Entrevista para artigo ESSS D&C
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Beleza?
>> Perfeito. Então, hoje, ó, eh, ela vão
ser em seis fases, tá? O Morfo,
ela, o poço,
ele tem uma lâmina d'água.
Deixa eu ver se é o outra outro
documento.
>> São seis fases paraa perfuração toda.
>> Exato.
Isso aí parece que vai dar uns 5 se
meses. É isso de de
que eles estão prevendo assim se não
tiver nenhum
>> Ah, isso aí é bem bem complicado. A
gente possa posso até te mostrar alguns
exemplos aí em tempo,
>> mas, por exemplo, só essa demora eh já
>> já extrapolou
antes.
Exata.
2889
era prevista, mas eu acho que não era
nessa que eu queria.
Deixa eu ver se esse outro.
E aí? E aí? Eh, queria também que me
falasse a a I3S tá participando assim
com a parte do de monitoramento 24x7 da
fase de exploratório, assim, da
perfuração.
>> Perfeito. Hoje a gente monitora todos os
postos, né, de eh perforados da
Petrobras,
bem como o
a da Margem Equatorial.
Ô, Petrobras, já perfurou um na margem
equatorial, mas só que na bacia
Potiguar, que é ali próxima a Natal. E
aí agora tá sendo o primeiro poço na Foz
do Amazonas,
>> certo?
>> Hoje a previsão ele tá por volta de 500
km da Foz do Amazonas.
>> Sim.
>> E ele atualizando aqui a lâmina d'água,
só a a altura da água. né? Até o solo é
de 2887
m.
Depois confirmado. Em projeto era 2889,
mas confirmado, normalmente eles
confirmam pelo potixaba. Eles lançam
boias e fazem o a primeira fase que é a
fase de 36
42.
aqui, ó, eh, desce uma broca de 36
polegadas com um alargamento de 42 e
depois desce um revestimento.
>> Esse é o revestimento que a gente chama
de alojador de alta. A gente precisa de
dois revestimentos pro BOP assentar. E
aí são as duas fases, fase um e fase
dois, que o tipo de fluido é a própria
água do armar. É, então é em poço
aberto, né? Então, foi feita a primeira
fase, a gente não acompanha a primeira
fase. Essa primeira fase, ela a gente
chama de BHA cego. Ele não tem
ferramenta MWD nem LWD. Então, a gente
não tem medição de pressão enquanto
perfura. A gente não tem eh aí no caso
para Petrobras informações de geologia
enquanto perfura, né, que pode ser um
raio gama, uma pressão non, eh, enfim.
resistividade
e entre outros. Então a gente começa a
acompanhar do PWDA a partir da segunda
fase. Aí aqui, ó, começou o
monitoramento
dia 30 de outubro e terminou dia 1eo de
novembro de 2025. A a companhia de
serviço SLB, né?
>> Uhum. E foi iniciado a perfuração em
3023
até 4080
foram os metros perfurados, um total de
1057 m nesses tempos. Aí esse, essa é a
segunda fase, é onde a gente tem a
inferência cálier.
>> Que que é inferência cáiper? Ela
a partir da pressão non, essa mudança
quando a gente bombeia um fluido pesado,
aquele fluido que tá no poço, que é a
água do mar, mais cascalhos, né? Então a
gente vai ter um um peso de fluido um
pouco maior do que a da água do mar, que
é 86, vai ter por volta de nove ali.
Então a gente bombeia um fluido 12 que
empurra esse fluido que tá dentro do
poço para fora do poço.
Então, com essa variação é de pressão, à
medida que essa esse fluído vai subindo
dentro do poço, com essa com essa
variação de pressão, eu consigo
determinar o diâmetro médio daquele
poço. Se a gente fizer eh a cada
informação de pressão anular, item por
item, a gente acaba tendo isso de forma
discretizada,
né? O, a gente fez essa inferência
caliper, o resultado da discretizada não
foi legal, então por isso não foi
entregue, tá? o de acordo com o
comentário.
>> Uhum.
>> Eh, realizado apenas um bombeio. O
método utilizado foi quando o fluido
passou pelo pelo sensor de de PWD, né,
que são aqueles eh
são aqueles GOJ, como é que é o nome?
Enfim, esqueci o nome do sensor.
Eh, e aí começa a ter esse aumento no
ECD ou na pressão do nular, né?
>> Uhum.
>> Então, tem os dados de ISD inicial,
eh, e foram bombeados, ó, 2590
barris de FCBA 12,5 PPG,
eh, 280 de FCBA 12,5 PPG viscoso e 200
barris de FCBA 12,5 PPG.
Então foi nessa sequência, teve pequenas
variações de vazão durante esse bombeio.
Eh, não teve problema na decodificação e
no recebimento dos dados. Após a análise
do PWDA, CERM encontrado foi de 28
polegadas. A broca é de 26 e o calier
médio nesse bombeio foi de 286.
desses,
igual a gente viu ali, 1057 m
perfurados, né?
>> Uhum.
>> Descredizado não foi entregue. Por que
que não foi entregue? Quando a gente
pega, eu tenho a imagem aqui dela,
ela não ficou legal. a gente vai ter eh
momentos que ela tá undergage
eh com um valor menor do que a de broca
nesse trecho, valores que estejam muito
maior do que a da broca, igual nesse
trecho aqui de 51, por exemplo. Então
não faz sentido
>> a gente entregar. E por que que
E por que que dá dá esses valores, né?
