Hoje quando

20:29

você utiliza um Rine, por exemplo, a não

20:31

ser que o Redmine disponibilize o MCP

20:32

Server, eu acredito que eles não possuem

20:34

hoje, a IA não consegue acessar as

20:37

informações do do Redmine, a não ser que

20:39

você tire um print, um copy paste ou

20:40

algo do tipo, tá? Mas então, esse aqui

20:43

seria o primeiro módulo, gerenciamento

20:45

de projeto dentro da Gate Lab. Depois

20:47

que a gente já seguindo aqui a parte de

20:48

issos, a gente vem pro que a gente chama

20:49

de marge request. Isso aqui, acredito

20:51

que vocês já estão acostumados com esse

20:52

termo, mas só explicando também, para

20:55

quem talvez não esteja, o March Request

20:57

é o mesmo P request das outras

20:58

ferramentas, né, do Bitbook, Tit Hub. A

21:01

diferença é que o P request geralmente é

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feito no final. Você pega sua branch,

21:07

master, clona, cria seu novo código, seu

21:10

bug fix, seja o que for, e por último

21:12

você vai lá e faz o p request, certo?

21:15

Mas o merge de request da gitlab

21:16

geralmente é o primeiro. Como assim o

21:18

primeiro? Você clona a brand,

21:21

criou a sua brand nova, você já cria o

21:23

March request antes do seu primeiro

21:25

código. Por que que você faria isso? No

21:28

community pode ser que ele não tenha

21:29

tanta diferença por ter menos

21:31

ferramentas, tá? Mas quando a gente vai

21:33

pro premium e Ultimate, ele já faz uma

21:36

diferença absurda você criar ele desde o

21:37

início, porque desde o seu primeiro

21:39

commit a gente sobe essa essa linha, né,

21:41

para dentro do merge request. E aqui a

21:43

gente começa a vir para as ferramentas,

21:45

como por exemplo de ciclo de detection e

21:47

realtime sust, tá? Então

21:51

eh é o Kelvin, né, tinha comentado que

21:54

vocês estão iniciando o uso lá do do

21:55

gitaks na parte secret detection nas

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pipelines. Por exemplo, a gente tem a

21:59

parte do secret detection diretamente na

22:01

IDE, então ele impede um push ali de um

22:03

tokenou, algo do tipo para branch

22:05

remoto, tá? Na própria ideia também o

22:07

real time sastand

22:10

código fonte de vulnerabilidades, né?

22:12

Igual o sonar cubo que vocês utilizam

22:14

hoje também diretamente na IDE. Então

22:17

você já tem esse filtro ali na IDE. E

22:19

quando você sobe isso lá para brin

22:21

remoto, você começa a rodar os ces

22:22

automatizados e a parte CD. Então CD

22:25

hoje vocês já utilizam na Gitlab, pelo

22:26

que vocês me comentaram, né? No premium

22:28

Ultimate você vai ter mais

22:30

funcionalidades para poder utilizar,

22:31

ambientes protegidos, mais

22:33

possibilidades ali de paralelização

22:35

também.

22:36

E no mesmo pipeline CD vocês possuem a a

22:40

opção na versão Ultimate de ter acesso a

22:42

scans de seguranças nativa da Gitlab.

22:45

Então a gente já teve o CR detection SAS

22:46

lá na IDE, né? Mas tava lá na IDE, tava

22:49

localmente na máquina da pessoa. Agora

22:51

que a gente subiu por brint remota e tá

22:52

rodando o nosso pipeline, que é muito

22:54

parecido com o que vocês já estão

22:56

fazendo, integrando ferramentas

22:57

externas, né, no pipeline. Nesse caso, a

22:59

Gitlab traria nativo para vocês. Isso já

23:02

vocês colocariam a parte do SAS, o CC

23:04

detection, o SCA, que é o dependência

23:06

scan, né? Mais o SBom, que traz uma

23:09

lista de dependência, scan container,

23:12

componente de licença e outros, tá? que

23:14

não tem todos os escâ.

23:17

Mas isso, por que que isso é importante?

23:21

Toda troca de contexto a Gitlab entende

23:24

como uma perca de produtividade, tá?

23:28

Então, a partir do momento que você tá

23:29

rodando um scan de segurança, por

23:30

exemplo, seu arquivo integrado com a

23:32

parte de CD do pipeline da Gitlab, pode

23:35

funcionar, mas quando você quer saber o

23:37

resultado desse desse scan arquivo, você

23:39

tem que necessariamente,

23:41

entre aspas, fechar a parte da GitLab,

23:43

abrir o seu arquivo ver o resultado e

23:44

depois voltar pra Gitlab para poder

23:46

resolver isso. E essa troca de contexto

23:48

é algo que a Gitlab quebra em todas

23:51

essas ferramentas, porque é o feedback

23:53

em tempo real, tá? assim que achou as

23:55

vulnerabilidades, ele já apita, ele já

23:57

bloqueia o merge request, não deixa o D

23:59

avançar, se caso for algo crítico, por

24:00

exemplo, solicita aprovação de alguém.

24:03

Tudo isso eu vou mostrar na ferramenta,

24:04

tá? Até aqui tranquilo? Alguma dúvida?

24:08

Muito rápido. Tô tentando ser um pouco

24:10

mais superficial pra gente poder ir logo

24:11

paraa ferramentas aí do dos slides, tá?

24:13

Tranquilo.

24:16

Tudo certo,

24:17

>> fechado.

24:19

A gente tem a parte do colaboration

24:20

review, então a parte revisão de código,

24:23

né? Hoje vocês têm a prática de fazer

24:25

revisão de código no sentido de um deve

24:27

criar o código e aí um outro deve ali

24:29

vir revisar, fazer essa essa essa

24:31

curadoria.

24:33

Vocês fazem algo do tipo?

24:38

>> Depende do time.

24:40

>> Depende do time.

24:42

>> Não, legal, porque isso hoje para vocês

24:45

lá vocês possuem a opção no community já

24:47

do review manual, né? review humano, que

24:50

é uma pessoa entrar e proativamente

24:51

revisar e dar um approve ou não. Mas aí

24:54

quando a gente vai para as versões mais

24:55

avançadas, a gente tem um review com IA

24:57

também, tá? Então, esses times, por

24:59

exemplo, que não tm a cultura de fazer o

25:01

code review, eh, meio que não, não

25:05

precisam realmente criar essa cultura,

25:08

porque a IA entra automaticamente, faz a

25:10

revisão e aí o dev já tem em tempo real

25:13

ali o que que ele pode melhorar ou se já

25:16

tá tudo OK para ele poder progredir, tá?

25:18

Então você define as suas regras de de

25:20

revisão, de requerimento, de qualidade

25:22

de código e tudo isso.

25:24

Fizemos aqui a parte da do CD. Então

25:27

aqui a gente tem outros scanners como

25:29

DASH, PS Kirt. Entendo que hoje das

25:31

vocês não possuem, né? O DAS é o scan

25:33

que ele roda não código, mas na

25:37

aplicação já exposta, né? Eles simulam

25:39

um hackerzinho lá para tentar derrubar a

25:40

aplicação.

25:42

Hoje vocês possuem algo de de Dash,

25:45

Anderson, Juliano, Kelvin,

25:54

>> eu já testei o OASP Zap.

25:59

Ah,

26:00

>> mas ele não tá na pipeline.

26:03

>> Entendi.

