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LITERATURA E EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA: COMO CONSTRUIR DIVERSIDADE E PERTENCIMENTO

1h 52m 14s13,786 words2,315 segmentsPortuguese

What this video covers

Organized by Companhia na Educação in partnership with UEFS and GEPLET, this panel explores practical pedagogical approaches to anti-racist education through literature. Three educators present innovative classroom initiatives that move beyond superficial celebrations to foster diversity, empathy, and belonging. The session highlights how literature serves as an active tool for critical thinking, inclusion, and conflict resolution across different educational levels.

Key takeaways

  • The event was organized by Companhia na Educação, UEFS, and GEPLET to highlight teacher agency and literature as a tool for critical world-reading.
  • Paula Anias introduced the Afroteca Project in Castro Alves, Bahia, an itinerant library promoting Afro-Brazilian and Indigenous authors year-round in compliance with Federal Law 10.639/03.
  • Simone Marabaia detailed 'Canta, Conta e Dança para Mim,' an early childhood project using Afro-Indigenous literature, ancestral engagement with the Xakriabá people, and neurodivergent-inclusive practices.
  • Mary Helen Hervano shared her work using Blandina Franco's book 'Ernesto' in Maricá, Rio de Janeiro, addressing schoolyard exclusion, hidden bullying, and racism through dialogic pedagogy and restorative circles.
  • Classroom activities across projects incorporated multiliteracies, ancestral workshops, community craft-making, affective plush toys, and self-esteem exercises.
  • Panelists identified structural challenges during the Q&A, including acquiring municipal funding for books, remote teaching barriers, and the pervasive normalization of racism as 'harmless jokes.'

Topics covered

Event Framework and Theoretical Foundations
Hosted as part of Jornada de Práticas 2026, the panel 'Literatura e Educação Antirracista' was grounded in Paulo Freire's critical pedagogy, socio-emotional learning, and federal mandates (Laws 10.639/03 and 11.645/08) for ethnic-racial education.
The Afroteca Project (Paula Anias)
An itinerant library created in Bahia featuring 17 regional writers and 28 titles designed to transform passive students into active readers through storytelling, local cinema screenings, and ancestral artisanal workshops across urban, rural, and quilombola schools.
Canta, Conta e Dança para Mim (Simone Marabaia)
An early childhood education project rooted in Afro-Indigenous Affective Enchantment Literature that engaged students with Xakriabá culture, accessible board games, environmental stewardship, and direct civic actions such as petitioning for Indigenous land rights.
Literature, Listening, and Belonging via 'Ernesto' (Mary Helen Hervano)
A targeted intervention in Maricá using the book 'Ernesto' to confront prejudice and exclusion, tailoring activities such as restorative circles, plush-assisted storytelling, and alternative ending composition across 1st, 4th, and 5th-grade cohorts.
Pedagogical Challenges and Round-Table Insights
Educators discussed structural obstacles including municipal budget shortages for book acquisition, integrating neurodivergent students, and dismantling the normalization of discriminatory nicknames and racial bullying in schools.
“A a o cultural, o pessoal, o fisiológico, todos eles são um só, né?”
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Boa tarde a todas as pessoas que nos

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acompanham em mais uma programação aqui

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da Companhia na Educação, essa jornada

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de práticas. Eu sou Rafaela Deiab,

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coordenadora, né, dessa área da

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Companhia das Letras, dedicada à

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educação e aos educadores que

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acompanhanda na educação. E eu vou eh

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fazer a minha autodescrição. Eu sou uma

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mulher grisalha, cabelos ondulados na

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altura dos ombros. Tô usando óculos, eh,

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uma blusa preta e um casaco estampado. E

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tô usando batom vermelho. E ao fundo de

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mim tem um armário marrom.

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Bom, vou aqui paraa minha fala, vou ler

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para ser breve e logo passar a palavra

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paraa professora Úrsula, né, que divide,

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né, a assinatura desse evento, né, junto

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com o grupo de estudos da UFS, o Geplet,

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né, a assinatura dessa edição da jornada

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de práticas. Uma alegria muito grande,

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né, ter a Úrsula aqui conosco, assim

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como ter tido a curadoria, assinatura do

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da UFS, da UEFS, né, e da do GPlet neste

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evento.

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Eh, uma alegria muito grande dar início

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à jornada de práticas 2026, nesse ano,

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né, em que a editora Companhia das

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Letras e nesse outubro, né, que a

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editora Companha das Letras comemora 40

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anos de existência. E nesse mês de

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outubro, que é tão importante também,

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porque é o mês em que a gente comemora,

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né, a data, eh, em comemoração ao dia

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dos professores e também ao dia das

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crianças. Eh,

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queria agradecer, né, eh, a participação

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de todos que estão aqui conosco, né,

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essa jornada, ela nasce de uma convicção

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muito importante para nós, de que há

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muito, mas muito mesmo conhecimento

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sendo produzido diariamente, né, dentro

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das escolas, nas escolhas eh dos

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professores, nas experiências de

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leitura, nas formas de aproximar os

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estudantes dos livros e nas maneiras de

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conectar a literatura, as questões do

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nosso tempo. Por isso, né, nessa jornada

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de práticas em que a gente coloca os

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educadores e as suas práticas no palco e

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no centro eh desse evento, é algo que

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nos emociona, né, e alegra bastante, né,

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que acompanhando a educação possa ser e

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essa plataforma, né, em que os

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educadores de todo o Brasil consigam

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trocar eh as suas boas práticas de

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formação com os seus estudantes.

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Eh, então aqui e menos do que apresentar

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respostas prontas, né, a gente cria um

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espaço para que experiências circulem,

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sejam discutidas e possam inspirar novas

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práticas em diferentes contextos. O tema

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dessa edição é educação literária

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conectando escola e sociedade traduz

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justamente esse propósito, né? pensar a

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literatura como uma experiência que

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amplia repertórios, provoca perguntas e

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nos ajuda a ler e compreender o mundo.