Se a gente vê na no resultado
de como veio os dados de pressão no
anular, consequentemente através da
pressão non a gente tem o ECD, esse CD é
equivalenting
density. É, então é é a densidade
equivalente enquanto tá estamos
circulando. Então pega a partir do do
dado de pressão anular e p = rgh, a
gente tira esse fator h e transforma
numa num num valor eh esse R, né, que
seria a densidade, a gente chama de ECD,
que é essa densidade equivalente.
Então quando você vê que ao longo do
tempo ele,
os pontos dele ele não é retilíneo
e a gente precisa dessa variação de um
ponto a outro. Então pode ser, por
exemplo, que pegou no em tempo, pegou
esse ponto aqui e esse ponto aqui, então
a reta dela, desse trecho, seria bem
horizontal.
>> Uhum. Só que na verdade era para ser
esse ponto aqui que que torna uma
inclinação maior, entende? Então, se a
gente pega da maneira discretizada, ela
não conseguiu entregar um resultado
legal. a o caliper discretizado. Por
isso que só foi entregue o médio de 286,
porque ele é do primeiro ponto ao ponto
de estabilização, ao ponto que completou
o poço, que é o final. Então ele só pega
uma inclinação de reta, certo? É só
diferença do início do bombeio ao final
do bombeio. Ele não entrega o
discretizado ao longo do bombeio.
Entendeu?
Entendi.
>> Então, beleza. Fizemos na fase dois a o
a inferência Calier, que é um dos
serviços que a gente entrega.
Aí a partir da terceira fase, que foi
broca de 18/8, alargamento para 21,
começou na data de 27 de novembro. Aí,
porque da fase dois paraa fase três tem
a descida do revestimento, né? a gente
perfurou com broca de 26, desci um
revestimento de 22
e depois de descer esse revestimento,
cimentar esse revestimento, desce o BLP
com os Heiser, que aí torna um circuito
fechado,
porque
>> Ah, certo.
>> O Riser eles são tubos grandes que
seguram o BOP e ficam conectados ao BOP.
É isso, é, é isso que dá. E a partir
desse momento é que a gente pode falar
que o posto tá fechado, é um posto
fechado. Perfeito.
>> Você falou assim: "Ah, aqui é o posto
aberto, a gente tá tá perfurando poço
aberto porque ainda não tem um bop ou é
ou não?
Não necessariamente, porque o poço
aberto pode ser que não seja
revestimento. Por exemplo, a gente tem o
o pessoal de log, de wireline, a gente
tem de poço aberto e poço fechado. Poço
aberto seria quando não tem
revestimento.
>> Poço fechado seria quando já tem
revestimento,
>> certo?
Mas não tá errado isso da gente falar
que que seria um posto fechado, porque é
um circuito fechado,
>> porque o que você tá bombeando que vai
por dentro da coluna, sai da coluna e
sobe nesse anular que é que tá fechado
pel por esses riser, então tá retornando
para lá pro navio
>> e tem um revestimento que é como se
fosse uma uma parede a mais ali do poço,
né, que é a a borda, talvez o poço é o
revestimento. né?
>> Perfeito.
>> Então assim, o revestimento ele pode,
ele também passa fluido ali entre ele e
o
e o anular ali. Como que é? Tem
>> é eu eu vou vou pegar num pente aqui, ó.
>> Isso é só uma questão de curiosidade
minha.
>> Não, sem problema, sem problema. Eu
>> Mas é porque ele ele eu entendi que ele
é o posto, tá o posto, o circuito
fechado e aí tem um controle de pressão
e temperatura muito maior, né? Aí tem
todos os sensores, tudo.
>> Sim.
>> E é muito mais fácil, talvez, de, isso é
uma curiosidade minha, talvez de
controlar ele, né? Porque até então ele
tá
ele é como se sem o BOP ele ficasse um
pouco mais sensível, né? Ou sem o
revestimento, vamos dizer assim.
>> Sim. Ó, vamos lá. Teve primeiro broca
36, alargador 42. Então esse trecho aqui
é de 42 polegadas, certo? Uhum.
>> E aí desceu um revestimento de 36
polegadas.
>> Uhum.
>> Então desceu um revestimento de 36,
certo?
>> Sim.
>> Então já ficou um certo anular aqui que
ele vai ser cimentado.
>> Uhum. Então esse cimento eles vão
bombear por dentro do revestimento e ele
vai preencher um trecho desse anular
aqui que tá
>> que tá vazio, certo?
>> E ele vai ter um o que a gente chama de
[ __ ] que é um plug para deixar esse
revestimento,
ele ele preenche um pouco acima, só que
para ele não deixar retornar esse
cimento, né? Então vou falar, ele ele
preencheu aqui
e tem um pouco de cimento aqui.
>> Aí desce a broca de 26
que vai perfurar esse
esse vai cortar esse cimento.
>> Aham.
>> Corta a [ __ ]
>> Uhum.
>> E depois vai descer um revestimento de
22. Entendi.
>> Mesma coisa. Vai cimentar.
>> Uhum. Baixo.
>> E depois
desce. Aí você entende que fica deixa
essa estrutura
dessa parte bem mais segura, né? Com
risco de desabamento, tudo mais.
>> Sim. Aham.
E a partir do momento que a gente tiver
esses dois revestimentos,
eles já são os alojadores pra gente
colocar
o BOP aqui em cima.