26:05

Não, perfeito. Aqui ele já estaria

26:06

integrado nativamente na pipeline, tá? E

26:09

a parte de IPI security também para IPI

26:11

em específicos. Mas beleza, aí aprovamos

26:14

tudo, fizemos o merge, release criada e

26:16

deploy feito. Então, todo o fluxo aqui

26:18

da GitLab é criação do projeto ou

26:22

gerenciamento de um projeto já existente

26:23

até o deploy desse projeto, tá? Tá? seja

26:26

em produção, homologção, deve aí aí aí

26:29

tem um mundo de informações, né? E aqui

26:31

no meio disso tem muito mais outros

26:33

detalhes, né? Então a parte de registre,

26:35

só que não dá pra gente comentar

26:37

sobretudo numa única call, então eu vou

26:39

focando no que fizer mais sentido para

26:41

vocês, tá? Deixa eu abrir aqui para

26:45

vocês a o meu grupo. Pera aí que eu tô

26:48

no

26:51

Vocês estão vendo o meu navegador, né?

26:54

Beleza, eu tô aqui no meu grupo

26:56

Ultimate, tá? Que é a versão mais alta

26:59

da Gitlab, tá? Tem alguns repositórios e

27:02

projetos aqui no aqui dentro. E uma das

27:05

primeiras coisas que eu gosto de mostrar

27:06

muito é a parte de segurança, tá? Eu

27:08

vejo que aqui o o Kelvin respondeu

27:11

bastante das suas de segurança aqui, né?

27:12

E vejo que vocês estão bem proativos na

27:15

procura de de scanners, né? O DAS, mesmo

27:18

que não tá no pipeline, o Kvic, comutor

27:19

que já testou SAS C detection. Então,

27:23

acho legal focar na parte de segurança

27:25

hoje também, um dos tópicos, tá? Mas se

27:27

caso, Pedro, eu quero ver um pouquinho

27:29

sobre tal assunto, me interrompa que a

27:31

gente vai para pro outro assunto, tá?

27:34

O que eu go gostaria de mostrar aqui

27:35

primeiro é o compliance center, tá? O

27:37

compliance center, só para explicar para

27:39

vocês, é um pouco diferente. É um pouco

27:41

diferente, não, né? É, é diferente, tá?

27:44

Mas é complementar aos scanos de

27:46

segurança de código. Então os escan de

27:48

segurança de código, SASH, DASH,

27:50

dependência scanning, como o próprio

27:52

nome dele diz, ele vai no código para

27:54

poder fazer aquela análise. Já isso

27:57

daqui que eu tô mostrando, compin

27:58

center, ele é uma análise de segurança

27:59

do repositório como um todo, que é onde

28:02

o código está armazenado, tá? Por que

28:04

que isso é importante? Hoje acredito que

28:06

vocês tenham aí só internas, por

28:08

exemplo, que precisam ser seguidas ou

28:10

algo do tipo, né? Então a parte de inist

28:14

frameworks de compliance, né? Alguém

28:16

aqui na qual não sei se seria contigo

28:19

que é óbvio também, mas saberia dizer se

28:21

hoje vocês seguem isso de alguma forma,

28:23

tem algum controle dessas normativas

28:25

hoje internamente aí nos projetos?

28:29

>> Hoje a gente é obrigado a seguir os seis

28:32

contros.

28:34

>> Ah, legal. Uhum.

28:37

E hoje como vocês fazem esse controle?

28:38

Você sabem me dizer?

28:40

Geralmente é manual, tem uma ferramenta

28:42

>> bem manual.

28:44

>> Ah, entendi. Uhum. Qual que é o objetivo

28:48

do Comp, tá? É transformar esse bem

28:51

manual, que realmente é bem comum, tá?

28:53

Isso não é uma especificidade de vocês

28:55

em si. A gente tem empresas gigantes aí

28:57

que fazem manualmente ou então confiam

28:59

que estão que está OK, né? Quando tem

29:02

muitos repositórios. Eh, como que

29:04

funciona isso daqui? Você cria aqui um

29:07

novo framework. Você pode criar em

29:09

branco ou importar um já existente, tá?

29:11

Então a gente tem uma lista aqui de

29:13

alguns templates já pronto que você pode

29:15

reutilizar. Você comentou que é é o sis,

29:17

né, Kelvin? Eu não sei se é esse

29:18

específico aqui, mas se não for se não

29:21

for essa versão, você pode também

29:23

customizar, tá?

29:29

Beleza? Se você dá um create blank

29:31

framework aqui, você pode colocar um

29:32

nome para ele, uma descrição, uma cor e

29:34

os requerimentos. Aqui nos

29:35

requerimentos, vamos supor que você não

29:37

tem um template lá parecido com o que

29:38

vocês seguem, né? E você quer fazer do

29:40

zero, não tem problema nenhum. Você pode

29:41

colocar aqui o requerimento 1.1, por

29:43

exemplo, uma descrição e quais controles

29:47

que ele vai ver no seu repositório. De

29:49

novo, ele não é uma análise de código,

29:51

ele é uma análise de repositório, tá? De

29:53

projeto como um todo. Então aqui ele vai

29:55

falar pro requerimento um estar em

29:57

conformidade, quais controles precisam

29:59

estar OK? Aí eu coloco, ó, pelo menos

30:02

duas aprovações precisam estar setadas

30:04

como defundo esse repositório. Então eu

30:06

só aceito se os merg quest tiverem duas

30:07

aprovações ali no mínimo antes de de ser

30:10

mergeadas.

30:11

Outro controle que eu quero, a branch

30:14

delion tem que tá desabilitado. Não

30:15

quero que ninguém delete branks aqui no

30:18

nesse projeto. Quando eu crio esse

30:20

requerimento, eu tô dizendo que o

30:22

requerimento 1.1 aqui eu coloquei uma

30:24

descrição aleatória, só vai estar OK se

30:26

esses dois controles estiverem OK, tá?

30:30

Aqui eu tô criando do zero na mão para

30:32

casos bem específicos e customizados,

30:35

mas como eu mostrei, a gente tem

30:36

templates para para vários já criado.

30:38

Então ISO 27001, NIST, SOC 2, PCI, que é

30:42

a parte mais de cartão de crédito. E aí,

30:44

por exemplo, se eu venho aqui em status,

30:46

eu consigo ver aqui é do PCI mesmo, que

30:48

ele já tá aqui o meu Java demo um

30:50

controle de um falho do requerimento 1.

30:52

8.6.

30:54

Ele fala aqui, esse description é a

30:55

parte de de senhas e tal, precisa ser,

30:58

não pode ter scripts hardcoded e para

31:01

isso eu preciso ter o meu circu

31:02

detection rodando, tá? Então aqui hoje

31:05

você que o K comentou que vocês estão

31:07

utilizando ali testando com gitaks, a

31:09

Gitlab teria o ciclo detection próprio

31:10

aqui que você colocaria para rodar de

31:12

forma nativa, sem precisar integrar com

31:13

nada externo na pipeline, tá?

31:16

E aí ele te traz a documentação de como

31:18

você habilita isso. Então o objetivo

31:20

desse cara aqui não é bloquear, ele não

31:22

vai travar os repositórios porque isso

31:23

daqui não tá com conformidade. Ele é

31:26

informativo. Ele vai trazer a informação

31:27

de que não tá em conformidade. Você

31:29

consegue exportar esses relatórios para

31:31

facilitar, né, no final do dia e fica

31:35

muito mais fácil de você saber

31:36

exatamente quais projetos não estão,

31:38

quais controles estão pendentes e como

31:40

ativar esses controles que estão

31:41

pendentes. você deixa de fazer o bem

31:44

manual, né, igual vocês comentaram, para

31:46

algo bem automatizado, que é basicamente

31:49

você falar, pô, esse PCI aqui que hoje

31:50

tá seguindo Java Demo, vai mais 10

31:53

projetos seguir o mesmo PCI. Você

31:56

adiciona ele nos projetos,

31:59

tá? E aí 10 minutos depois ali, 5

32:01

minutos depois que você adicionou, ele

32:02

já termina o scan em todos os projetos e

32:04

você já consegue ver o status um por um

32:06

do que que falta para você tá em

32:08

conformidade. Aí você tem os filtros

32:10

para agrupar por projeto, framework,

32:11

requerimento e assim por diante. Faz

32:14

sentido isso que eu tô mostrando para

32:15

vocês aqui? É algo fora?