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Afinal, Paulo Freire já nos ensinou, né,

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que a leitura de mundo precede a leitura

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da palavra. É uma alegria realizar essa

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jornada em parceria com a Universidade

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Estadual de Feira de Santana, a UEFS, eh

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com o grupo de estudos e pesquisa em

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multiletramentos, educação e

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tecnologias, o Geplet. a gente acredita

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muito, né, na potência desse diálogo

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entre o conhecimento produzido entre a

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universidade e aquele que é construído

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cotidianamente nas escolas, né, saberes

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diferentes que quando se encontram

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enriquecem a experiência e a prática de

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todos em educação literária. Queria

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fazer um agradecimento especial à equipe

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da Companhia na Educação, especialmente

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na figura do Alex, que organizou tudo

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para que esse evento acontecesse.

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e a equipe dos pesquisadores do GEPT,

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que nos ajudou na curadoria, né, desses

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trabalhos

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e a todos vocês educadores, né, que

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tiveram a coragem, né, e de compartilhar

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as suas experiências em sala de aula

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conosco. Eh, esperamos que sejam dias de

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muita troca, escuta e inspiração. Sejam

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todos muito bem-vindos e bem-vindas e

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bem-vindes a essa jornada de práticas.

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Eu deixo vocês agora com a professora

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Úrsula.

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>> Boa tarde. Boa tarde, Rafaela. Boa

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tarde, Janaína. Boa tarde a todos que

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estão aqui acompanhando já o chat. Já vi

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que o Brasil está presente. Que

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maravilha, né? Eu sou uma mulher que

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estou com tem os cabelos pretos, os

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cabelos lisos, uso o óculos azul, estou

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com uma blusa rosa com para poder

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pensarmos um pouco no outubro rosa,

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quando nós mulheres estamos no nos

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cuidando, né? E sejam todas e todas

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bem-vindos e bem-vindas à jornada de

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prática 2026. É uma alegria, como disse

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Rafaela, uma alegria imensa abrir este

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espaço de encontro promovido pela

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Companhia das Letras, que está este ano

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em parceria com o grupo de estudos e

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pesquisas em multiletramentos, educação

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e tecnologias GEPT, que é da

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Universidade Estadual de Feira de

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Santana, situada no estado da Bahia. E

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nesta edição nós estamos reunindo eh

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educadores que estão vivendo o chão da

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escola, pesquisadores, professores,

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pesquisadores e mediadores para

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compartilhar experiências, refletir

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sobre os desafios contemporâneos da

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educação e, mais do que isso, celebrar a

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potência da educação literária. que cada

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diálogo seja uma oportunidade de ampliar

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horizontes, fortalecer práticas e possa

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nos inspirar a novas formas de ensinar e

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de aprender. Então, que essa jornada

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seja um convite à escuta, a troca, a

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construção coletiva de caminhos para uma

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educação mais crítica, mais criativa e

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inclusiva, que é isso que nós desejamos.

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Agradecemos a todos que estão

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participando, todas que estão

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participando, que se inscreveram, que

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estarão no chat também dialogando com os

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nossos apresentadores.

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E para finalizar a minha fala, né,

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desejo que seja um espaço mesmo

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colaborativo, que essa jornada seja uma

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boniteza.

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Convido agora o nosso professor Darlean

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Ramos, que é integrante do Geplet, faz

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parte aqui da UEFS, da Universidade

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Estadual de Feira de Santana, para

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continuar mediando esse encontro que já

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começou um encontro de muitas interações

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e com certeza de de muitas eh relações

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entre os estados, entre a prática

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pedagógica e mais ainda, né, mostrando

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como a educação pode emancipar os

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sujeitos. Darlean, agora é com você.

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>> Olá, gente. Boa tarde, boa noite desde

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já. Obrigado, professora Úrsula, já por

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me inserir nesse contexto de diálogo, de

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debate, mas também de construção

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coletiva. Eu acho que é isso que nós

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estamos aqui hoje para fazer esse

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movimento. Acredito que é o espaço de um

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espaço formativo, então isso vai

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contribuir com o processo informação de

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todas e de todos que aqui estão nos

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assistindo.

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Eh, sejam muito bem-vindos à Jornada de

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Práticas 2016. Eh, nós vamos eh ter a

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temática com o tema Educação Literária,

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conectando escola e sociedade.

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Eh, é um prazer estar com vocês aqui

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nesta tarde, participamos de mais um

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evento da Companhia na Educação. Vou

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fazer uma breve descrição do mediador

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que é Darlean. Eu sou negro, homem

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negro, cabelo curto, cortado social,

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baixinho, tenho olhos pretos. Estou

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usando a camisa golaapolo vermelha.

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Atrás de mim tem um fundo branco.

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Eh, estamos aqui na jornada de práticas

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da Companheira da Educação e vamos

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iniciar a mesa eh intitulada

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Educação Literária, conectando Escola e

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Sociedade. Mas antes de chamar as

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palestrantes, vou dar alguns avisos que

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a gente acredita importante para as

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pessoas, para o público, para o mundo

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que está nos assistindo.

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Eh, terá certificado para as pessoas que

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se inscrever, que se inscreveram, quem

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ainda não se inscreveu, ainda há tempo

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de se inscrever. Então não perca esse

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evento. É um evento que está recheado de

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coisas, de novidades, de aprendizagens

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que cada um pode levar para o seu

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contexto a partir daquilo que acredita e

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daquilo que a educação nos promove e nos

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move. Terá também sorteios de livros,

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então fique atento ao chat.

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