>> Aham.
Sim.
>> Certo.
>> Uhum.
Entendi.
E aí, desse BOP a gente conecta os riser
a superfície do navio.
>> Uhum.
>> Certo.
>> Aí, beleza, tá conectado. A gente pode
entrar com broca de 18 1/8 com alargador
de 21 polegas.
Então, a gente entrou novamente uma
coluna aqui aqui para baixo
para perfurar
esse outro,
esse outro trecho,
né? começou a perfurar esse esse trecho
de 18 21 e tem um teria um alargador
aqui de 21 bem na parede.
>> Certo.
>> Certo.
>> E
aí o fluido
ele é bombeado por dentro da coluna.
>> Uhum.
>> Sai pelo alargador.
>> Uhum.
e pela broca.
>> Certo?
>> Além disso, a gente tem as linhas de
de Heiser, que aí é um fluido que é
bombeado. O próprio Riser, ele vai ter
meio vai ter linhas
que de bombeio que você pode fazer o
bombeio pelo Riser.
>> Uhum. Então ele vai ter
um fluido que ele vai ser bombeado não
por dentro da coluna, mas ele vai ser
bombeado pelo Riser
para ajudar aos aos sedimentos. Esse
cascalho que tá tá ocorrendo na
perfuração,
>> ele tá ajudando a limpar esse poço e e a
mandar lá para cima.
>> Sim.
>> Certo.
>> Uhum. E a partir dessa fase, o fluido
ele começou a ser sintético, ele é base
não acosa.
Normalmente sempre sempre esse fluido
ele tem que ele não pode ser jogado no
mar, né? Ele tem que retornar para pra
terra depois, né? Então ele é ele é l eh
limpam, né? esse fluido com esse
cascalho, tem essa limpeza do tiram o
cascalho. Esse cascalho também não pode
ser jogado no mar, ele tem que retornar
pra terra quando usa fluído de base
sintética.
E
só que aí identificaram durante a quarta
fase,
ó, que é de 16, que é essa fase que
que a gente iniciaria, né?
Nessa fase aqui, na quarta fase,
identificaram que tava tendo perdas,
que assim como eu falei, tudo como é um
circuito fechado
>> Uhum.
>> tudo que tá sendo bombeado para dentro
do poço, todo esse fluido, ele tá
retornando
>> sim
>> lá para pro navio. Óbvio que esse tanque
ele vai diminuindo porque a gente tá
aumentando o volume do poço, né? a gente
tá cortando, então esse tanque ele vai
diminuindo um pouco o fluido, isso é
normal.
>> Só que quando você começa a ter uma
tendência de perda de em em volume de
fluido maior do que o o que você tá
previsto para preencher aquele poço,
você a a ativa um alarme, né? Opa,
alguma coisa de errada tá acontecendo.
>> Uhum. E aí foi identificado que tava
tendo perda de fluido nessa linha de
Heiser.
>> Aham.
>> Então esse fluido tava deve ter
algumiser que deve est com algum furo e
e deve tá tá jogando isso pro mar.
>> Uhum. Então, independente assim, seja lá
na na margem equatorial, seja em Búzios,
seja em qualquer outra bacia, a operação
ia parar e ia ser investigadoonde que tá
o vazamento nesse Riser.
>> Sim,
>> uma pena, né, ser lá na margem
equatorial que tá o Brasil inteiro com
os olhos virados a isso, né? Mas
>> o que poderia ter acontecido em qualquer
outra plataforma offshore.
>> Exatamente.
>> E o e o e aí o que foi constatado que
isso aí tava saindo para fora, ele não
tava, não sei se tem esse caso de às
vezes também ter um furo na no
revestimento e o fluido tá escapando lá
para dentro ou isso é difícil de
acontecer.
>> Então eh
>> é difícil, né? Porque depois que você já
perfurou, não vai ter nenhum atrito ali
a ponto de
>> quebrar o revestimento e o fluído
escapar por ali, né? A não ser que tenha
tido algum tremor de terra, alguma coisa
nesse sentido, né?
>> O que pode acontecer eh o desgaste de
revestimento, que é algo que a gente
monitora também.
>> Sim. Por exemplo, nessa fase, a partir
do que que a gente tá em poço fechado,
>> Uhum.
>> a gente consegue simular o desgaste do
revestimento que desse desgaste que tá
ocorrendo no revestimento, por exemplo,
que a gente tá girando a coluna aqui.
>> Esse a coluna, o os tubos, né, eles têm
o que a gente chama de two joint. Ele
não é ele não é retinho, né? Ele tem
tipo ele é um pouquinho maior assim, ó.
Aina e um pouquinho maior.
>> Sim.
E aí ele conecta com outro, né?
>> Aí é o de baixo ele tem a rosca macho,
né? E em cima a rosca fêmea.
>> Uhum.
>> Então os tubos vão conectando e nessa
parte da tool joint da conexão eles eles
têm um OD um pouco maior.
>> Uhum. E aí a gente tem essa simulação de
desgaste de revestimento.
Certo?
>> Hoje eu não vejo como uma preocupação,
tá? O o desgaste de revestimento. A
gente tem os limites de projeto que o
projetista Petrobras
ele
ele entrega pra gente, né?