32:19

>> Faz, faz sentido.

32:22

>> Legal. Eh, eu tô, eu tô gostando

32:24

bastante, mas eh por enquanto você tá só

32:26

na parte do dev, então só o

32:28

>> É, sim, sim. Uhum.

32:31

>> eu, por exemplo, eu tô eu tô aguardando

32:33

aquelas aquelas funidades mais de infra

32:35

que é o da minha equipe, né? Mas eu

32:38

entendo

32:39

>> equipe tem que ser o grupo todo, não é

32:42

só só um. Sim, sim, sim. No no quando

32:45

você fala de infra, Jefferson, o que que

32:47

você que você quer quer dizer assim no

32:49

sentido da parte de de DevOps, da parte

32:52

CSDI?

32:53

>> Exatamente. A parte de monitoramento às

32:56

vezes acontece um incidente

32:59

>> e fica analisando os logs, né? Então

33:03

aquela parte de relatório de logs lá que

33:04

o

33:05

>> que o Leonardo tinha mostrado para nós.

33:08

>> Uhum.

33:10

Legal. Perfeito. Aqui eu tô dentro do

33:13

meu projeto, tá? o o Java demo aqui.

33:16

Aqui quando eu clico no meu IML, esse

33:18

GitLab C, eu tenho aqui a parte do CD.

33:22

Então hoje vocês comentaram que vocês já

33:24

utilizam o CSD da GitLab, né? Eh, não

33:27

sei se em todos os projetos, mas isso

33:29

aqui é um exemplo simples de um de um de

33:31

um pipeline onde já tem uns stage build,

33:33

test, deploy. Deixa eu só mudar a branch

33:35

aqui

33:37

para poder pegar uma branch um pouco

33:38

mais completinha.

33:43

Aqui

33:45

já nessa nessas linhas dos includes.

33:47

Isso daqui eu tenho cinco scanners de

33:50

segurança já integrados aqui nativamente

33:51

com o meu pipeline, tá? com a parte CS

33:54

de devols. Isso daqui facilmente poderia

33:56

ser a duas, a três integrações de

33:58

ferramentas externas diferentes e a

34:00

gente transforma em zero integrações

34:02

para cinco importes de templates de

34:04

segurança e todos eles os scanners

34:07

separados onde você consegue definir

34:09

profundidade e touda via variável, né?

34:11

Customizar esses templates, tá?

34:15

Aqui eh já eu começo a criar uma parte

34:18

um pouco mais exposta aqui de demo, né?

34:19

um um uma exposição de um de um load

34:22

balancer ali no gor

34:24

a minha aplicação. E eu uso um carinha

34:26

quando eu faço build, né? Euo meu

34:28

contêiner aqui, faço o scanner desse

34:31

contêiner de segurança para ver se tá

34:32

OK, se tem alguma vulnerabilidade nele

34:33

ou não, porque tem o container scan aqui

34:35

na própria gitlab e cria o que a gente

34:37

chama de review app. O review app é algo

34:41

bem legal, que ele é um deploy efêmero.

34:43

Então ele pega a aplicação, ele joga na

34:45

infra de forma temporária, então no seu

34:48

cluster cbnets, por exemplo, tá? Cria um

34:50

name space lá,

34:52

você testa, vai ter um botãozinho de

34:54

play que você vai abrir lá a URL

34:56

exposta, por isso que eu tava criando o

34:57

load balancer aqui, né? Para poder criar

34:59

um external IP.

35:01

E no final do teste, testei tudo OK,

35:04

você dá um stop review, ele chama o job

35:06

de baixo. E o job de baixo, o que que

35:07

ele vai fazer? dele só vai deletar o

35:09

name space como um todo do do Kubernet e

35:11

vai apagar a minha aplicação toda ali

35:14

que eu criei temporária. Então, review

35:16

appes mais rápido durante a parte do

35:19

pipeline, já direto na infra, a infra

35:22

mais próxima possível de produção, no

35:24

caso aqui que a gente fala que seria

35:25

audio homolog, né? Então você já joga na

35:28

na intermediária ali de homologação,

35:29

review app, testa e e apaga.

35:33

E no final do dia você tem esse

35:35

monitoramento aqui diretamente no

35:37

pipeline, tá?

35:40

Tá aqui alguma dúvida?

35:45

35:45

>> fiquei curioso para saber qual que era o

35:47

registry aí o próprio Gitlab, no caso.

35:50

>> Ah, sim, o próprio Gitlab ele tem

35:51

registro, tá? Ele tem um container

35:53

regist, então ele tem container regist,

35:55

ele tem package register, ele tem o

35:57

terraform modules registry. Então não

35:59

sei se vocês utilizam muito terraform

36:01

hoje, Jefferson e Jackson na parte de

36:03

infra, mas a gente tem a parte de

36:05

módulos de terraform também para

36:06

gerenciamento disso, states de

36:08

terraform, tá? Então é bem completo,

36:11

aquilo que eu falei, naquele slide a

36:12

gente mostra um superficial, né, que

36:14

tem, mas tem muito mais coisa, tá?

36:17

>> E a partir de MCP, Pedro

36:19

>> Uhumis que a gente não tem nada a

36:21

>> Uhum.

36:22

Isso

36:23

>> sim, a GitLab, ela tem um MCP Server que

36:26

ela expõe para poder outros agentes e

36:28

outras consumirem,

36:32

>> mas o próprio Gitlab DU, ele consome o

36:34

MCP interno da GitLab, onde você

36:36

consegue fazer qualquer coisa dentro da

36:37

GitLab com a própria EI da GitLab, tá?

36:40

Aí quando eu chegar na parte da EI aqui,

36:42

você vai ver que eu posso perguntar

36:43

sobre o planejamento, ela vai saber me

36:44

responder. Posso perguntar sobre

36:46

pipeline, ela vai saber me ajudar a

36:47

criar meu pipeline e resolver e fazer

36:49

trouble shoot do meu CSG.

38:32

Não, não viu, mano. Tô tentando.

39:05

Cadê o povo do nobreake? Agora tem que

39:06

arrumar o nobreak que aguenta a pancada.

39:11

Oi

39:13

>> não, até o o meu meu 4G, meu 5G aqui

39:16

oscilou agora.

39:18

>> 5G não tá

39:20

>> não entrou. Demorou para caramba.

39:30

me livrar

39:33

vendo mais

39:40

pegou uma fonte velha

40:07

reiniciar lá, hein?

40:13

Prova o meu, hein?

40:14

>> É só

40:20

que dorm o qu, rapaz?

40:24

Dorm

40:34

o Lab é full offs, cara. Lev só dormir.

40:43

Acho que todos de volta aí.

40:48

Beleza.

40:49

>> Não sei se tá dando microfonin para todo

40:50

mundo.

40:52

Acho que acho que o Giliano tá dando

40:54

retorno.

40:57

>> Ah, fica tranquilo.

40:58

>> Microfone.

41:03

>> Acho que agora já tá todo mundo aqui.

41:05

>> É, acho que agora voltou e já todo

41:07

mundo.