E aí tem para cada fase, eh, pro
revestimento
de 22, quando a gente começou a fechar o
circuito, né, que instalou o BLOP, a
gente tem o revestimento de 22, que é
exatamente nesse desenho que eu te te
mostrei aqui. O revestimento de 22, a
gente sentou o BLOP, então a gente já
começa a ver o desgaste nele. a gente
vai ver o desgaste no revestimento de
22, no liner de 18, no liner de 16 e no
revestimento de 1358.
Então, por exemplo, na na fase três que
a gente perfurou,
que já foi, né, já acabou essa fase,
essa foi a primeira fase em comoo em
circuito fechado, né,
o com o BOP instalado. Então, a gente
tem os limites máximos de desgaste 20
996 20, que é exatamente essa curva azul
aqui.
>> Tá vendo? E o desgaste previsto simulado
pela pelo projetista da da Petrobras
é essa curva vermelha.
>> Você vê que o previsto não chega nem em
5%. A posição crítica aqui seria em
3809,
que é de 996, mas muito pontual. É, é
bem eh de um a outro aqui é coisa de 1
m. Nesse 1 m em
>> não é não é algo que vai fazer uma
preocupação,
>> é, mas
>> tá longe do limite assim,
>> tá sendo um desgaste bem baixo. Aí como
que a gente faz essa simulação?
Eles eles têm a prevista
baseado
na
aí é esse documento aqui que a gente
chama de desgaste previsto.
O BHA ele tem um fator de desgaste a
partir de um de um BHA genérico, né, que
que é previsto a a ser rodado.
tem esse BH genérico com esse fator de
desgaste
e tem eh como que vai ser as operações
desse dessa fase, ó. Ele perfuraria de
4019 a 4069
e de 69 a 4370. Mas nesse trecho ele
perfuraria com um peso sobre broca de 20
kb força
com uma rotação de 60 rpm.
e numa taxa de ROP de 5 mh, dando um
tempo total de 10 horas.
Então, ele me descreve toda
a operação que vai ser feita, essa
sequência operacional e aí me gera o
esse desgaste previsto.
>> Uhum. Uhum.
>> essa curva vermelha ou que a gente
imputa no software, no desgaste total,
eh, é uma tabela em Excel, né, que que
geraria esse essa curva vermelha.
>> Uhum.
>> Então, como que é a nossa simulação? a
gente entra o BHA, correto, né? O a o
TAL dos drill pipes corretos e a gente
tem como que a operação está
acontecendo, como que tá sendo o peso
sobre broca e como tá sendo a rotação do
de maneira real, né, de maneira
verdadeira. Então a gente dá esse
desgaste de revestimento atual,
que vamos falar assim, ah, começou a
perforar ainda tá bem baixo comparado ao
previsto. E a gente ainda dá também o o
previsto ao final da fase, porque vamos
vamos supor assim, ah, a gente já
perfurou até 4050,
então a gente sabe que teria mais 19 m,
né, com esses parâmetros até 4069,
seriam mais 19 m com esse parâmetro e
teriam depois esses parâmetros previstos
em sequência operacional.
Então a gente vê o que tá realado
nessa sequência operacional que que o
projetista entrega pra gente,
>> certo?
Então a gente vai ter sempre essas três
curvas. A gente vai ter o desgaste de
projeto, o desgaste real e o desgaste
previsto ao final da fase.
>> Entendi.
>> Esse é o a forma que a gente faz essa
análise de desgaste
>> n ali, tá? Ele tô mostrando ali o real,
ele não tá mostrando. É isso.
>> É, isso aqui é projeto.
>> É um projeto. Ah, tá.
>> Vou te dar um exemplo aqui agora da
gente,
>> a gente às vezes só consegue ter o dado
total depois então que perfura, né?
Porque até então enquanto tá perfurando,
perfurando a gente tem é uma mistura,
né?
Exato. Exato.
>> Porque você tá, é uma coisa que foi
previsto ali pelo engenheiro junto com
alguma, algum dado real que faz a gente
simular o, né, o que eh ali também o que
tá acontecendo e o que pode acontecer,
né? Tem
>> perfeito,
>> né? Perfeito. Eu vou te mostrar aqui o
da da NS47, o como que tá o desgaste de
revestimento. E aí, deixa eu só enquanto
você vai abrindo aí, deixa eu perguntar
uma curiosidade. Ô, Júlio, o vocês
estavam acompanhando esse eh a
perfuração quando teve esse essa perda
de de eh como que é o fluido, como que a
gente fala? Perda de carga, não? Ah,
perda de fluido. Perda de fluid fluído.
>> E aí vocês estavam acompanhando e e
vocês eh chegaram a reportar isso? Teve
ou não? Isso foi algo que eles
>> detectar detectaram também junto lá e
pararam a operação. Como que foi? Eu vou
vou ver aqui na na Passerv, mas isso não
foi foi alarmado não, até porque eu
falei, normalmente é é dado por uma
queda de tanque, então não teve nenhuma
ação nossa para o reporte desse dessa
queda de fluido. A gente pode até
confirmar se o se o software chegou a
alarmar, mas assim, até o o esse alarme
de de tanque é até meio uma problemática
pra gente, porque ele ele vem sem parar
porque igual eu falei, às vezes sempre
tá perdendo e
>> Sim, é difícil de de conseguir.
>> Exato.
>> Eu entendi.
>> Eu vou até mostrar aqui também da 4.
>> É muito dinâmico, né? Nú tem. Ele tá ele
tá aumentando o tamanho do poço, né?
>> Exato.