41:08

>> Não, legal. Só recapitulando para quem

41:10

caiu, né, eu tava falando com o Juliano

41:12

aqui da parte de registro, tá? Então ele

41:14

tinha perguntado aqui a questão do que

41:15

que a Gitlab tem como registry. Então a

41:17

gente tem a parte de container registry,

41:19

package registry, a parte de model para

41:21

machine learning também e modelos de de

41:24

machine learning, terraform modules

41:26

paraa parte de infra, tá? Como código,

41:29

terraform states. E aí o Juliana

41:31

comentou da parte do Nexus, né, que hoje

41:33

eles usam lá a parte do pack de

41:34

registry, por exemplo, para poder salvar

41:36

pacotes Maven,

41:38

eh, npm e outras linguagens. A gente

41:41

também tem isso, tá? Aí o que eu tava

41:43

mostrando aqui, a gente tem um package

41:44

registry e o nosso package registry

41:46

também é universal, tá? Então a gente

41:48

tem pro Maven, node Python também tem um

41:50

genérico. Então assim, ah, uma linguagem

41:52

muito fora do comum, a gente tem o

41:54

genérico também que aceita qualquer tipo

41:56

de de pacote eh ali dentro, tá? E tudo

42:00

isso é nativo. Então o legal é que do

42:02

lado de infra falando um pouquinho aqui,

42:04

óbvio que assim tudo que a gente fala

42:05

aqui vai envolver, né, dev, infra, sec,

42:07

tudo na mesma caixa, porque é o papel do

42:09

gitlab, mas o lado infra dizendo, quando

42:12

eu jogo isso daqui, tá vendo que eu tô

42:13

criando aqui, deixa eu pegar o meu

42:15

build, quando eu tô criando o meu

42:17

contêiner,

42:18

para eu poder fazer o o deploy dele, o

42:21

upload dele dentro do meu registro, é

42:22

muito mais fácil do que fosse num

42:23

registro externo, porque eu consigo

42:26

fazer, cadê o meu minha minha brint

42:28

aqui, cara? Perdi minha brintã

42:33

aqui, porque você consegue utilizar o

42:35

que a gente chama do C job token, né?

42:38

Então, um token que é criado pelo

42:39

própria pela própria instância ali do

42:42

pipeline, pel aquele running que ele tá

42:44

fazendo, você cria um token. Então aqui,

42:47

por exemplo, eu tô criando e já passando

42:50

a o C registre image, o commit sh daqui

42:54

e tudo isso já tá sendo autenticado pelo

42:56

próprio pipeline, tá? E aí, por isso que

42:58

eu já tô jogando dentro do meu registro

43:00

aqui. Então eu não preciso expor

43:01

credencial, não preciso usar Vult, não

43:03

preciso usar variável eh CSG, nada do

43:07

tipo, porque isso já fica nativo aqui e

43:09

o pipeline tem acesso ao próprio

43:10

registro do projeto, tá? Então isso fica

43:13

bem mais instantâneo, digamos assim.

43:17

Juliana, eu respondi sua dúvida sobre o

43:18

registro?

43:22

>> Eu sim, obrigado. Tá

43:24

>> nada.

43:25

Beleza? E de novo, pessoal, vai me

43:28

interrompendo e perguntando sobre o

43:29

assunto que faz mais sentido para vocês,

43:30

porque aquilo que o que o J comentou,

43:32

tem um pouquinho de cada área aqui,

43:33

então a gente vai falando um pouquinho

43:34

de cada. Então eu falei um pouco de SEC

43:36

ali da parte compliance center, né, que

43:38

hoje é um algo bem manual ali para

43:40

controle da do SIS, né, que vocês

43:42

comentaram. E a gente pode fazer isso de

43:44

forma bem automatizada ali com o

43:45

compliance center. Os scan de segurança

43:47

hoje vocês estão testando ali utilizando

43:49

de ferramentas externas, gitonar cube,

43:53

eh, o dependência tracker e tudo isso a

43:55

gente tem nativamente como templates

43:57

aqui para serem importados no próprio

43:59

pipeline CSD e serem utilizados de forma

44:01

nativa, tá? Como funcionam os resultados

44:04

disso? Quando a gente abre o Marg

44:05

request aqui, que é o nosso, né, o

44:07

centralizador das informações que eu

44:09

cometei com vocês, você tem aqui eh já

44:13

um resumo de segurança. Então, por

44:14

exemplo, uma política travando e

44:15

falando, ó, o seu o seu código só vai

44:17

adiante se uma pessoa específica quer

44:20

aprovar, no caso, sou eu mesmo, eu

44:22

coloquei como aprovador, mas seria um

44:24

time de SEC, por exemplo, quantas

44:26

vulnerabilidades novas foram

44:27

encontradas. Isso daqui é um dos grandes

44:29

diferenciais do ser nativo, tá? do ser

44:32

junto com a Gitlab, porque isso daqui é

44:34

algo de sec, é algo de SEC, mas é algo

44:36

que o pessoal de dev tem uma visão

44:38

instantânea comparado quando você fala

44:41

com ferramentas externas e a troca de

44:43

contas que eu comentei anteriormente,

44:45

tá? Então o dev, ele subiu, ele já

44:47

consegue ver o que que tem de

44:48

vulnerabilidade no código dele e o que

44:49

que ele tem que corrigir. Pode falar,

44:52

Jackson.

44:52

>> Ah, eh, essa parte de scan de

44:54

vulnerabilidade são feitas nas imagens

44:58

também.

44:59

Isso na

45:00

>> dos contêiners, né, no caso,

45:02

>> isso no job separado, né? Então eles são

45:05

jobs separados, contêiners separados. E

45:08

aí, por exemplo, se você tá usando a

45:09

gitlab, falando um pouquinho mais de

45:11

infra agora, tá? Também a gitlab a gente

45:13

tem a parte de runners, né? Então você

45:15

pode executar o seu job, o seu contêiner

45:18

e dentro de um de um runner kit lab, que

45:21

é um runner e compartilhado, digamos

45:23

assim, ou no seu próprio, né? seja numa

45:26

nuvem, na WS, no GCP, ou seja um

45:29

premsey. Então você consegue instalar

45:31

esse runner onde você quiser e escolher

45:33

onde você vai rodar esse job. Então no

45:34

mesmo pipeline você pode ter o job de

45:37

segurança rodando na máquina X YZ e os

45:40

jobs de build de contêiner rodando na

45:42

numa máquina um premis, por exemplo. Aí

45:44

é o que o que fizer mais sentido

45:45

estrategicamente falando no lado de

45:47

infra performance, isolamento e coisa do

45:50

tipo, tá?

45:54

>> Respondi a sua dúvida, Jackson.

45:57

É, não é porque eu gosto de usar, por

45:58

exemplo, ferramenta triv para verificar

46:02

CVS de contêiner, sabe?

46:04

>> Perfeito.

46:05

Isso é ele ele roda diretamente aqui o

46:08

pro container scan em específico. Você

46:10

coloca aqui, ó, o caminho, deixa eu

46:15

abrir aqui para você, do registre, tá?

46:17

Por exemplo, vamos supor que vocês não

46:19

estejam utilizando o registro da Gitlab,

46:20

sem problema. Você pode só apontar para

46:23

onde está o contêiner que você quer

46:25

fazer a parte do contêiner scanning, que

46:26

é o que o Triv faria, tá? Então ele já

46:30

roda para cá. Tá vendo que eu tô

46:31

passando a variável CS image, que é o o

46:33

registry image, o caminho mais o commit

46:35

ah, que é o a tag que eu coloquei para

46:37

ele. Eu tô falando que ele precisa do

46:40

build job, ou seja, ele só vai rodar o

46:41

container scan depois que o build job

46:43

acontecer, que é o build que vai gerar o

46:44

contêiner para mim, tá?

46:47

E aqui como resultado disso de

46:49

segurança, onde que eu roda esse contain

46:51

scanning? Quando você abre o merge

46:52

request aqui, você tem centralizado,

46:55

como eu tava comentando, o pipeline. Ele

46:57

tá com warning aqui, com aviso, mas não

46:59

é erro, né? Ele passou o teste com

47:01

alguns warns. Ele tá com a política de

47:03

aprovação de segurança travada porque

47:05

encontrou vulnerabilidades, 13 novas

47:07

aqui.