>> Ao mesmo tempo ele tá
>> ele tem que ficar num equilíbrio ali,
né? Praticamente, né? Porque tá
aumentando o poço, mas também não pode
ter o fluido. A não pode perder muito
fluido. Então tem que ficar controlando
isso. E eles falaram que é bio
biodegradável. É é
>> é é sintético, mas foi passado como
biodegradável. Imagino que seja
justamente para evitar caso venha
acontecer alguma
>> uma coisa de sair pro porque ainda tá
imposto tá ali manusando em poço aberto,
vamos dizer assim, né? Então
>> é, não, já tá com o BOP, né? Já tá tava
pronto para iniciar a fase quatro.
>> É verdade. Uhum.
>> Mas aí foi pelo Riser mesmo que teve o
vazamento. Aí eles estão puxando tudo,
todos os Riser para investigar onde que
tá esse vazamento
aqui, ó.
O tanque ativo vai ser essa curva
amarela aqui que eu vou vou tirar, tá?
Com essa escala.
Ele tá perfurando aqui na na NS47.
Você vê, ó, de padrão, só pelo fato de
tá perfurando, de tá tá tendo o avanço,
o tanque ativo, ele já vai caindo
normalmente, né? Então, às vezes, se
você tiver um desvio a mais desse
tanque, aí realmente pode ser um alarme
a a a ser gerado.
>> Mas vamos ver como é que tá de alarme lá
no
>> E aí eu queria saber um pouco também da
operação, porque vocês estão monitorando
esse poço. Então, eh, uma equipe 24 por7
que fica e mesmo com as pessoas eh com
office,
>> não? Então,
>> isso perguntar, é por isso que eu
perguntei para você no começo ali, mas
eu me ten um pouco de curiosidade nisso.
Como que é que funciona a operação
exerce no acompanhamento do poço?
Entendeu?
>> A nossa equipe é 247.
a gente,
nossa equipes, nós somos em quatro
pessoas, né? São quatro eh funcionários
que estão fazendo turno e eu fico como
suporte.
>> Então, a essa escala ela roda certinha,
ó. Vou também te mostrar a escala para
você entender certinho como que é.
Aí é presencial lá em Macaé junto ao
CSD, que é o centro de suporte e decisão
da Petrobras.
>> Então, mas o o
presencial tá em Macaé, não em Amapá,
por exemplo.
>> É em Macaé.
>> Em Macaé.
>> É,
>> quer dizer, fica monitorando do rio
assim, ó. Exato.
>> E o e aí todos os
>> É, entende?
>> Que estão sendo perfurados.
>> Por exemplo, a no momento a gente só tem
dois, né? A gente só tem a NS 40 e 47.
Essa, esse outro aqui é porque tá sendo
feito o teste de servidor, mas tá tendo
duas perfurações no momento, que é o
Jubart 71 e o Búzio 100.
Então, a equipe ali tá monitorando dois
poços com o PWDA. Por que que é muito
importante nosso serviço? Assim, porque
a gente tem um CSD, um centro de suporte
de decisão do do Perf. Ele tem que tá
atento a qualquer evento que esteja
ocorrendo nas sondas, que que seja algum
outro problema. Mas vamos falar assim, a
gente tá às vezes perfurando oito, oito
poços diferentes,
só que aí ele tá preocupado com a
trajetória de um poço e nisso tá tendo
queda de pressão, um possível washout ou
um desgaste de revestimento de um outro
de outro poço. Então a gente a alarma
pra gente o esse porque a gente
cadastra, né, esse poço tudo mais no
PWDA, a gente recebe o alarme, faz esse
filtro do alarme, se se ele é condizente
ou não, e passa pro
responsável Petrobras. Então ele não
precisa, óbvio que ele ainda vai volta e
meio olhar cada poço o que que tá
acontecendo, tudo mais. Mas se ele tá
com atenção em um poço, os outros set
pode estar acontecendo que que se vi
algum alarme, a gente vai ter um
operador ali pronto para avisar o
o CSD responsável,
>> certo?
>> Né? seja seja num num perda de fluido ou
num ganho de de fluido, apesar que ainda
em tanque existe um operador dentro da
sonda que ele é responsável por
por kick, né? E enfim, é a gente chama
de mudloger.
>> Uhum.
>> Ele ele tá monitorando os tanques, né?
ele é focado nisso,
mas, por exemplo, eh até até mear como é
que funciona lá na lá em Macaé, a gente
vai ter um operador, a gente tá no dia
21 de janeiro.
21 de de janeiro. A Franciele, ela
entrou ontem à noite no turno, então ela
tá fazendo o turno de 7 da noite às 7 da
manhã e tá passando pra amanhã pra
Karine. A Karine que tá nesse momento lá
fazendo de 7 da manhã à 7 da noite.
Uhum.
>> E isso vai ser a semana toda até a
próxima terça, que aí o Felipe vai
entrar à noite, a Franciele ela vai
passar pro dia na quarta. Então ela saiu
na terça, 7 horas da manhã, só vai
entrar na quarta, 7 horas da manhã.
>> Uhum.
>> E aí o Felipe entrou à noite e a Karine
pegou folga.
Então Franciele fez 14 dias, Felipe 14
dias, Guilherme 14 dias, Karine 14 dias.
>> Sim.
>> E aí a gente vai rodando assim,
>> começa de novo
>> e vai começando de novo. 7 dias à noite,
7 dias de manhã, 7 dias à noite, 7 dias
de manhã. e vai rodando e aí você tem
trabalha 14 dias, folga 14 dias.
>> Legal.
>> Então é é assim que funciona. Quatro
pessoas e quando alguém tirar férias,
igual vai acontecer o caso do Felipe
nesse próximo turno, aí eu vou cobrir o
turno dele e folgo os 14 dias depois.
>> Certo? Ah, legal.
>> Então a gente precisa
>> então sempre cinco. Sempre cinco. Então
para um cobrir essas saídas entre os
princípios. Perfeito, perfeito.
>> Muito legal.
É bem parecido com um pouco a escala que
o pessoal faz na plataforma, né? Que
também o pessoal não é direto, né? Pelo
que eu sei, tem essas folgas. Eh, não
sei se eles voltam, eles ficam lá, mas
eh mas também tem essas folgas grandes,
né? Entre um turno e outro. Sim.
>> Sim. Quando, por exemplo, é um
trabalhador de uma mesma sonda, aí é
exatamente igual, é exatamente assim que
funciona,
>> que que aí você já tem que ter o seu
back planejado, né?
>> Uhum. Mas, por exemplo, uma companhia de
serviço, por SLB, Rallyburton Baker, eh,
é serviço por demanda, então não
necessariamente é na sempre na mesma
sonda e tudo mais, então fica mais
difícil de você ter uma escala certinho.
>> Ah, entendi.
>> Parece que essas companhias sempre estão
precisando de gente e e aí mais trabalha
do que folga, né?
>> Sim. Eu, a gente tem esse o o a E3S tem
esse diferencial, Júlio, de fazer esse
monitoramento, né? Eu acho que é uma
coisa meio, não sei se é única ou uma
das, né, que faz esse monitoramento aí
24x7 na perfuração, mas você sabe se a
gente é único nisso ou não? Uma uma
coisa meio que eu queria responder, sabe
se tem outras empresas que fazem isso ou
é só a gente que faz do jeito que a
gente faz assim junto com simulação, né?
Isso
>> então eu acredito que é único, sim, da
forma que é feito, eu acredito que é
único, mas por exemplo, as companhias de
serviço, elas têm também esse trabalho
de forma remoto, né? Eh, por exemplo, a
a própria Hally Burton, ela tem uma
equipe lá que monitora todos os poços da
Hall Burton também para identificar
qualquer desvio durante a perfuração.
Eh, a Schumberg, ela tem um SLB, ela tem
um serviço remoto, mas mais para ter um
profissional qualificado, monitorando
também as ferramentas e e como tá o
direcional do poço para tá dando suporte
às vezes quem tá na sonda, que não tem
tanta experiência.
>> Uhum.
por exemplo, na POC que a gente teve lá
no OMAN, eh, a gente competiu com
algumas outras outras
>> outras despesas, né, como
>> era possivelmente estaria saindo a a SLB
de lá com o serviço do Interact, eh, mas
tinha muitas outras, a própria NOV, a
Baker, eh, aerford, todas elas de
serviços também tavam
tentando vender um o serviço, né? Mas
assim, eu eu confesso que
>> o pessoal da Pou se surpreendeu muito
positivamente com o nosso serviço,
assim, sabe? Eu acho que eles deram essa
oportunidade pra gente, talvez achando
que não ia
não, não é seria uma uma grande
concorrente, mas eles se surpreenderam
bastante assim.
>> Ai, que bacana, né? Legal, né? Saber um
reconhecimento assim de que estamos tá
fazendo do jeito certo aí pelo é o é o
>> Sim, sim.
>> Pô, eu acho que a gente o que que você
que vai, voltando ali pro pro Morfo, né?
Eu acho que a gente sempre falou bem ali
com relação até eh quais fases que a
gente participou, como que aconteceu até
essa perda de fluido e eh me explicou
bem ali como que foi o como que
aconteceu e o o uma possível causa do
que aconteceu.
É, a gente não tem uns, não sei se a
gente já tem os resultados, se ele já
tem mais ou menos uma, sabem mais ou
menos onde foi a, a, o vazamento, mas se
se isso também já é algo que
eh
provavelmente já devem ter corrigido
isso, já devem ter tirado, né? Ou você
acha que ainda tá fazendo isso? Tá nesse
processo?
>> Eu acho que eles estão no processo, ó.
Hoje é 21 de janeiro.
>> Foi aconteceu quando isso foi?
Isso foi,
deixa eu confirmar aqui a data do, ó, 7
de janeiro, eles terminaram de tirar
substituindo.
Ah, então é depois s, isso foi 7 de
janeiro que eles terminaram, que saiu do
poço.
Manobra Riser. Vamos ver. Dia 3 de 3 de
janeiro.
Running RLE.
>> É porque eles têm que tirar a coluna
toda para depois, né? Ainda a coluna é
rápido, né? Alguns dias, né? um dia, não
sei quanto que para tirar a coluna toda
lá. Se bem que tava arraso ainda, tava
com 2 3.000,
não tava fundo ainda, né?
>> É, eles estavam em 4700, né? O
>> E tá previsto para quando? Para quando
atingir a o reservatório, com que
profundidade? Vocês sabem
>> aqui, ó, no dia entre, perdão, é do dia
3 pro dia 4.
>> Aham. procou em pontos que tinham
resquício de cimento. Eh, tava
repassando, né, ali naquele trecho,
encontrou o topo do cimento e começou a
trocar fluido.