47:09

E se eu clico aqui no pipeline, eu vejo

47:12

detalhamento sobre os jobs. Então aqui

47:13

nesses pipeline específico, ele só rodou

47:16

eh scanner de segurança, tá? Aí não

47:17

rodou build nem nada do tipo. Nesse

47:19

pipeline específico. O contêiner scan em

47:21

específico. Eu tinha dado um pause nele,

47:22

eu cancelei ele que eu queria que o

47:24

resultado viesse ser rápido. Então ele

47:25

tá pausado aqui, mas eu posso abrir

47:27

outro outro outro merge. Mas aqui eu tô

47:29

rodando o quê? O SAT para infra como

47:31

código que é o scanner de código fonte

47:33

mas para terraformable e helm sharts.

47:36

Não sei se vocês utilizam hoje realm

47:38

shart em cabinets, tá? Eh, mas tem, eu

47:41

acho que o Juliano comentou que vocês

47:42

utilizam o Argid para

47:45

pro de

47:46

>> A gente tá usando com customiz. A gente

47:48

não tá usando real.

47:49

>> Ah, com custou mais. Entendi.

47:51

>> É,

47:52

>> mas hoje vocês possuem IMOs em

47:54

repositório, é isso, né? Que é onde o

47:55

órg vai buscar.

47:57

>> É, é um repositório à parte. A gente

48:00

decidiu manter assim, sabe? A gente tem

48:02

um grupo separado, não fica dentro do

48:04

projeto lá. E a gente não tá usando

48:06

secret no Zemo, isso a gente não tá

48:08

versionando ainda. Entendi.

48:11

>> Já tentamos com SOPs, mas ia ficar muito

48:13

trabalhoso. De repente, se tiver

48:16

>> alguma coisa que você possa mostrar aí

48:19

que facilite essa esse trabalho de

48:21

manter secret do Cubernets em

48:24

repositório também.

48:25

>> É interessante.

48:26

>> Legal.

48:27

>> Legal. É, essa questão, mesmo que não

48:29

seja realm shart, só por ser emos, a

48:32

gente consegue utilizar, por exemplo, e

48:33

colocar para rodar, pode ser esquedo

48:35

lado, como é um repostitório que eu

48:36

entendi que é apartado, ele é um pouco

48:37

menos eh

48:40

auditado, eu acho, né? Um repostório um

48:41

pouco mais isolado ali, mas você

48:44

consegue rodar de esquerda do lado,

48:45

tipo, ah, todo dia, tal hora você roda

48:47

um SAT e Iac para ele poder procurar

48:49

vulnerabilidades naqueles imos. Então,

48:51

às vezes ele vai trazer que você tem um

48:52

lá do Camer que você tá permitindo

48:55

escalonamento de permissão, né? Ou seja,

48:57

você tá dando permissão zero lá, que é a

48:59

permissão máxima, por exemplo, pro

49:00

contêiner fazer o que ele quiser lá na

49:02

pro seu cluster. Então você consegue

49:04

coletar esses essas informações que são

49:05

detalhes do dia a dia que a gente deixa

49:07

passar, né? Ou então às vezes padrões

49:09

que a gente vai replicando sem perceber

49:12

e consegue ter essa noção do do scanner.

49:14

Quando você abre o security aqui, ele

49:15

vai trazer exatamente isso, ó. Por

49:17

exemplo, de SA ele encontrou 11

49:18

vulnerabilidades. De dependência ele

49:20

encontrou 43. E aí eu consigo filtrar

49:23

aqui, porque aqui eu tô vendo que o meu

49:25

código tá no meu merge, aquela brand

49:27

separada. Não tô vendo o código de

49:28

produção ainda. Esse é o meu código, o

49:30

novo que eu tô desenvolvendo. Isso que é

49:31

legal. Você consegue separar tanto os

49:34

scanners pelo código novo quanto pelo

49:35

código de produção. O código de

49:37

produção, ele vai ficar aqui no vability

49:39

report do projeto. Isso daqui é o que tá

49:41

no código novo. E aqui você já consegue

49:44

ver o CVE, os resultados dos scâers.

49:46

Acho que isso aqui faz bastante sentido

49:47

pro Kelvin, né, que ele comentou que

49:48

tava vendo a parte de pipelines com

49:50

segurança. Quando você clica aqui, por

49:52

exemplo, esse aqui é o Docker file, ele

49:53

encontrou um um uma vulnerabilidade no

49:55

meu Docker file.

49:57

Eu posso dar um create issue direto

49:59

daqui. Ele já vai criar uma issue na

50:01

parte de planejamento, que seria um um

50:04

substituto do head para vocês aqui nesse

50:06

caso, tá? Essa iso já tá criada como

50:08

confidencial. Já posso assignar eu

50:10

mesmo, por exemplo, para resolver isso.

50:12

Aí já vem a parte de AI. Eu já consigo

50:14

gerar o mer request com o do. que é

50:16

quando eu clico aqui, ele já vai gerar a

50:17

branch, o código, a solução e o

50:19

marketing request para mim

50:19

automaticamente dessa vulnerabilidade,

50:22

tá? Então isso é isso é bem legal.

50:25

Ã, a gente tem mais 10 minutinhos. Eu

50:28

queria saber aqui que de com vocês, não

50:30

sei se o Jefferson ele conseguiu se

50:32

conectar, Jefferson, a parte de infra

50:33

que você comentou que você tava sentindo

50:34

falta, eh, não sei se você pegou a os

50:38

últimos as últimas conversas, tá fazendo

50:40

sentido?

50:41

>> Uhum. É, é que é que, como eu disse, por

50:45

enquanto você mostrou bastante a parte

50:47

ali da do pessoal do

50:49

>> Sim.

50:50

>> Uhum.

50:50

>> O Juliano, como ele já trabalhou aqui,

50:53

agora foi para lá, agora só que a gente

50:55

inverteu, aí o Kelvin era de lá do dev

50:57

veio agora para para cá e tá segurança.

51:00

Então a gente tem

51:01

>> tem pessoas que que que caminham dos

51:04

dois lados.

51:05

>> Legal. Eh,

51:07

o que eu o que eu gostaria de ver é essa

51:10

parte de integração. A gente sabe que é

51:12

um desafio fazer

51:14

>> todas as equipes conversarem entre si,

51:17

>> né, e e trabalhar em em conjunto.

51:21

>> Mas v que nós podemos ter de ferramenta

51:23

de produtividade, diminuir o nosso

51:25

trabalho pra gente poder se dedicar mais

51:27

em outras outras coisas. Então, ah, eh,

51:31

por exemplo, ah, ficar verificando os

51:34

logs do dos servidores,

51:37

>> eh, que, que a gente fez o post, por

51:39

exemplo, a gente tem ambiente de

51:40

homologação antes de colocar em

51:42

produção.

51:43

>> Perfeito.

51:44

>> Verificar tudo o que tá acontecendo ali.

51:46

Eu lembro de uma um negócio que o que o

51:48

Leonardo mostrou para nós, que ele uma

51:51

IA que varria,

51:52

>> verificava os logs ali e ó, isso aqui

51:55

pode dar problema. Eu eu não lembro

51:57

exatamente o que que era que ele mostrou

51:59

na apresentação,

52:00

>> mas eu não sentindo uma coisa bem

52:02

>> Foi foi o o o Léo Léo Rocha, né?

52:06

>> Isso, Léo Rocha.

52:08

Léo, é só me confirma que você mostrou

52:10

foi essa questão do da Itanalist. é as

52:13

polis que você consegue fazer a uma

52:16

varredura, consegue colocar aquelas

52:18

métricas, né, para que ela faça

52:20

varredura eh durante o processo e e

52:25

consiga interromper. Foi nesse sentido

52:26

que eu que eu apresentei. Você mostrou

52:28

um pouquinho ali já.

52:29

>> É, eu mostrei. É, isso era uma parte

52:31

mais voltada à SEC, né?