Sonda colocou o booster, começou a a
bombear pela booster também perto das 10
horas da noite,
mas alguma coisa aconteceu que tava
vazando eh oil base mud, né, que é um
fluído sintético
>> pela booster. Petrobras tá limpando a
linha com água mar, com a água do mar e
depois vai puxar para checar BOP.
Então
>> isso foi dia
>> isso foi dia 3 pro dia 4.
>> Ah, tá.
até o momento, até hoje,
prosseguida atividade de inspeção nos e
linhas auxiliares
>> ainda
>> estão nesse processo.
>> A previsão, ó, no momento a gente tá em
4701.
>> Uhum.
Só confirmando.
O poço tá em 4701. Confirma.
E a previsão é a TD dela na fase 6,
broca de 12 1/4
7.081.
É, quase já passou da metade, pelo menos
aí.
>> Ah,
>> mais mais da metade, né? Então,
>> tá, então tá.
>> Terminou. E para você ver, eles estão
seguindo o projeto certinho,
>> que era previsto fase três acabar em
4701
>> e aí foram iniciar a fase quatro,
só que aí teve na hora de de fazer essa
troca de fluido, iniciaram um corte
cimento, na hora da da troca de fluido,
eh, notaram que tava vazando pelo
Heiser. A gente pode às vezes até abrir.
Chegou nem a perfurar, então.
>> Ah,
>> não chegou nem a começar a perfurar ou
não.
>> Exato. Nem começou.
>> Que quando encontrou o topo do cimento
começou a trocar fluido. Vamos, vamos ir
pro dia 3 e 4 aqui pra gente ver.
>> Ver se aparece alguma coisa de alarme,
alguma coisa.
>> Aham.
Meioia.
A meio-dia.
Deixa eu abrir o do
PWDA.
Um
Ч.
А assim, de de
em questão a como tava a perfuração,
eles estão eh bem cautelosos, né? Tão
bem
>> Sim, até porque tá tá todos os holofotes
em cima, né? Então,
>> exato. Então, não chegou a ter muito
problema não, nem de alarmes.
>> Uhum.
Mas a equipe segue, vai tá monitorando
assim como todos os outros, né? Também a
Eu acho que
>> a equipe tá atenta.
>> Eu acho que é isso aí. Eu acho que a
gente conseguiu,
acho que a gente conseguiu, você
conseguiu me passar bastante informação
para eu poder escrever, entendeu? Eh,
mas se você acha que tem alguma outra
informação que é legal trazer também
pode ficar à vontade. Júlio, você acha
que faltou a gente falar alguma coisa
sobre o
>> Ah,
>> eu acredito que não. Acho que num geral
é isso mesmo. Só queria dar uma olhada
como que ficou nesse dia.
>> Aham.
se deu para ver, né, essa esse esse
vazamento aí,
>> tá? Pode ficar à vontade. Pode pode se
quiser, você quer ver isso e depois me
passar?
>> Pode ser, pode ser,
>> pode ser. É, e aí eu já vou montando
alguma coisa. Eh, e aí depois eu vou
passar para você revisar de novo você,
Marco, tem algumas informações que eu
peguei lá direto na Petrobráas que eles
têm lá também um pergunta e resposta só
para dar uma contextualizada para falar
o onde é, né? O pessoal falava que é na
Foz do Amazonas, mas também não é tão
não é tão bem na Foz do Amazonas, é 500
km da Foz do Amazonas, né? Dá uma
impressão que, né? Você tá na boca na
boca, não é bem assim, né? Uhum.
>> Asonas é bem bem
>> é bem extenso, né? Meu não sei qual que
é a largura. Fiquei até imaginando qual
que é a largura da do rio Amazonas
assim, cara. Para
>> Não, nem faço ideia.
>> Mas assim, você vê ali, tem até uma foto
da sonda ali, o cara na sonda que
você parece que tá no mar, não é
verdade?
>> É
>> porque é é no mar, né? né?
>> É, é no mar.
>> É no mar, né? É, é lá. É lá em cima, mas
é no mar, não é no rio.
>> Exato. Ex. É no mar.
>> É no mar, não é no
>> É 500 km da entrada ali do da saída, né,
do dessa rio mar.
>> É isso. Não, ele foi 500 km da Foz do
Amazonas, mas é e é 170 km da costa do
Amapá.
>> É, o mais próximo à costa seria 170 km.
É.
Então é no mar, né? No mar é
>> isso que eu acho que dá um pouco de uma,
sabe assim, uma característica assim,
ah, pô, você tá furando isso lá no
Amazonas dentro do Rio de uma
plataforma, mas não, não é, não é no
Rio.
>> Exato.
>> Eu acho que isso era uma coisa legal de
explicar, entendeu? Eu acho que o que
causou tanto assim reboliço tudo, é
justamente que a não, olha, tá a margem
equatorial onde que fica? Fica ali perto
do Amazonas, mais para cima, mas não é
bem não, né? Não tá eh dentro de uma
região ali mais perto, mas não é
>> Sim,
>> não é tão perto assim também, né? Não
vai, não é que vai
eh não sei eh se que, né? de lâmina
d'água é quase 3 km de lâmina d'água é
2800 m. Então
>> é é como se eu, se você comparar assim
com, sei lá, com aqui pro sul, bus
o o que o que que é tão diferente? É
menor,
>> menor. É menor. É, chega por volta de
2000
para busos assim.