52:32

>> Mas eu acho que eu eu entendi o que o o

52:35

Jefferson comentou aqui. Acho que você

52:37

tá vendo aqui, né, Jefferson? A parte de

52:39

um pouco mais de monitoramento, isso

52:40

aqui não é de infra no geral. ainda vai

52:43

paraa parte de DevOps, só para comentar

52:44

que a gente tem a parte de Doraamrix,

52:46

então para saber como está fazendo a a

52:48

produtividade de da esteira, mas a

52:52

produtividade da esteira também tá

52:53

vinculada à infra, porque é a infra que

52:55

vai suportar essa essa essa performance

52:57

e produtividade, tá? E quando a gente

53:00

fala aqui de monitoramento, por exemplo,

53:02

a gente tem integração direta com os

53:04

nossos cluster cabets. Então, por

53:06

exemplo, eu posso abrir o cluster, o

53:07

cabnet clusters aqui. Nesse caso, ele

53:09

não tá conectado aqui, mas deixa eu ver

53:11

se eu consigo abrir pelo menos um

53:13

histórico. Eu tenho um environment, eh,

53:16

que é o environment é um ambiente, né,

53:19

que eu crio dentro da git. Eu chamei ele

53:21

de production. Esse environment de

53:22

production, sempre quando eu jogo para

53:24

production, vinculo a ele, porque é ele

53:25

que vai me trazer as métricas de DevOps

53:27

que que eu mostrei anteriormente. E ele

53:29

tá vinculado ao meu cluster cameras, tá?

53:33

Então aqui eu consigo ter um overview,

53:34

ele não vai carregar porque tá

53:36

desconectado, mas dá para você só ter

53:37

uma ideia aqui que ele vai trazer os

53:39

pods meus que estão de pé e os services

53:42

desse cabet, tá? E um deployment

53:44

history. Então aqui no caso pensa o

53:47

seguinte, a gitlab ela não vai te trazer

53:48

uma visão completa da sua infra.

53:51

substituindo um datadog, um Prometeus,

53:53

um ferramentas de observabilidade, tá?

53:56

Mas o que ela traz são resumos que fazem

53:59

mais sentido possível no Debs, como por

54:01

exemplo aqui, pô, esse meu cluster de

54:03

produção, como que ele tá performando? E

54:05

um e um resumo sobre ele, mas mais

54:07

profundidade, quem iria trazer logs a

54:10

própria ferramenta de profissabilidade

54:12

aqui. Ele não tá mostrando para mim, mas

54:13

se ele mostrasse um pod, eu consigo

54:15

abrir o pod e ver os logs dele em tempo

54:16

real, tá? Isso eu consigo ver. Isso é

54:19

legal. é que aqui realmente ele não tá

54:21

conectado, então eu vou ficar devendo

54:22

essa essa demonstração. Mas você abre o

54:25

pod, você vê os os logs, você abre o

54:27

serv, você vê os logs também. Só que

54:30

quero ver mais do que isso, né? Quero

54:31

ver os deployments em específico, os

54:33

meus réplica sets, aí a gente tem que

54:35

abrir a própria infra ou utilizar uma

54:37

outra ferramenta específica para isso. A

54:40

gente tem um negócio bem legal aqui,

54:43

acho que ele não tá habilitado nesse meu

54:45

projeto,

54:47

mas de observability no geral, tá?

54:50

observability no sentido que a gitab ela

54:52

se integra. Deixa eu ver porque que ele

54:54

não tá aparecendo. Deixa eu ver no a

54:55

nível de grupos aqui. Observability

54:57

setup.

54:58

Ó, eu posso dar um enable observability

55:00

aqui, mas ele vai pedir uma solicitação

55:02

no e-mail porque ainda tá em beta, tá?

55:05

Mas isso que te leva o servility, ele

55:06

vai, ele pode fazer o papel para você de

55:08

um APM performance, a parte de

55:10

distribute tracing, ele vai centralizar

55:12

logs, ele começa a fazer um pouco mais

55:14

desse papel das ferramentas externas

55:15

como data do Dog que eu comentei,

55:17

Prometeus, coisa do tipo, através do

55:19

Open Telemetry, tá? Então ele é 100%

55:22

integrado com Open Telemetry, então você

55:23

consegue jogar as informações para cá,

55:26

você faz a instrumentação com Open

55:27

Telemetry para dentro da GitLab. Então,

55:29

de novo, o objetivo da GitLab não é

55:32

substituir necessariamente essas

55:33

ferramentas mais robustas de

55:35

obserabilidade, mas complementar elas

55:37

trazendo o máximo de informação possível

55:39

aqui para dentro para que quando você

55:40

tenha que sair para lá para fora seja

55:43

seja somente em casos mais críticos.

55:44

Realmente faz sentido? Fez mais sentido

55:47

isso que eu mostrei agora?

55:49

Sim, essa parte aí é muito boa.

55:54

Um monte de sistemas que fica junto

55:57

pedaço para poder entregar um relatório

55:59

para diretoria, a gente já tem alguma

56:01

coisa e rápido, né? É isso aí. É isso

56:04

aí. E aqui eu tô a nível de grupo, tá?

56:06

Então, a nível de grupo aqui eu consigo

56:07

ter uma uma centralização dos projetos

56:10

abaixo ali e da infra que esses projetos

56:12

estão rodando, tá? E aí, o que você

56:14

comentou sobre Iferson? É muito aqui. Aí

56:16

eu vou aproveitar para mostrar aqui eh

56:18

para todas as áreas, tá? Seja

56:20

planejamento, seja para segurança,

56:21

porque a IAI ela vai englobar todo esse

56:23

contexto que a gente tá falando. Você

56:24

percebeu que tudo que eu naveguei aqui,

56:25

eu não saí da GitLab, eu só mudei a aba,

56:27

né? Seja a parte de issos que eu quero

56:29

ver aqui, a parte de planejamento de

56:30

projeto, eu tô na mesma ferramenta

56:32

ainda. Seja a parte de SEC, eu só vou

56:34

mudando as abas. Seja a parte de CSG,

56:35

seja a parte de código, eu só mudo pro

56:37

repositório.

56:39

Então, o que que isso faz? Ele traz

56:40

contexto para mim. Quando eu abro o chat

56:42

do Gitlab do DU, aqui embaixo, ele tá

56:44

usando o que a gente chama do o de o do

56:46

LLM da Cloud Ops, tá? Da Antropic. Então

56:49

o modelo de linguagem

56:56

>> de novo.

57:01

>> Caíram. Eu caí. Tão me ouvindo?

57:04

>> Eu tô ouvindo.

57:05

>> Eu tô aqui.

57:08

Acho que foi o Pedro. Acho que o Pedro

57:10

que caiu,

57:12

>> mas aproveitando, né, até ele retornar,

57:15

esse essa questão que ele ia comentar

57:17

aqui da da IA é bem interessante que eu

57:20

acho que aí, Jefferson, vai também no

57:21

que eu comentei, né? Quando você tem

57:23

toda uma integração de de projetos, de

57:26

desenvolvimento, segurança, essa essa

57:29

base ela ela é alimentada na IA e a

57:33

gente consegue entregar isso mais

57:34

assertivo. Então você consegue fazer

57:36

buscas, né, de validação de

57:38

vulnerabilidade dentro de um código, eh,

57:41

de projeto. Olha, entrou um

57:42

desenvolvedor novo, ele quer saber como

57:44

é que tá o projeto, como é que tá o

57:46

desenvolvimento. com perguntas em texto,

57:49

claro, assim, em texto simples, né? Você

57:51

consegue fazer essas perguntas e a Iá te

57:54

traz, né, essa esse contexto te traz

57:56

toda a as respostas. Isso é bem legal,

58:00

58:03

bom? Ainda bem que o Pedro caiu no

58:05

finalzinho, né? Certo. Mas aí aí na

58:09

próxima a gente esmiuça mais e aí a

58:14

o pessoal do do IA também vai est

58:16

participando, eles vão perguntar

58:18

bastante para vocês.