>> Por que que é tão diferente de a gente
furar em busos e furar lá? Por que que é
por que que tá tão assim? Porque é
exploratório, é novo, não tem nenhum lá
ou é porque é por causa da região?
>> É, eu acho que principalmente por conta
de afetar e que eu acho que que o
pessoal, não que isso não seja uma
preocupação também aqui em Busos, né?
Mas
>> acho que lá lidam-se muito, falam-se
muito disso por conta dessa questão do
do de ecossistema.
Uhum. Tá,
>> mas
um um posto exploratório
ele é cheio de incertezas, né? Eh, por
isso que sempre ele vai ser vertical até
você ter um entendimento do que é
realmente a formação ali que você tá
perfurando.
>> Uhum. Você pega postos de correlação,
por exemplo, já eu já vi
um o exploratório que chama Monai, por
exemplo, um poço de correlação dele era
um poço lá da Nigéria, sabe? Então
assim, pensando nessa realmente na
>> Sim, eh, né,
>> no movimento de das placas tectônicas,
mas eh então você vai tendo postos de
correlação para você
prever
>> Uhum.
>> ter uma base do que que você pode
encontrar ali.
>> Sim. Então, por isso que qualquer posto
exploratório ele vai ter que ser muito
bem, vai ter que ser feito tudo muito
devagar, com muito cuidado para ali você
começar a ter realmente noção do que que
você tá perfurando e aí você depois
começa a fazer desvios, né, entender
como é que é, enfim.
>> Sim. E você falou que esse é o segundo
da Petrobras lá. Ou o primeiro já não
serviu
>> após? Não, porque o primeiro é foi lá na
bacia Potiguar, então foi lá na foi lá
perto do Rio Grande do Norte.
>> Entendi. Então essa outra bacia, então
como é um outro campo ali.
>> É, foi então é diferente. Já não tem
como nenhum que pode correlacionar
assim. É um novo exploratório.
>> Exato.
>> Ele não sabe nem exatamente se vai
chegar com essa profundidade e ainda vai
atingir o reservatório, né? Ainda
esperamos que sim, né? Mas
>> exato. Exato. Às vezes pode ser um pouco
antes, né? Ele tá tá botando 7.000 m
ali. Esse Monai, se eu não me engano,
foi record, foi por volta de 7.000 m
também. Eh, então assim, eles vão
primeiro perfurar reto para entender
quais são as camadas e ver no se chega
em algum
algum
>> Ele pode ainda chegar no sete e pouco lá
previsto e não encontrar e resolver
subir a coluna toda e fazer fur em outro
lugar.
>> Pode
>> sim, é uma uma probabilidade, né, também
acontecer isso, né?
>> Sim.
>> Eh, legal. Acho que é isso aí. Só que a
expectativa ali tá muito boa, porque
você tem as Guianas, o Surinami já
perfurando ali e muito próximo, né?
>> Aham.
>> Então, eu acho que pro entendimento do
das nossas reservas é fundamental ter
essa perforação ali também, entende?
>> Sim, sim. Não, isso sim. Eh, eles falam
que é pro pra gente sair da condição de
autossuficiente para
exportador.
>> Bacana,
>> não é? Parece que é isso. Eh, qual que é
a por que tá tá se fazendo esses postos
exploratórios? Pelo que eu pesquisei é
isso, entendeu? Eles querem sair dessa
condição porque aí enquanto que não tá
parece que tem um há tantos, né, tantos
barris que você consegue produzir, aí
sim você é um exportador de
petróleo.Quanto isso você é só
>> autossuficiente. Entendeu?
>> Entendi.
>> Eh, é mais ou menos isso. Mas não sei,
né? É isso aí. Eu não, acho não vou
comentar não. O porquê?
>> Ah, então aqui, ó.
>> Mas tá legal, cara. Eu acho que tá bem
legal. Acho que tem bastante coisa. Acho
que é legal explicar eh
explicar eu acho um pouco desse do
vazamento, né? Que que você que que você
acha legal de ver no artigo Júlio quis
falando do PSMorf que que essas
informações? O que que você acha que
também poderia ser um diferencial? Eu
acho que eu vou, eu vou falar também
desse, dessa parceria da E3S com a
Petrobras, né, que a gente já tem aí
completou mais de 20 anos aí nessa
confiança, nessa relação de confiança.
Eh, mas se tiver alguma outra
informação, se lembrar de alguma outra
coisa também, você pode trazer também.
às vezes na hora a gente não
lembra ali, mas
>> é eu vejo muito que é é dando sequência
realmente nessa parceria de confiança,
de
e a gente tá tá acompanhando também,
sendo mais uma barreira, né, mais uma
para para evitar que qualquer
problemática venha acontecer. a gente é
é uma barreira também no, né?
>> Sim, sim.
>> Então, acho que pode ser interessante
por esse caminho também.
>> Sim, é verdade.
Boa. É isso aí, Júlio. Obrigado, cara.
Obrigado. Eu
>> eu ainda vou contar com você aí ainda
para te te encher mais um pouquinho aí
depois com a matéria mais pronta, você
dá uma lidinha, tal, fazer alguma
correção. Perfeito. Ficam as ordens aí.
Obrigado, Julian. Valeu, meu amigo.
Abraço.
>> Trabalho aí. Valeu, obrigado.
>> Valeu. Ja.
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