58:20

>> Legal. E a gente acabou de lançar um

58:22

produto, né, de a que é a parte

58:25

agêntica, né? Então você pode tanto ter

58:27

um agente de A para fazer integrações,

58:29

como você pode ter também agentes ali

58:31

para essas questões, né, essas perguntas

58:34

e tal e até mesmo, né, dizer o que você

58:37

gostaria. Oi, Pedro.

58:38

>> Minha a minha internet agora que caiu

58:40

aqui, desligou tudo aqui o Mô, desculpa,

58:43

pessoal. Não,

58:43

>> mas eu eu deu uma

58:45

>> Uhum. um briefing rápido aqui.

58:48

>> Eh, mas pode pode continuar de onde você

58:51

parou aí só para para até qual o que foi

58:53

a última coisa que vocês escutaram que

58:54

eu tava falando? Só para eu

58:56

>> Não, é justamente quando você tava

58:57

abrindo aí a para iniciar um chat.

59:01

>> Ah, tá. E eu tava falando sobre a

59:02

diferença, né, do Copality curso e das

59:04

LM. Não sei se vocês pegaram essa parte.

59:06

>> Não, você tinha você tinha acabado de

59:09

abrir ali. Tô vendo lá.

59:11

>> Ah, tá. Isso. Então, eu tava falando

59:13

aqui, aqui a gente tá usando a parte da

59:15

Ll de mercado, né? Não são LLMs próprios

59:18

Gitlab aqui. E qual que é a diferença de

59:20

um curso com filet, outras ferramentas

59:22

que utilizam às vezes o mesmo LLM? É o

59:24

contexto, tá? Então a Gitlab, tudo isso

59:26

que eu mostrei para vocês aqui, tá tudo

59:28

na mesma caixa, igual eu reforcei um

59:30

pouquinho antes de abrir o chat aqui.

59:31

Então eu posso perguntar o que eu quiser

59:32

para ele. Então eu posso vir aqui para

59:34

ele e abrir o Security Analyst, que é o

59:36

meu agente de segurança, tá? Não sei se

59:38

ó, se eu não sei se eu caí aí, mas asas

59:40

câmeras fecharam. Acho que eu não caí

59:41

não, né? Vocês estão me ouvindo, né?

59:42

>> Não, estão ouvindo? Não, tá.

59:44

>> Ah, fechou

59:46

>> aí. Beleza. Ouvindo.

59:48

>> E aqui no chat eu posso perguntar, por

59:49

exemplo, qual top três vulnerabilidades

59:53

do projeto Java Demo. Tá, tô fazendo de

59:56

segurança aqui, mas pensa que é a mesma

59:58

coisa, chefe, se eu perguntar para ele

60:00

dos logs debilidade, quais foram os

60:02

últimos logs nos últimos 30 dias, por

60:04

exemplo, no da ferramenta XPTO, tá?

60:08

Então aqui ele vai rodar o MCP interno

60:10

que eu comentei com vocês e ele vai

60:13

trazer aqui ele tá, eu tô, eu nem tô

60:14

dentro do projeto, ele entrou no projeto

60:16

Java Demon para mim, fez análise e me

60:18

trouxe, tá? E eu posso abrir aqui. E

60:20

tudo que eu tô mostrando aqui, eu também

60:22

tenho acesso no VS Code. Aqui no VS Code

60:25

eu tenho o mesmo chat para conversar com

60:26

ele. Então o dev ou outras outras IDs

60:29

também, tá? O dev, ele pode durante o

60:32

dia a dia do desenvolvimento dele

60:33

perguntar sobre sec, perguntar sobre

60:35

infra, perguntar sobre o parte de

60:38

pipelines, perguntar sobre o próprio

60:40

código, né, para poder gerar código,

60:41

explicar o código, coisas do tipo. E as

60:44

pessoas que não estão no dev em si, tem

60:47

aqui como criar os próprios agentes,

60:49

assim como os devs também conseguem, por

60:50

exemplo, um agente de planejamento. Eu

60:52

quero planejar meu dia, né? Eu quero

60:53

saber quais tarefas mais importantes ali

60:55

para eu poder entregar eh no dia de hoje

60:57

ser mais produtivo. A gente tem um

60:59

agente de planner, o agente de

61:01

segurança, o agente de data analist, tá

61:03

vendo? Então aqui, ó, que que ele faz?

61:05

Ele analisa dados do GitLab e cria aqui

61:07

relatórios a partir do GitLab Carry

61:10

aqui, Carry Language. Então ele cria por

61:13

exemplo, o seu projeto baseado em

61:15

informações de quanto tempo a ISO demora

61:17

para abrir, eh que iso aberto demora

61:19

para fechar, né? Tem outros analítics

61:22

aqui dentro, não tanto de de infra, mas

61:24

de de ciclos no momento como um todo, de

61:26

produtividade do dev também, tá? Então a

61:28

gente tem a observar infra, tem a

61:30

observabilidade do dev, tem

61:31

observabilidade de segurança.

61:34

A gente chegou no limite do tempo, não

61:36

quero atrapalhar vocês, não sei se vocês

61:37

vão ter outra agenda, mas o objetivo

61:40

aqui era mostrar um pouquinho de cada

61:41

área, né? E aí, pô, gostei muito do SEC,

61:43

Pedro. Vamos marcar uma só para falar de

61:45

SEC, gostei muito da parte de infra, vou

61:47

marcar uma parte só de infra, né? Eu

61:48

acho que o objetivo aqui era dar um

61:50

overview.

61:52

e a parte de também, né?

61:55

>> Boa. É isso mesmo, Pedro. Eh, e a ideia

61:57

é essa, né? São muitas áreas, eh, muito,

62:00

muito, muitos assuntos aqui que tem que

62:02

passar rapidamente,

62:03

>> mas, a intenção foi essa e eu acho que a

62:06

participação de todo mundo aí foi bem

62:07

legal de diversas áreas também,

62:09

justamente para vocês terem um pouco de

62:10

de ideia do que que a gente tem, né, na

62:12

na nas versões na versão Ultimate. E se

62:16

fizer sentido para vocês, a gente tem

62:18

diversos próximos passos, né? a gente

62:20

pode eh fazer outras demonstrações mais

62:23

direcionadas para cada área. A gente tem

62:25

a possibilidade de fazer uma POV que a

62:27

gente chama, né, que é a prova de valor,

62:29

porque o conceito vocês já têm, né,

62:30

vocês já usam o Gitlab Community, mas a

62:33

gente pode ativar uma licença para

62:35

vocês, para vocês usarem tudo isso que

62:37

foi apresentado aqui no ambiente de

62:38

vocês, né, ou num ambiente apartado em

62:41

SAS, não tem problema. Eh, mas

62:43

justamente para vocês terem essa essa

62:45

experiência e e o conhecimento ali no

62:48

junto, principalmente com a IA, com

62:50

projetos, né? Se fizer sentido para

62:51

vocês, a gente pode pensar nos próximos

62:54

passos aí.

62:55

>> Sim. Ainda tem algumas coisas para

62:57

aprofundar em EA, tá? Só para dar um

62:58

contexto para vocês.

63:01

Eu escutei, não sei se alguém ia falar

63:02

alguma coisa. Eu eu mas essa essa

63:05

licença já ativa direto na community

63:08

nossa, sem precisar

63:10

mexer em nada ou

63:13

>> ou tem que

63:14

>> ou tem que,

63:16

sei lá, rebuildar o o que a gente tem

63:19

>> hoje. O community que vocês possuem é é

63:22

self manager, é isso? É um é um premis

63:26

ou é SAS?

63:27

>> É um premise.

63:28

>> Tá. E e é community edition mesmo ou é

63:31

aquele enterprise edition mais só que

63:33

free?

63:34

>> Community edition e tá em container.

63:36

>> Uhum.

63:37

>> Ah, tá. O que teria que fazer é o

63:39

community edition ele tem que se

63:41

transformar em Enterprise Edition, tá?

63:43

Mas vocês não precisam refazer tudo. Tem

63:45

um um uma dooc que ele faz a a migração

63:48

disso, tá? Depois é só para ele virar

63:50

Enterprise. Aí depois que ele virou

63:52

Enterprise Edition, aí só ativar o

63:54

código de licença que o Léo liberar para

63:56

vocês e aí vocês têm acesso a todas as

63:58

funcionalidades,

63:59

>> tá? E depois que vencer a licença

64:02

>> volta dos,

64:03

>> ele só volta, ele só apaga entre aspas,

64:06

né? Ele só deixa de você ter acesso às

64:07

às funcionalidades anteriores, mas o seu

64:09

projeto, as coisas continuam a mesma

64:11

coisa. Ele só volta pro free,

64:12

>> tá? Ah, ele volta pro pras

64:14

funcionalidades free, né?

64:15

>> Isso aí, isso aí.

64:17

>> Entendi.

64:18

>> Isso aí. A vantagem de vocês usarem no

64:20

ambiente é que vocês conseguem

64:22

aproveitar a base ali e no dia a dia,

64:24

né? Porque quando a gente sobe um

64:25

ambiente apartado,

64:27

eh, muitas vezes no dia a dia vocês têm

64:29

outras atividades e não vão acabar

64:30

usando, né, simulando ali como seria,

64:33

mas eh das duas formas, claro que no SAS

64:36

seria até mais fácil, né, para não ser

64:38

tão intrusivo, mas eh foi o que o Pedro

64:40

falou, a gente pode ativar essa licença

64:42

e ela ela fica ali por 60 dias, de 30 a

64:45

60 dias, liberada para vocês e depois

64:47

vocês voltam.

64:49

Ah, pra versão que vocês já utilizam.

64:52

>> Isso aí.

64:53

Aqui eu tô abrindo esse projeto,

64:55

Juliano, só para mostrar que você tinha

64:56

comentado. Eu lembrei que eu tô tava

64:58

montando a parte do dependência proxy

65:00

com Maven, com package de registro.

65:01

Então aqui eu tenho, tá vendo que ele

65:03

trouxe dependência para caramba, que é

65:05

do Maven Central para fazer o cash aqui

65:07

para mim no pack de register. E aí eu eu

65:10

reutilizo daqui através do depend, tá?

65:12

Então é bem bem legal isso. Os builds

65:14

ficam bem mais rápido. Eu posso usar o

65:16

cash no próprio pipeline ainda para

65:17

aumentar ainda mais essa essa

65:19

velocidade. Tudo isso impacta, né? Já no

65:22

final do dia em infra, porque você tem

65:23

um consumo menor da infra, né? Então se

65:25

você tem um pipeline mais rápido e você

65:28

consome menos tempos de de infra, você

65:31

tem um um menor custo ali no final do

65:32

dia também, tá?

65:36

>> Mas é isso, tem muita coisa a partir de

65:38

a gente consegue criar catálogo, né? Eu

65:39

comentei com vocês, agentes próprios.

65:41

Então aqui são agentes criados já pela

65:42

própria Gitlab, mas vocês podem criar,

65:44

por exemplo, Pedro, eu hoje eu faço um

65:46

trabalho muito repetitivo de, sei lá, de

65:50

escrever documentação, tá falando

65:52

falando algo básico aqui, mas assim,

65:53

você pode criar um agente para escrever

65:55

documentação com base nos critérios que

65:57

você segue para poder criar as

65:58

documentações. E aí você utiliza esse

66:00

agente a hora que você quiser para ele

66:01

poder te auxiliar nesse nessas nesses

66:03

trabalhos repetitivos, revisão de código

66:06

e tudo o resto. Eu

66:10

acho que agora a gente vai a gente vou

66:13

vou conversando e o e vamos conversando

66:16

com

66:18

>> Uhum.

66:21

>> Estamos Estão me ouvindo bem?

66:23

>> Sim.

66:25

>> Eh,

66:25

>> estamos sim.

66:27

>> E a gente segmentar mais, né? ver mais

66:31

equipe e fazer reuniões mais segmentadas

66:33

com com os times e fazer o planejamento

66:36

aí combinar com IB com Anderson pra

66:39

gente ver uma data, ver como que nós

66:42

vamos fazer, fazer esse planejamento pra

66:45

gente começar essa brincadeira, testar.

66:48

E eu acredito, eu gostei muito do que eu

66:50

pesquisei, eu gostei muito, muito mesmo.

66:53

Eu já tinha uma um uma vontade de

66:56

implantar o IAOPS aqui, né?

67:00

E e surgiu como veio, caiu no colo assim

67:03

como uma bênção, veio para mim e falei:

67:05

"Não, isso aqui vocês vão me ajudar, né,

67:09

plantar a cultura aqui dentro e e a

67:11

gente vai tocando." A universidade vai

67:13

vai

67:14

>> vai desenvolver bastante em relação a

67:16

isso.

67:18

>> E o legal, a Gitlab, ela tem releases

67:20

novas já a cada um mês, dois meses, às

67:23

vezes a cada duas semanas. Então assim,

67:25

tem novidade sempre a parte de

67:27

observability que eu mostrei para você,

67:28

por exemplo, é algo bem recente e que tá

67:30

evoluindo bem rápido. A parte Ga também

67:32

ficou em GA, né, lançamento oficial dia

67:35

15 de janeiro, se eu não me engano.

67:37

Então, completando um mês agora e e o

67:39

pessoal já tá muito maduro já em todas

67:41

essas features, cara.

67:43

>> É, teve uma um lançamento que o Leonardo

67:46

tinha mandado, mas foi dia 10, que eu

67:48

não consegui. Dia 10 foi um um calço,

67:52

não consegui ver nada. Hum. Tranquilo.

67:54

>> Até depois, depois eu vou pedir para

67:56

você

67:57

>> ficou gravado alguma coisa para ficou

68:00

assim. Calma.

68:00

>> Ficou ficou. E também a gente quando for

68:02

falar de a sessão de a gente a gente vai

68:06

comentar justamente desse desse produto.

68:08

Acho que vai ficar mais até mais claro,

68:15

tá bom? Mas legal, pessoal. Então eu

68:18

depois eu eu mando o e-mail, tá,

68:20

Jefferson, vendo os próximos passos e me

68:22

colocando à disposição aí pra gente dar

68:24

continuidade, tá?

68:27

>> Combinado. Então, alguém tem alguma

68:29

coisa para falar, para perguntar?

68:33

>> Quero só agradecer, pessoal. Eu peço

68:35

desculpas aí que eu tô tô eu tô em

68:37

trânsito aí, tá meio ruim aqui a

68:38

chamada, tá? Mas a gente conseguiu

68:40

gravar direitinho e se alguém precisar

68:42

aí da gravação, eu já repasso a gravação

68:45

para joia. É, compartilha de qualquer

68:47

forma com todo mundo aí.

68:49

>> Beleza.

68:52

>> Combinado. Então,

68:54

>> obrigado. Um bom dia.

68:55

>> Obrigado, pessoal.

68:57

>> Obrigado, pessoal. Obrigado.

68:58

>> Boas festas.

68:58

>> Bom dia aí. Boas festas para todos.

69:01

Tchau.

69:01

>> Tchau.

69:02

>> Valeu, pessoal. Bom carnaval aí. Falou.

69:05

>> Até mais. Tchau. Tchau.

69:15

Sal. M.

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